﻿{"id":103829,"date":"2018-09-03T00:17:56","date_gmt":"2018-09-03T03:17:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=103829"},"modified":"2018-09-03T00:17:56","modified_gmt":"2018-09-03T03:17:56","slug":"quando-a-inteligencia-vai-rareando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/quando-a-inteligencia-vai-rareando\/","title":{"rendered":"QUANDO A INTELIG\u00caNCIA VAI RAREANDO"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>Era uma vez uma alma humana que encarnou para primar por sua intelig\u00eancia. N\u00e3o uma intelig\u00eancia pr\u00f3pria de um cientista, f\u00edsico ou te\u00f3rico renomado. Mas de uma l\u00f3gica brilhante e tamanha racionalidade que deixavam rasa a complexidade que cercava os problemas abordados por ele. Apesar da tremenda facilidade para destrinchar teoremas, solucionar equa\u00e7\u00f5es e alcan\u00e7ar o infinito da integral, ensinando a seus amigos e colegas de escola, n\u00e3o seguiu a carreira de matem\u00e1tico. Bastava-lhe a amizade e o companheirismo de quem ajudava e auxiliava quanto a um melhor manejo com os n\u00fameros.<br \/>\nContudo, o bom senso e uma linha de racioc\u00ednio que reduziam a zero problemas dif\u00edceis de se encontrar uma sa\u00edda o fizeram dirigir-se \u00e0 engenharia da inform\u00e1tica. A esquematizar caminhos l\u00f3gicos que propiciassem maior velocidade para obter a informa\u00e7\u00e3o desejada ou o resultado ambicionado, fixado na chamada m\u00e1quina \u00e0 sua \u00e9poca, hoje tecnologia, e pela volta mais r\u00e1pida como se estivesse na F\u00f3rmula 1.<br \/>\nA obsess\u00e3o levou-o a afastar-se do lado humano nas quest\u00f5es enfrentadas, do qual tanto prescindia, e foi embotando-o, afundando-o em si mesmo. Mas n\u00e3o se sabe ao certo se predominou uma tend\u00eancia a se fechar na magia dos c\u00e1lculos ou se incompatibilizou com o ser humano, por for\u00e7a do fino trato a que outrora se dedicava, exaurindo seu fil\u00e3o quando passou a desconhecer como lidar com situa\u00e7\u00f5es de relacionamento no seu meio profissional, que se estendeu ao seu casamento e filhos. Separar-se e casar de novo pouco lhe adiantou, como tamb\u00e9m n\u00e3o se disp\u00f4s a desfrutar de outras propostas de trabalho, inclusive no exterior.<br \/>\nAvizinhava-se uma indol\u00eancia de um macuna\u00edma que quebraria qualquer perspectiva em progredir no tabuleiro de xadrez da vida. Acomodava-se em sua postura discreta, calada, c\u00ednica e debochada. Movido por uma total falta de f\u00e9 sejam quais forem os valores morais que norteiam a sociedade, salvo em fun\u00e7\u00e3o de um mundo novo por se construir, mas que tamb\u00e9m desacreditava em virtude de constituir-se numa mera utopia. Um desalento s\u00f3 foi tomando conta de sua alma ao permitir pari passu que a descren\u00e7a ocupasse seu cora\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSer professor de seus amigos, mas n\u00e3o exercer o magist\u00e9rio, foi-lhe fatal no passado. Pois afastou-se da juventude, do frescor das ideias, o que provoca a renova\u00e7\u00e3o e o rejuvenescimento sem fim de nossa alma.<br \/>\nAt\u00e9 que resolveu se aposentar e parar de vez. A decantada intelig\u00eancia j\u00e1 vinha sofrendo duros abalos e rareando \u00e0 medida que n\u00e3o enfrentava seus grandes desafios. Sua filha, indignada, lhe perguntou: para onde foi sua intelig\u00eancia de que seus amigos sempre se admiravam e exaltavam? Procurando instig\u00e1-lo para se espiritualizar temendo a depress\u00e3o que avan\u00e7a inexoravelmente e acaba arrastando para a sepultura a alma humana que n\u00e3o encontra mais sentido na vida. Por ele n\u00e3o ver nem ouvir mais respostas \u00e0s d\u00favidas que sempre lan\u00e7ou aos C\u00e9us, e bem escondia.<br \/>\nO ambiente prop\u00edcio para enfermidades se instalarem, n\u00e3o importa quais pois ter\u00e1 de mudar de h\u00e1bitos de vida. Deixar de fumar e beber, uma comida saud\u00e1vel sem frituras e a\u00e7\u00facar, e abandonar o sedentarismo, o \u00f3cio prazeroso, em suma, o n\u00e3o fazer nada. Com o f\u00edgado e os pulm\u00f5es completamente baqueados ao som de uma tosse de cachorro, ter\u00e1 que lutar pela sobreviv\u00eancia para escapar de pneumonias que chegam sem dar aviso ou v\u00edrus saltitantes que n\u00e3o respeitam ningu\u00e9m ou infec\u00e7\u00f5es simples que podem se agravar e desdobrar-se em infec\u00e7\u00e3o generalizada. O recomendado \u00e9 aprender a respirar, p\u00f4r-se a caminhar e alongar seu corpo esqu\u00e1lido e alquebrado.<br \/>\n&#8211; Voltar a ser crian\u00e7a, isso eu n\u00e3o quero! &#8211; pronunciou-se a intelig\u00eancia rareando.<br \/>\nSe n\u00e3o se cuidar, ir\u00e1 morrer logo ou um pouco depois. E isso ele n\u00e3o quer. Porque tem medo de morrer. O ideal seria protelar, se fosse poss\u00edvel, quem sabe entrar num acordo. Mas ele nunca acreditou em nada depois da morte! Se renegou tudo em que se podia crer em vida, ou seja, em nada. Se desconversava sobre C\u00e9u, Inferno, Ju\u00edzo Final, ou mesmo admitir a exist\u00eancia da reencarna\u00e7\u00e3o e do Plano Espiritual. Natural, se sempre quis dist\u00e2ncia da irreversibilidade da morte, apesar de n\u00e3o condizer com sua alardeada racionalidade. O que poderia fazer, ent\u00e3o, nesse parco tempo de vida que ainda lhe resta? Se falta de f\u00e9 lhe sobra e se a pregui\u00e7a mata qualquer projeto inspirador, para que viver mais? S\u00f3 por medo de encarar o que sempre negou? S\u00f3 se reformular de cabo a rabo toda a sua trajet\u00f3ria. Mas como? Com que meios? Se depender disso, n\u00e3o ir\u00e1 muito longe.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 bem assim. Deus est\u00e1 lhe dando mais uma chance de n\u00e3o desencarnar enquanto n\u00e3o vir a Luz e se renovar, chance essa aparentemente pequena. N\u00e3o deixar tudo por conta da espiritualidade. Dar os primeiros passos aprendendo a andar, rumo a algo maior. Percebendo que a vida n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o que transcorre debaixo de seu nariz e sim o que voc\u00ea carrega na sua consci\u00eancia, olhando para dentro de voc\u00ea. Pois a cada hora somos desafiados a aprender novas li\u00e7\u00f5es e a trabalhar nossos valores com o simples prop\u00f3sito de expandir a nossa consci\u00eancia. Ningu\u00e9m poder\u00e1 fazer isso por voc\u00ea!<br \/>\nCom a intelig\u00eancia rareando, a alma humana titubeia, vacila, mas se n\u00e3o quiser morrer, ter\u00e1 que assumir um caminho. Ou morrer\u00e1 cheio de d\u00favidas, qui\u00e7\u00e1 de arrependimentos no \u00faltimo suspiro.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era uma vez uma alma humana que encarnou para primar por sua intelig\u00eancia. N\u00e3o uma intelig\u00eancia pr\u00f3pria de um cientista, f\u00edsico ou te\u00f3rico renomado. Mas de uma l\u00f3gica brilhante e tamanha racionalidade que deixavam rasa a complexidade que cercava os problemas abordados por ele. 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