﻿{"id":102564,"date":"2017-10-09T06:00:45","date_gmt":"2017-10-09T09:00:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=102564"},"modified":"2018-01-15T14:09:11","modified_gmt":"2018-01-15T16:09:11","slug":"o-destino-dos-suicidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/","title":{"rendered":"O DESTINO DOS SUICIDAS"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>A rigor, o suicida \u00e9 obrigado a retomar ao corpo carnal, nascendo de novo a fim de completar o tempo que lhe faltava para o compromisso da exist\u00eancia que destruiu. De t\u00e3o grave que foi o choque vibrado em sua organiza\u00e7\u00e3o astral pela terr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o de matar a si pr\u00f3prio. O retorno \u00e9 imperioso a fim de lograr compreens\u00e3o que lhe permita evoluir, \u00fanica terap\u00eautica razo\u00e1vel para reconduzi-lo ao estado de al\u00edvio quando corrigidos os dist\u00farbios vibrat\u00f3rios. Mas levar\u00e1 para o futuro corpo uma configura\u00e7\u00e3o maculada com o que presentemente se arrasta, o que significa dizer que renascer\u00e1 preso a males t\u00e3o atrozes quantos aqueles que o deixaram num beco sem sa\u00edda, irremedi\u00e1veis no plano objetivo, indefin\u00edveis fora das leis ps\u00edquicas, ainda que herde dos genitores uma composi\u00e7\u00e3o animal vigorosa, como a de qualquer express\u00e3o de paz e alegria.<br \/>\n&#8211; Quer dizer que a reencarna\u00e7\u00e3o que aguarda os suicidas \u00e9 punitiva?<br \/>\n&#8211; Tem que ser encarada apenas como medicamentosa, um g\u00eanero de tratamento que a urg\u00eancia e a gravidade do mal se imp\u00f5em aos enfermos. Nunca um castigo ou uma senten\u00e7a condenat\u00f3ria!<br \/>\nReencarnar\u00e3o dentro em breve, permanecendo apenas o tempo necess\u00e1rio no Plano Espiritual para se restabelecerem das crises mais violentas, pois n\u00e3o h\u00e1 outro rem\u00e9dio capaz de lhes minorar a profundidade dos males que carregam.<br \/>\n&#8211; N\u00e3o poder-se-ia minorar esse estado de conturba\u00e7\u00e3o aflitiva permanecendo em tratamento espiritual para n\u00e3o se expor a situa\u00e7\u00f5es t\u00e3o dram\u00e1ticas e dolorosas no plano da reencarna\u00e7\u00e3o?<br \/>\n&#8211; N\u00e3o, tal processo seria demasiadamente longo e penoso, pois o suicida ainda n\u00e3o tem o canal aberto para a vida espiritual enquanto se encontrar neste estado tenebroso, inepto mesmo para adquirir percep\u00e7\u00f5es que lhe permitam transcender. Esse processo n\u00e3o se desmancha num passe de m\u00e1gica. Cumpre-lhe reformular-se mediante o contato com for\u00e7as vitais que o suic\u00eddio dispersou desgra\u00e7adamente durante a transi\u00e7\u00e3o do mundo f\u00edsico para o espiritual; a voz dissonante do suic\u00eddio desconcerta a harmonia entre as poderosas afinidades qu\u00edmicas, magn\u00e9ticas e ps\u00edquicas que estruturam o ser humano. A n\u00e3o rea\u00e7\u00e3o implica numa inqualific\u00e1vel intoxica\u00e7\u00e3o na mente, somente realiz\u00e1vel por quem se dissociou das leis morais que regulam a Vida.<br \/>\nO mart\u00edrio imposto pelo des\u00e2nimo ou pela revolta sobrepuja o arrependimento pelo mau ato praticado. Por conclu\u00edrem que o suic\u00eddio de nada lhes adiantara sen\u00e3o prolongar os sofrimentos antes julgados insuport\u00e1veis, al\u00e9m da desalentadora decep\u00e7\u00e3o de se reconhecerem com vida.<br \/>\nEsse estado de coisas desaparecer\u00e1 no momento em que se corrigirem as causas que lhe forneceram origem. Para tanto, h\u00e1 que prevalecer a desconfortante necessidade de reeditar a pr\u00f3pria exist\u00eancia corp\u00f3rea fora do c\u00edrculo familiar. Embora seja doloroso reiniciar entre Esp\u00edritos estranhos o aprendizado carnal a que se furtou, muito pior seria se o fizesse entre Esp\u00edritos hostis. Mas n\u00e3o deixa de ser justo e s\u00e1bio, afinal de contas, o suicida desrespeitou sua pr\u00f3pria fam\u00edlia ao lhe infligir o amargo gosto de seu gesto, ultrajando, com o menosprezo de que deu prova, o santu\u00e1rio do lar que o amava.<br \/>\nContudo, jamais o retorno ao campo f\u00edsico-material se efetivar\u00e1 a contragosto do esp\u00edrito suicida, podendo dilatar seu tempo de perman\u00eancia no Plano Espiritual. Nem mesmo ser\u00e1 constrangido a se decidir, porquanto n\u00e3o se imp\u00f5e o destino a quem quer que seja, e sim facultar a todos possibilidades de voluntariamente exercer sua vontade. O m\u00e1ximo que se faz \u00e9 aconselhar, procurando convencer quanto ao renascimento por meio do racioc\u00ednio e do exame dos fatos. Muito embora o suicida se veja em t\u00e3o prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es morais e ps\u00edquicas, com o corpo ainda destro\u00e7ado ou ferido pelo suic\u00eddio e o astral sorvido pelas trevas de uma noite sem fim em que o sol n\u00e3o logra renascer, que bem poucas vezes \u00e9 recomendada uma explica\u00e7\u00e3o oral e met\u00f3dica estimulando a reencarna\u00e7\u00e3o. Ele pr\u00f3prio a deseja ansiosamente, apressa-se em obt\u00ea-la, quando n\u00e3o implora a seus mentores, n\u00e3o raro em ocasi\u00e3o inoportuna, significativo imperioso para contrari\u00e1-lo, obrigando-o a uma espera que permitir\u00e1 maiores probabilidades de \u00eaxito.<br \/>\nNenhuma tentativa para o reerguimento moral ser\u00e1 eficiente se continuarmos presos \u00e0 ignor\u00e2ncia de n\u00f3s mesmos! \u00c9 indispens\u00e1vel, primeiramente, averiguarmos quem somos, de onde viemos e para onde iremos, a fim de que nos conven\u00e7amos do valor da nossa pr\u00f3pria personalidade e \u00e0 sua eleva\u00e7\u00e3o moral nos dediquemos, devotando a n\u00f3s mesmos toda a considera\u00e7\u00e3o e o m\u00e1ximo apre\u00e7o, sem nos deixarmos abater por golpes de baixa estima.<br \/>\nCaso contr\u00e1rio, prosseguiremos caminhando \u00e0s cegas pelas etapas das migra\u00e7\u00f5es na Terra e est\u00e1gios no astral, movimentando em c\u00edrculo vicioso sem conhecimentos nem virtudes, e muito menos atinando para o caminho correto. \u00c0 merc\u00ea de impulsos das mais danosas paix\u00f5es ou embrutecidos pelas tend\u00eancias mais obscuras dos instintos, ignorando nossa pura ess\u00eancia que nos cabe cultivar sob as b\u00ean\u00e7\u00e3os do progresso at\u00e9 que flores\u00e7a e frutifique em dire\u00e7\u00e3o ao que fomos destinados.<br \/>\n&#8211; Por que, \u00f3 suicida, procurou abandonar seu destino? Confiando-o \u00e0 ilus\u00e3o de um suic\u00eddio? Se todos portamos em nosso \u00e2mago centelhas da Cria\u00e7\u00e3o Divina refletidas na excelsa beleza da exist\u00eancia humana, como julgou poder aniquilar os elementos da Vida existentes em ti, vida essa eterna, atentando contra o seu pr\u00f3prio Criador?<br \/>\n&#8211; Eu fui arrastado para o des\u00e2nimo&#8230; mas foi apenas um pesadelo&#8230; uma alucina\u00e7\u00e3o&#8230; pois eu estou vivo! Na verdade, n\u00e3o pude me matar, embora o desejasse&#8230; j\u00e1 que estou vivo! Vivo! Louvado seja Deus! Mas estou com medo. Ser\u00e1 que vou ser defrontado com um tribunal?<br \/>\n&#8211; Existe, sim, um tribunal e todos ter\u00e3o que estar diante do tribunal da consci\u00eancia, que inicia o despertar da longa letargia que de h\u00e1 muito tempo o mant\u00e9m chumbado \u00e0s mais deplor\u00e1veis inconsequ\u00eancias. Para ser examinado, orientado e despojado do orgulho que o ret\u00e9m vendado, impedindo que reconhe\u00e7a a si pr\u00f3prio e a soberania do Mundo Espiritual que rege os destinos da Humanidade.<br \/>\nSomente desmaterializado, o suicida pode constatar que apenas destruiu o corpo material, pr\u00f3prio da condi\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito reencarnado na Terra, que ele tanto teimou em n\u00e3o reconhecer como absoluto padr\u00e3o de vida. E nem desapareceu ou provocou um apag\u00e3o em definitivo em sua ess\u00eancia energ\u00e9tica como pretendia, bem como n\u00e3o conseguiu se liberar dos dissabores que o desesperavam.<br \/>\nVivereis para sempre! Vida que \u00e9 imortal, que jamais, jamais se extinguir\u00e1 dentro do seu ser, nunca deixando de projetar sobre a sua consci\u00eancia o impulso irresist\u00edvel de ir sempre em frente, para o al\u00e9m de L\u00e1, vida ap\u00f3s vida. A prova irrefut\u00e1vel dessa Lei Magna que paira sobre nossa coexist\u00eancia \u00e9 a beleza atingida ao esculpir as formas da ra\u00e7a humana, ao n\u00edvel da excel\u00eancia e da perfei\u00e7\u00e3o divina, que aos estatu\u00e1rios da Gr\u00e9cia antiga inspiraram as obras-primas, cuja cultura e civiliza\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje \u00e9 refer\u00eancia para o saber e a ci\u00eancia, a ponto de o grego ter sido escolhido como idioma padr\u00e3o para verter o Velho e o Novo Testamento, o Tor\u00e1 e o Alcor\u00e3o &#8211; quando representantes dessas religi\u00f5es pensaram em expandir sua f\u00e9 al\u00e9m de seus dom\u00ednios.<br \/>\nTodos os dramas que a vida terrena apresenta s\u00e3o contratempos que acabam sendo assimilados com o passar do tempo, mais cedo ou mais tarde, por mais que n\u00e3o se acredite, ou se demonstre m\u00e1 vontade para aceitar certos fatos, n\u00e3o havendo escravid\u00e3o, holocausto ou genoc\u00eddio, as trag\u00e9dias maiores, cuja p\u00e1gina n\u00e3o seja virada, por mais que as sequelas se prolonguem demasiadamente a exigir que isso nunca mais se repita. Mas n\u00e3o se pode tra\u00e7ar um paralelo com os tortuosos e angustiantes sofrimentos origin\u00e1rios do suic\u00eddio, cuja natureza e intensidade nenhum ser humano, mesmo um Esp\u00edrito desencarnado, \u00e9 competente para avaliar, uma vez que n\u00e3o tenha experimentado.<br \/>\nMartirizado pelo padecimento f\u00edsico e espiritual, retrocede pelas vias do passado, revendo sua hist\u00f3ria vivida na Terra para estruturar sua biografia e estudar a causa que o impeliu ao fracasso. Ressurge de suas recorda\u00e7\u00f5es, como que filmadas, desfilando \u00e0 frente de seus olhos o que praticou, desde o ber\u00e7o at\u00e9 o t\u00famulo por ele mesmo cavado. Contempla, entre perplexo e aterrado, os estertores da agonia a que se ofereceu e os destro\u00e7os a que seu gesto brutal deformara sua configura\u00e7\u00e3o humana ainda cheia de vigor para o andamento da exist\u00eancia. At\u00e9 que desperte do seu hediondo pesadelo desfeito em l\u00e1grimas, ao compreender e aceitar a realidade que sentia repulsa em acatar quando encarnado, e que continuaria vivendo, vivendo para todo o sempre, apesar do suic\u00eddio. E que de nada lhe adiantara a tentativa de burlar as leis da Vida sen\u00e3o para lhe sobrecarregar a exist\u00eancia, assim como a consci\u00eancia, com responsabilidades t\u00e3o graves quanto pesadas.<br \/>\n&#8211; Coragem, peregrino da revolta e do desespero! Volta ao ponto de partida e reconstr\u00f3i seu destino, sofrendo e chorando resignado porque suas l\u00e1grimas ser\u00e3o o manancial bendito para saciar sua consci\u00eancia sequiosa de paz. Mas tenha paci\u00eancia e s\u00ea humilde, lembrando de que tudo isso \u00e9 passageiro, tende a se modificar com o seu reajustamento \u00e0s leis da Vida as quais n\u00e3o se adaptou e n\u00e3o aceitou, e que n\u00e3o ser\u00e1 atirando-se \u00e0 aventura sinistra do suic\u00eddio que a criatura humana encontrar\u00e1 um ref\u00fagio seguro para se defender, simplesmente porque a alma n\u00e3o morre junto com o corpo humano.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rigor, o suicida \u00e9 obrigado a retomar ao corpo carnal, nascendo de novo a fim de completar o tempo que lhe faltava para o compromisso da exist\u00eancia que destruiu. De t\u00e3o grave que foi o choque vibrado em sua organiza\u00e7\u00e3o astral pela terr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o de matar a si pr\u00f3prio. O retorno \u00e9 imperioso a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[20,29],"tags":[296,297,298,294,86,295],"class_list":["post-102564","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cronicas","category-espiritualidade-cronica","tag-alcorao","tag-magna","tag-reencarnacao","tag-suicidas","tag-testamento","tag-tora"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O DESTINO DOS SUICIDAS - Jornal DuGAIO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O DESTINO DOS SUICIDAS - Jornal DuGAIO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A rigor, o suicida \u00e9 obrigado a retomar ao corpo carnal, nascendo de novo a fim de completar o tempo que lhe faltava para o compromisso da exist\u00eancia que destruiu. De t\u00e3o grave que foi o choque vibrado em sua organiza\u00e7\u00e3o astral pela terr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o de matar a si pr\u00f3prio. O retorno \u00e9 imperioso a [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Jornal DuGAIO\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio\" \/>\n<meta property=\"article:author\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-10-09T09:00:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2018-01-15T16:09:11+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Antonio Carlos Gaio\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Antonio Carlos Gaio\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O DESTINO DOS SUICIDAS - Jornal DuGAIO","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O DESTINO DOS SUICIDAS - Jornal DuGAIO","og_description":"A rigor, o suicida \u00e9 obrigado a retomar ao corpo carnal, nascendo de novo a fim de completar o tempo que lhe faltava para o compromisso da exist\u00eancia que destruiu. De t\u00e3o grave que foi o choque vibrado em sua organiza\u00e7\u00e3o astral pela terr\u00edvel resolu\u00e7\u00e3o de matar a si pr\u00f3prio. O retorno \u00e9 imperioso a [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/","og_site_name":"Jornal DuGAIO","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio","article_author":"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio","article_published_time":"2017-10-09T09:00:45+00:00","article_modified_time":"2018-01-15T16:09:11+00:00","author":"Antonio Carlos Gaio","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Antonio Carlos Gaio","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/"},"author":{"name":"Antonio Carlos Gaio","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a"},"headline":"O DESTINO DOS SUICIDAS","datePublished":"2017-10-09T09:00:45+00:00","dateModified":"2018-01-15T16:09:11+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/"},"wordCount":1695,"commentCount":0,"keywords":["Alcor\u00e3o","Magna","reencarna\u00e7\u00e3o","suicidas","testamento","Tor\u00e1"],"articleSection":["Cr\u00f4nicas","Espiritualidade"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/","url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/","name":"O DESTINO DOS SUICIDAS - Jornal DuGAIO","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#website"},"datePublished":"2017-10-09T09:00:45+00:00","dateModified":"2018-01-15T16:09:11+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-destino-dos-suicidas\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O DESTINO DOS SUICIDAS"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#website","url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/","name":"Jornal DuGAIO","description":"O que est\u00e1 por detr\u00e1s da not\u00edcia em r\u00e1pidas palavras","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a","name":"Antonio Carlos Gaio","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","caption":"Antonio Carlos Gaio"},"sameAs":["http:\/\/www.jornaldugaio.com.br","https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio"],"url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/author\/acgaio\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102564","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=102564"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102564\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":102565,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102564\/revisions\/102565"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=102564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=102564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=102564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}