﻿{"id":104908,"date":"2020-01-06T00:02:34","date_gmt":"2020-01-06T03:02:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=104908"},"modified":"2020-01-05T23:28:21","modified_gmt":"2020-01-06T02:28:21","slug":"fenelon-um-dos-luminares-do-espiritismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/fenelon-um-dos-luminares-do-espiritismo\/","title":{"rendered":"F\u00c9NELON, UM DOS LUMINARES DO ESPIRITISMO"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>Fran\u00e7ois F\u00e9nelon, prelado, te\u00f3logo, orador e escritor franc\u00eas, nasceu no castelo da fam\u00edlia, em P\u00e9rigord, em 6 de agosto de 1651. Tempo em que bispos tamb\u00e9m podiam ser nobres da alta linhagem, sendo nesse meio que F\u00e9nelon circular\u00e1 a maior parte de sua exist\u00eancia. Ordenou-se sacerdote em 1675, direcionando-se para educar as jovens, escrevendo um tratado, em 1687, na qualidade de preceptor de filhas de duques. Foi preceptor do filho mais novo do rei Lu\u00eds XIV e herdeiro do trono, o Duque de Borgonha, quando, a t\u00edtulo de corrigir o comportamento do pr\u00edncipe atrav\u00e9s de f\u00e1bulas, p\u00f4s a dialogar personalidades hist\u00f3ricas do passado, empenhadas em reavaliar sua postura e seus pr\u00f3prios atos no curioso e criativo texto \u201cDi\u00e1logo dos Mortos\u201d. Em 1697, j\u00e1 como arcebispo, a Santa S\u00e9 condena a obra \u201cExplica\u00e7\u00e3o das m\u00e1ximas dos santos sobre a vida interior\u201d e ele \u00e9 privado de seus t\u00edtulos e proventos. Tamb\u00e9m cai em desgra\u00e7a perante o rei, que descobre cr\u00edticas a seu governo no romance pedag\u00f3gico \u201cAs aventuras de Tel\u00eamaco\u201d, em 1699, banindo-o da corte. Aceitou o rev\u00e9s com humildade e recolheu-se a uma vida austera em sua diocese. Deixa transparecer suas esperan\u00e7as de uma reforma pol\u00edtica em pleno absolutismo no livro \u201cO exame de consci\u00eancia de um rei\u201d, antes de falecer em 1715.<br \/>\nNuma \u00e9poca marcada por reis, nobres e povos se matando por diverg\u00eancias religiosas entre catolicismo e protestantismo, F\u00e9nelon destoava pela toler\u00e2ncia com ideias diferentes das suas e afabilidade e benevol\u00eancia dirigidas a todos com quem debatia, tra\u00e7os marcantes de sua personalidade. No entanto, suas ideias liberais sobre pol\u00edtica e educa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 adensadas pela efervesc\u00eancia espiritual saindo por seus poros e malvista pela Igreja, esbarraram no status quo do meio eclesi\u00e1stico e do Estado mon\u00e1rquico e pr\u00f3 nobre. Mas isso n\u00e3o impediu seu esp\u00edrito de ser convidado pelo Esp\u00edrito da Verdade de participar a partir de 1857, junto a uma pl\u00eaiade de luminares espirituais, na Codifica\u00e7\u00e3o de \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d, \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d e \u201cO Livro dos M\u00e9diuns\u201d, sob a batuta de Allan Kardec.<br \/>\nEm \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d, F\u00e9nelon real\u00e7ou que, de todas as imperfei\u00e7\u00f5es humanas, o ego\u00edsmo \u00e9 a mais dif\u00edcil de desenraizar-se porque deriva da influ\u00eancia mel\u00edflua da mat\u00e9ria. O homem, ainda muito pr\u00f3ximo de sua origem primata, e para cujo entretenimento tudo concorre, n\u00e3o consegue libertar-se de seu ego, n\u00e3o facultando \u00e0 vida moral predominar sobre a vida material e transformar seus h\u00e1bitos e suas rela\u00e7\u00f5es sociais, reduzindo a personalidade \u00e0s suas leg\u00edtimas propor\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEm \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d, F\u00e9nelon observa que muitas vezes o que vos parece mal \u00e9 um bem. Por exemplo, se um homem de bem morre e se o vizinho da casa ao lado \u00e9 daqueles que n\u00e3o sossegam e compram confus\u00e3o a toda hora, dizeis que seria bem melhor que este se fosse. Ignora para quem parte que acabou sua tarefa e, o que fica, talvez nem a tenha come\u00e7ado. O espiritismo considera a liberta\u00e7\u00e3o do inv\u00f3lucro carnal como a verdadeira liberdade, e a exist\u00eancia na Terra um cativeiro. Se a felicidade pura n\u00e3o existe na Terra, sujeita a prova\u00e7\u00f5es e expia\u00e7\u00f5es, o homem a condiciona aos prazeres materiais, ao inv\u00e9s de procur\u00e1-la nos desv\u00e3os da alma, \u00e1vido por tudo aquilo que pode agit\u00e1-lo e perturb\u00e1-lo, criando propositadamente tormentos que dependiam s\u00f3 dele evitar. Para o invejoso e ciumento n\u00e3o h\u00e1 repouso. O que eles n\u00e3o t\u00eam e os outros possuem causa-lhes ins\u00f4nia. O sucesso de seus rivais lhes d\u00e1 vertigem.<br \/>\nProsseguindo no \u201cEvangelho\u201d, F\u00e9nelon ressalta que mesmo o pior dos homens, o mais perverso, o mais criminoso, possui a chama do fogo sagrado do amor, que \u00e9 de ess\u00eancia divina. Ainda que rebaixem a lei do amor ao estado de instinto, comprimidos pelo ego\u00edsmo. Para alguns, a prova da reencarna\u00e7\u00e3o \u00e9 inaceit\u00e1vel e causa horror, limitados a um c\u00edrculo \u00edntimo de parentes ou de amigos, quando deveis passar a amar todos os vossos irm\u00e3os indistintamente, embora a tarefa seja longa e \u00e1rdua. Essa lei do amor deve um dia destruir o ego\u00edsmo sob qualquer forma que se apresente, seja o ego\u00edsmo pessoal ou o restrito \u00e0 fam\u00edlia, \u00e0 religi\u00e3o, ou \u00e0 P\u00e1tria querida &#8211; o limite \u00e9 a Humanidade. N\u00e3o h\u00e1 que acreditar na secura e no endurecimento do cora\u00e7\u00e3o humano; ele cede, mesmo a contragosto, ao verdadeiro amor. O sacrif\u00edcio de amar a quem vos ofende e vos persegue \u00e9 doloroso, mas \u00e9, exatamente, o que vos torna superior a essa fac\u00e7\u00e3o. O \u00f3dio nos distancia de Deus, o amor \u00e9 que nos aproxima Dele. A riqueza \u00e9 representada pelos bens de que somos dotados ao encarnar, e ao n\u00e3o admitirmos ou n\u00e3o empregarmos adequadamente esses bens, estamos em falta com Deus, com o que Ele nos legou.<br \/>\nEm \u201cO Livro dos M\u00e9diuns\u201d, quem est\u00e1 imbu\u00eddo do verdadeiro espiritismo, sublinha F\u00e9nelon, v\u00ea unicamente irm\u00e3os em todos os esp\u00edritas, n\u00e3o admitindo qualquer rivalidade, a n\u00e3o ser a do bem. Ensejada pela grandeza de alma, abnega\u00e7\u00e3o, benevol\u00eancia, bondade, humildade, norteada pelo senso coletivo, jamais operando isolado. Estender\u00e3o as m\u00e3os uns aos outros, como bons vizinhos, que n\u00e3o s\u00e3o menos amigos pelo fato de n\u00e3o habitarem a mesma casa. O que atirar pedra no outro provar\u00e1 que se acha sob interfer\u00eancia espiritual maligna ou obsedado por maus esp\u00edritos. A pedra de toque para se conhecer a natureza dos Esp\u00edritos que o assistem.<br \/>\nF\u00e9nelon ficou conhecido, especialmente nos \u00faltimos anos de vida, por suas ideias contestadoras, que por vezes se chocavam com as autoridades eclesi\u00e1sticas e com o absolutismo reinando na Fran\u00e7a, em seu apogeu. J\u00e1 como esp\u00edrito, confessou que, em sua \u00faltima encarna\u00e7\u00e3o, passou pela tortura de conviver com a a\u00e7\u00e3o de pessoas mal\u00e9volas. Muito embora reiterando que Deus, sempre presente, co\u00edbe, nesta vida e na outra, aqueles que falham na lei do amor ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fran\u00e7ois F\u00e9nelon, prelado, te\u00f3logo, orador e escritor franc\u00eas, nasceu no castelo da fam\u00edlia, em P\u00e9rigord, em 6 de agosto de 1651. Tempo em que bispos tamb\u00e9m podiam ser nobres da alta linhagem, sendo nesse meio que F\u00e9nelon circular\u00e1 a maior parte de sua exist\u00eancia. 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