﻿{"id":101229,"date":"2016-02-25T09:57:43","date_gmt":"2016-02-25T09:57:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=101229"},"modified":"2023-05-16T20:26:10","modified_gmt":"2023-05-16T23:26:10","slug":"o-abraco-da-serpente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-abraco-da-serpente\/","title":{"rendered":"\u201cO ABRA\u00c7O DA SERPENTE\u201d"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><div id=\"attachment_103206\" style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-103206\" class=\"size-medium wp-image-103206\" src=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente-200x300.jpg\" alt=\"O Abra\u00e7o Da Serpente\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente-768x1151.jpg 768w, https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/02\/critica-filme-o-abraco-da-serpente.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-103206\" class=\"wp-caption-text\">O Abra\u00e7o Da Serpente<\/p><\/div>\n<p>Poucos cineastas, como Ciro Guerra, conseguiram dialogar t\u00e3o bem com os elementos naturais da Amaz\u00f4nia, a cada peda\u00e7o navegado de um rio, subindo corredeiras, ou de matas percorridas a emprestarem sua grandiosidade a paisagens da Amaz\u00f4nia que comp\u00f5em o esplendoroso cen\u00e1rio de \u201cO Abra\u00e7o da Serpente\u201d. Nunca se viu antes o cinema retratar de forma t\u00e3o soberba e com tantas nuances o conflito entre o chamado mundo \u201ccivilizado\u201d e \u201cselvagem\u201d, no rigor de uma viagem espiritualista de car\u00e1ter investigat\u00f3rio \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre brancos e a cultura ind\u00edgena, al\u00e9m de examinar a rela\u00e7\u00e3o entre as diferentes culturas aut\u00f3ctones e as plantas, baseado no relato do explorador Theodor Koch-Gr\u00fcnberg, etnologista alem\u00e3o que contribuiu relevantemente para o estudo dos povos ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia at\u00e9 o sul da Venezuela. Nos primeiros anos do s\u00e9culo XX, Gr\u00fcnberg explorou nesse percurso, a p\u00e9 e de canoa, v\u00e1rias regi\u00f5es ainda hoje de dif\u00edcil acesso, e estudou sua mitologia, lendas, a etnologia e a antropologia. O filme \u00e9 centrado em Karamakate, um xam\u00e3 amaz\u00f4nico e \u00faltimo sobrevivente de sua tribo, que vive na selva em isolamento volunt\u00e1rio e propenso a transes m\u00edsticos, com o dom de conversar com os esp\u00edritos e poderes de vid\u00eancia e de enxergar longe, transitando da magia \u00e0 cura. Sua vida muda com a chegada de um pesquisador americano (inspirado no explorador Richard Evans Schultes), que procura a planta lend\u00e1ria com alt\u00edssimo poder de cura, influenciado pela pesquisa de Gr\u00fcnberg. Juntos, embarcam numa jornada ao cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, na qual passado, presente e futuro est\u00e3o interligados e em que Karamakate ir\u00e1 recuperar lembran\u00e7as esquecidas, quando se constatar\u00e1 o estrago que o Ciclo da Borracha provocou na Amaz\u00f4nia e a redu\u00e7\u00e3o da estatura antropol\u00f3gica da cultura ind\u00edgena por meio da catequiza\u00e7\u00e3o e da acultura\u00e7\u00e3o. Os \u00edndios n\u00e3o dividiam seus segredos em hip\u00f3tese alguma, a menos que voc\u00ea demonstrasse ser um xam\u00e3 em potencial, possu\u00edsse magia em sua personalidade, o que n\u00e3o \u00e9 para muitos. Apenas aqueles que sabem lidar com a Natureza e seus des\u00edgnios, com a real natureza das coisas, em estreito conv\u00edvio com as plantas, os peixes, o rio, os animais, a floresta, o C\u00e9u e os esp\u00edritos. Valores com que os colonizadores e invasores pouco se importavam e nos quais se det\u00e9m o filme colombiano, candidato ao Oscar de melhor filme estrangeiro e superior\u00edssimo ao \u201cFilho de Saul\u201d e \u201cCinco Gra\u00e7as\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2cHnJr5wzmA?rel=0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poucos cineastas, como Ciro Guerra, conseguiram dialogar t\u00e3o bem com os elementos naturais da Amaz\u00f4nia, a cada peda\u00e7o navegado de um rio, subindo corredeiras, ou de matas percorridas a emprestarem sua grandiosidade a paisagens da Amaz\u00f4nia que comp\u00f5em o esplendoroso cen\u00e1rio de \u201cO Abra\u00e7o da Serpente\u201d. 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