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BOLSONARO AGORA AMA O BOLSA FAMÍLIA E O REPLICA COM MAIS AUXÍLIO EMERGENCIAL

A média móvel de ignorância com Bolsonaro vem num crescendo como uma onda gigantesca que engole o país. Soa cavalar conforme seu profeta, quando se manifesta em fake news ou argumenta de acordo com a estupidez própria de sua diminuta cultura. Ou aos bocados, quando infestada de ridículas tolices ou raciocínio pequeno que não resistem à menor análise em face da precariedade da construção do pensamento débil infantil. Se a incoerência trai o que tenta defender em mal ditas palavras, danem-se os fatos, pouco importa se a realidade desmente assertivas jorradas ao léu. Pois tudo é construído na base da mentira, de jogar para a plateia, mesmo porque a falsa moral não permite manter a empulhação de pé. Se não há princípios ou projetos, só resta insistir, repetir mil vezes, por não haver outra coisa melhor para pôr no lugar. Se mostrar perdido ou agir sem pensar é imperdoável, porque demonstra a absoluta falta de ideias, ainda mais agora que os efeitos das fake news estão esmorecendo e perdendo o caráter de novidade junto aos jumentos, fazendo com que se imponha uma concepção ou um papel novo por se desenvolver, em vista do que um Estado exige. A possibilidade da ditadura se enraizar se desfez e os instrumentos da democracia estão se mostrando adequados para derrubar a charanga do autoritarismo, essa banda militar decrépita formada de homens ultrapassados, senão limitados, dentre eles, a gentalha que clama pelo mito. Todos se locupletando com o regime de Bolsonaro, engordados seus salários para escaparem da espoliação da reforma da previdência, e se associando, na essência do armamentismo, aos milicianos e à PM irmanada aos demais colegas corporativos e fardados, que se imaginavam com força para dar um golpe. Em conjunto com os que menosprezam a pandemia e que creem na força atlética e no vigor juvenil para saírem ilesos, e com os que fazem pouco caso da Ciência e das queimadas, julgando o seu pobre mundo como o Jardim de Éden. Sem contar os pastores dos crentes, como falsos profetas atraindo a maldição do destino que costuma ser implacável com os vendilhões de templos, e os golpistas, cada vez mais calados, aturdidos e taciturnos quando se recordam da campanha da Globo durante as eleições presidenciais, “O Brasil que eu quero” – que naufragou sem nem ter levantado âncoras. Só restando aos verdadeiros democratas lutar contra essa corja de vagabundos que abominaram uma vasta coleção de projetos sociais implantados na era petista para agora os roubarem e reimplementá-los com outra nominação, quando não possuem a menor embocadura para assistência social ou projetos de inclusão do tanto que são voltados somente para privatizações, não distinguindo negociatas de grandes negócios e desfazendo-se de nacos substanciais do aparato patrimonial da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica, sob o pretexto de enxugá-las e, no futuro, entregá-las ao mercado. Na cara do Bolsonaro, que não percebe por deixar tudo nas mãos do “Posto Ipiranga” ou fingindo-se de marido enganado, na ilusão de um dia a elite, os banqueiros, as federações empresariais e a mídia lhe pedirem bênção, e o auxílio emergencial, surgido da pandemia, calar a boca do povo, satisfeito com a esmola.

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