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PROMISCUIDADE

O PT foi para o pelourinho. Quis fazer uma Revolução Francesa de princípios e métodos e acabou como Robespierre – na guilhotina. Todos sabem que o caixa 2 é prática comum no financiamento de campanhas eleitorais, mas a vida inteira o PT disse que era diferente dos outros. Não precisava era o Lula dar mais uma forcinha, acabando por se auto-arrolar como testemunha a favor de Roberto Jefferson, que se tornou famoso ao declarar que não existe ninguém melhor do que ninguém quando se pisa o tapete vermelho do Congresso eleito.
Trabalhar com a verdade é muito melhor: a desgraça da mentira é que, ao contar a primeira, você passa a vida inteira justificando-a.
Cada vez se aposta mais alto em marketing para vencer eleições e em propaganda institucional para alardear o governo, onde se embute no preço a possibilidade de comprar casas em condomínio ou à beira-mar, adotar uma grande família, e até cavalos. Extremamente complexo auditar a justeza do preço contratado e as peculiaridades da promoção de eventos. Quem já casou ou comemorou bodas de ouro sabe o quanto custa uma Xuxa, um Dado Dolabella para dançar em bailes de debutantes, ou ganhar um axé de baianos que não se cansam de dar selinho.
Pois Mala Valério consegue até que seus contratos de publicidade com estatais sirvam de garantia para aceitar o papel de tomador de empréstimos para suprir o caixa do PT, com juros favorecidos.
Só falta confirmar que essa é a fonte do mensalão. A promiscuidade fala por si própria.

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