﻿{"id":2934,"date":"2008-08-22T00:00:11","date_gmt":"2008-08-22T18:57:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornaldugaio.com\/index.php\/iii-medo-de-amar-de-novo\/"},"modified":"2014-12-24T18:08:24","modified_gmt":"2014-12-24T18:08:24","slug":"iii-medo-de-amar-de-novo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/iii-medo-de-amar-de-novo\/","title":{"rendered":"III-)MEDO DE AMAR DE NOVO"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><h3 align=\"center\">\u00a0<strong>Palestra<br \/>\n<\/strong><\/h3>\n<p>Debate extra\u00eddo de seu livro Ilus\u00e3o de \u00d3tica, na Casa Lea Pentagna\/Valen\u00e7a\/RJ, em novembro de 1997<\/p>\n<p>\u201cAos 20 anos, quando o amor acaba voc\u00ea pensa que n\u00e3o vai amar mais, outra vez. Aos 40 anos, quando o amor acaba voc\u00ea sabe que n\u00e3o vai amar mais.\u201d<br \/>\nEssa frase surgiu do anonimato de uma mulher independente que sofria por amor, nascido de uma paix\u00e3o que a tirou do torpor de um casamento que se consumia na \u00faltima chama. Em pleno p\u00f3s-feminismo, quando se pensava que a mulher estaria liberta da carga que tal senten\u00e7a cont\u00e9m. Depois dessa mulher haver superado a \u00e9poca da balzaquiana de Machado de Assis, a \u201cvelha\u201d solteirona de 32 anos. Depois dessa mulher haver detonado a que nasceu para pilotar tanque e fog\u00e3o ou a mulher pra 400 talheres. Depois de vencer a restri\u00e7\u00e3o a que estava condenada de s\u00f3 poder casar uma vez, ou pior, de s\u00f3 poder amar uma \u00fanica vez, se tivesse sorte.<br \/>\nPara abrir o debate, quisera poder alterar a senten\u00e7a que condenou esta mulher para: aos 40 anos, quando o amor acaba, voc\u00ea sabe que n\u00e3o vai amar mais, com medo de amar. De novo.<br \/>\nVoltemos ao passado para chegar ao presente. Desde que o ser humano se organizou em tribos, vilarejos, cidades, imp\u00e9rios, civiliza\u00e7\u00f5es, feudos, castelos, reinos, emirados, sultanatos, califados, o que importava eram os interesses econ\u00f4micos, no que se convencionou chamar de casamento, para assegurar a manuten\u00e7\u00e3o da linhagem. Afinal, a associa\u00e7\u00e3o ou a sociedade entre os dois sexos era considerado algo muito s\u00e9rio, que n\u00e3o poderia se dar ao luxo de permitir o conv\u00edvio no seu meio de&#8230; por exemplo, uma paix\u00e3o de Sans\u00e3o por Dalila; cego de amor, p\u00f4s o pal\u00e1cio do imperador a pique quando lhe tosaram os cabelos. Ou de Marco Antonio por Cle\u00f3patra, que abalou as estruturas do imp\u00e9rio romano. Ou de Pen\u00e9lope, que de dia tecia uma manta, para de noite desfi\u00e1-la, enquanto esperava Ulisses resistir ao canto das sereias. Iiih! Isso tudo \u00e9 t\u00e3o antigo&#8230; \u00e9 lenda, folclore, diria algu\u00e9m que descr\u00ea do amor.<br \/>\nNo final dos anos 1700, em plena era do colonialismo e do imperialismo, que provocou violentas muta\u00e7\u00f5es no mapa-m\u00fandi do planeta, a popula\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a migrar para outras terras mais promissoras a fim de fugir de persegui\u00e7\u00f5es religiosas; bem como sair do campo &#8211; onde coabitavam com muitos parentes &#8211; para os centros urbanos, trabalhando em f\u00e1bricas. Homens e mulheres se juntaram visando dar uma nova fei\u00e7\u00e3o ao casamento, que os ajudou a se sentir menos desamparados, longe do restante da fam\u00edlia e de suas ra\u00edzes, sob as b\u00ean\u00e7\u00e3os do capitalismo selvagem. \u00c9 neste momento que o romantismo se instaura e o amor pede licen\u00e7a para entrar no casamento.<br \/>\nO s\u00e9culo XIX veio a consagrar o casamento, marcado pela era vitoriana, que expande as fronteiras do imp\u00e9rio brit\u00e2nico aos quatro cantos do planeta, em conluio com a doutrina protestante cuja rigidez moral estreitava os limites \u00e9ticos do cristianismo. Assim sendo, n\u00e3o havia escapat\u00f3ria, todos estavam condenados ao casamento. E ai de quem n\u00e3o casasse. O homem tinha de casar, ou ent\u00e3o s\u00f3 poderia satisfazer suas necessidades sexuais com as prostitutas; depois que passava dos 30, solid\u00e3o significava sinal de impot\u00eancia, evoluindo no s\u00e9culo XX para viado. Quanto \u00e0s mulheres solteiras, era-lhes imposto o papel de viver o c\u00e1rcere de seu celibato. Fofoqueiras e mal vistas, constitu\u00edam uma amea\u00e7a \u00e0s esposas. N\u00e3o ter uma fam\u00edlia causava tanto medo que o mais aconselh\u00e1vel seria se conformar com uma rela\u00e7\u00e3o ins\u00edpida e frustrante, \u00e0s custas de compartilhar a mesma cama, impregnada do cheiro e da presen\u00e7a insuport\u00e1vel do marido ou da esposa. Sei do caso de uma vi\u00fava que, logo ap\u00f3s a morte do marido, ficou surda dele quando decidiu j\u00e1 ter ouvido tudo o que tinha que ouvir da vida; comprou um piano e viveu na santa paz.<br \/>\nAt\u00e9 os anos cinq\u00fcenta do s\u00e9culo XX, a mulher queria se sentir protegida num casamento em que o marido desempenhasse o papel de chefe de fam\u00edlia como bom provedor, n\u00e3o deixando faltar nada em casa. A boa esposa, para o homem, seria aquela que tomasse conta dos filhos, passasse e engomasse a camisa do terno, acordasse para esquentar o p\u00e3o no caf\u00e9-da-manh\u00e3 e que n\u00e3o deixasse d\u00favidas quanto \u00e0 sua dec\u00eancia e dignidade. Em outras palavras: \u201cMenina, olha os modos!\u201d. \u00c9ramos feitos para amar somente uma vez na vida. Dentro do casamento. Sujeito \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o dos pais que examinavam o status do pretendente que ambicionava a m\u00e3o de sua filha. Homem provedor no casamento e instituto de previd\u00eancia na separa\u00e7\u00e3o. Se de todo o modo a mulher se separava, dizia em tom tristonho \u201cnunca mais vou amar de novo\u201d. Por ser dependente do homem, o acesso ao amor era como se estivesse interditado.<br \/>\nAp\u00f3s os anos dourados, ainda persiste o medo de abandonar o porto seguro. Porto seguro abrange desde o status de primeira-dama e chefe de fam\u00edlia ou cabe\u00e7a de casal, gozando de situa\u00e7\u00e3o financeira est\u00e1vel, at\u00e9&#8230; deixemos a mulher desse tempo falar: \u201cEu me sentia segura apesar de insatisfeita. Porque j\u00e1 o conhecia bem; sabia o que podia esperar dele. De repente, desprendi as amarras. Agora estou solta, sem saber o que vai acontecer, sem saber como ser\u00e1 meu amanh\u00e3. \u00c0s vezes me arrependo de t\u00ea-lo largado: \u00e9 prefer\u00edvel uma situa\u00e7\u00e3o insatisfat\u00f3ria do que se iludir com outro amor e acabar s\u00f3.\u201d<br \/>\nA mulher do p\u00f3s-anos dourados ainda exigia a garantia do papel. Desafiava o macho em voz alta: \u201cVoc\u00ea tem de desbravar essa floresta! Prove que me ama primeiro, para eu me sentir segura e me entregar. Sabe por qu\u00ea? Porque quando me apaixono, eu caio de quatro, enquanto voc\u00eas, homens, n\u00e3o!\u201d<br \/>\nNa era da <a name=\"PVW\"><\/a>globaliza\u00e7\u00e3o, a mulher j\u00e1 se d\u00e1 o direito de largar o homem a hora que bem entender e viver o amor do jeito que sempre quis, enquanto o homem se livrou da carga de provedor e do politicamente correto chefe de fam\u00edlia. Hoje, as pessoas escolhem seus parceiros por amor e esperam ver o seu desejo correspondido. E que dure uma eternidade, afinal de contas a idealiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o morreu. Sonha-se com o casal se transformando numa pessoa s\u00f3 e cada um espera ter as suas necessidades pessoais satisfeitas pelo outro. Procura-se afastar a amea\u00e7a do mundo hostil, competitivo, inseguro e que vai desampar\u00e1-lo, construindo o projeto do par amoroso que est\u00e1 sempre junto, que se completa em tudo. Ambos est\u00e3o livres e ansiosos para viver o amor na sua plenitude. Custou, mas enfim, os dois sexos est\u00e3o prontos para viver o verdadeiro amor. O amor que liberta e aumenta o prazer. Falso ou verdadeiro?<br \/>\nDeixemos o homem globalizado falar: \u201cFicamos mais livres para amar, mas, em troca, temos que abrir m\u00e3o de interesses que proporcionavam imensa satisfa\u00e7\u00e3o. Devo me afastar dos meus amigos que voc\u00ea n\u00e3o gosta. Fazer concess\u00f5es para provar que eu te amo.\u201d<br \/>\nPermitam-me meter o bedelho, n\u00e3o resisto, e acrescentar: o homem est\u00e1 apenas principiando a fazer concess\u00f5es. E por absoluto medo. Medo de perder aquele amor. Medo de vir a sofrer de novo por n\u00e3o ser amado. Medo de ser abandonado pelo amor da mulher. Porque se entregar, nos dias de hoje, significa abrir passagem para que ela entre no seu \u00edntimo.<br \/>\nAmor se mistura com poder, dom\u00ednio e posse. O medo de perder esse amor \u00e9 t\u00e3o grande, que procura-se dominar para que n\u00e3o seja abandonado. A fim de contar com o outro para sempre e afastar a amea\u00e7a de rivais. Porque quando voc\u00ea \u00e9 abandonado, \u00e9 o fim do mundo, \u00e9 o fim do caminho! Em que o outro \u00e9 melhor do que eu? Por que motivo fui abandonado? \u00c0s vezes, o medo de ser rejeitado antecipa a separa\u00e7\u00e3o. Porque, sufocado pela posse e cerceado pelo dom\u00ednio, a \u00fanica alternativa que resta \u00e9 ir embora.<br \/>\nPor que tamanho medo da mitologia que cerca o amor eterno? Por ser rom\u00e2ntico, puro, l\u00edrico, repentino, arrebatador, distante, quase inalcan\u00e7\u00e1vel? Medo do tamanho de um bonde porque revela em suas tramas, o desejo e as tentativas de incluir a emo\u00e7\u00e3o do amor verdadeiro no dia-a-dia.<br \/>\nMedo de ser protagonista e mergulhar nas suas dores, queixando-se das dificuldades de tornar o amor real, quando esbarra e se confunde com a sedu\u00e7\u00e3o, a paix\u00e3o e o casamento. Medo de exaltar, em suas entrelinhas, a perman\u00eancia da busca pelo ideal e a cren\u00e7a nas possibilidades desse verdadeiro espet\u00e1culo, que \u00e9 o amor.<br \/>\nPonto final. Vivemos uma \u00e9poca de liberdade sexual e da busca pelo prazer. O prazer exige que seja saciado, reproduzido, multiplicado, para evitar a exist\u00eancia mon\u00f3tona e est\u00fapida \u00e0 sombra da solid\u00e3o. H\u00e1 que repetir o prazer exaustivamente, at\u00e9 que nos frustremos, porque o prazer de amanh\u00e3 nunca ser\u00e1 o mesmo de ontem. H\u00e1 que despender todas as for\u00e7as para satisfazer sua mente, sen\u00e3o corre-se o risco de cair em depress\u00e3o e ficar de mal com a vida. Porque \u00e9 dif\u00edcil admitir que a dor viva no seio do prazer. Ao n\u00e3o se aceitar que a dor e prazer sejam irm\u00e3os siameses, instala-se a inseguran\u00e7a quanto \u00e0 busca do parceiro. Evita-se a aproxima\u00e7\u00e3o de outros, com medo de amar. De novo. E de novo, sofrer.<br \/>\nConvido-os \u00e0 uma reflex\u00e3o sobre o que estamos fazendo com nossa capacidade de amar. Eis algumas situa\u00e7\u00f5es que retratam como evitar o amor, transformando-o numa ilus\u00e3o de \u00f3tica:<br \/>\na) Lobotomia Consentida &#8211; Mulher que abdica do amor quando recorre a um m\u00e9dico espiritual para extirpar sua capacidade de amar, em vista de se encontrar aprisionada num casamento em que planos e esperan\u00e7as haviam sido frustrados por um homem-marido, viciado numa \u00fanica forma de ser que conhece. Ela se resigna e n\u00e3o mais aceitar\u00e1 que seu cora\u00e7\u00e3o se acelere sem sua permiss\u00e3o. Levar\u00e1 para o t\u00famulo o segredo de que matou o desejo de procurar um grande amor. Em tom de desespero, apenas tendo Deus como testemunha, cansa de esperar e d\u00e1 um basta nas suas expectativas: esse amor n\u00e3o existe!<br \/>\nb) Am\u00e9m &#8211; Ambientado nos anos 50, mulher criada para ser livre e independente toma a iniciativa de se entregar ao pretendente mais rom\u00e2ntico e apressa o casamento, com medo de descobrir que n\u00e3o o amava, o que a obrigaria a buscar o verdadeiro calor do amor. Transformou a vida numa rotina que esconde a indiferen\u00e7a e o conformismo. O dia-a-dia acaba matando o amor? Ou ser\u00e1 que estou sendo rom\u00e2ntico demais?<br \/>\nc) Vazio &#8211; Como se fora uma borboleta que toca superficialmente as flores, mulher n\u00e3o suporta ser alvo de tanto amor e se constrange com declara\u00e7\u00f5es feitas em p\u00fablico, na frente de amigos. Sentindo-se desafiada e humilhada, desfere ataques insanos ao homem que quer casar e ter um filho com ela. A rea\u00e7\u00e3o destemperada e agressiva visa testar at\u00e9 onde vai esse amor, cantado em verso e prosa, para confirmar que os homens mentem a respeito do amor. Devido ao medo de amar, ela esvazia seus relacionamentos, tornando-os prec\u00e1rios e ef\u00eameros, porque intimidam.<br \/>\nd) Paralisia &#8211; Mulher pontifica em tri\u00e2ngulo amoroso, exercendo seu poder ao dominar dois ex-mach\u00f5es, tornando-os submissos. Ela guarda no seu \u00edntimo a certeza de que jamais ir\u00e1 arriar os quatro pneus, brilhar os olhos e babar de desejo por algu\u00e9m. Quanto a eles, cansados de ciscar, faltam-lhes horm\u00f4nios para se livrar dessas areias movedi\u00e7as que os prostitu\u00edam moralmente. Fingem viver uma hist\u00f3ria de amor de modo a encobrir a paralisia da frustra\u00e7\u00e3o em que se enredaram, impedindo-os de procurar outro g\u00eanero de amor.<br \/>\ne) Cora\u00e7\u00e3o Partido &#8211; Enganos e desilus\u00f5es amorosas levam uma mulher a se refugiar na dedica\u00e7\u00e3o ao trabalho, vencida pela falta de confian\u00e7a em si na escolha do verdadeiro parceiro. O amor passa a ser uma id\u00e9ia distante, como se fosse inacess\u00edvel aos simples mortais. Este medo de amar de novo acaba por impedir que se aproximem dela.<br \/>\nf) Poderosa e Sempre Triste &#8211; Forjada nos anos carbon\u00e1rios da repress\u00e3o militar, feminista verga sob o peso de sua pr\u00f3pria ideologia, malversando sua independ\u00eancia conquistada \u00e0s duras penas, ao brincar de amar nesse mundo careta, como quem desperdi\u00e7a bala no exerc\u00edcio de tiro, visando destruir o alvo, ao inv\u00e9s de mirar.<br \/>\ng) Bulimia &#8211; Desde cedo ela n\u00e3o se sentia cuidada e sim invadida, quando lhe enfiarem comida goela abaixo. Aprendeu a engolir tudo rapidamente. Ao n\u00e3o conhecer a sensa\u00e7\u00e3o de se sentir amada, aprendeu a ir ao encontro de seus desejos, para depois vomit\u00e1-los sem ter digerido. Faz uso de mil paliativos com o intuito de libertar de si mesma: gula, troca freq\u00fcente de parceiros, consumismo, busca infrut\u00edfera por um estilo marcante no se vestir, tratamento dent\u00e1rio que remodelasse o sorriso, e viagens constantes a Miami e \u00e0 Meca das mulheres reprimidas: Porto Seguro. Mas nada lhe dava prazer.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Palestra Debate extra\u00eddo de seu livro Ilus\u00e3o de \u00d3tica, na Casa Lea Pentagna\/Valen\u00e7a\/RJ, em novembro de 1997 \u201cAos 20 anos, quando o amor acaba voc\u00ea pensa que n\u00e3o vai amar mais, outra vez. 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