São tantas luzes vindo das telas, que as janelas da alma ficam com a vista embotada. Botam supostas importâncias em subsequentes nadas. Enquanto a janela de casa também vaza luzes e plocs estridentes de “desnotificações” de tanta gente…
Mas a paisagem verde, marrom, azul, amarela e areia permanece lá fora. É um convite a olhar a lua cheia que ainda vai brilhar. Quando faço trilhas, passeio por belezas naturais, e também quando vou à praia, simplesmente não levo o celular.
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