﻿{"id":106433,"date":"2021-10-04T06:52:00","date_gmt":"2021-10-04T09:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=106433"},"modified":"2021-10-03T12:00:49","modified_gmt":"2021-10-03T15:00:49","slug":"mensagens-de-ines-de-castro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/mensagens-de-ines-de-castro\/","title":{"rendered":"MENSAGENS DE IN\u00caS DE CASTRO"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\">\n<p>\u201cMensagens de In\u00eas de Castro\u201d materializou-se em 1977, psicografadas por Chico Xavier, atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o reveladora do esp\u00edrito liberto de In\u00eas de Castro, a rainha morta de Portugal no s\u00e9culo XIV. Como fiel deposit\u00e1rio, o escritor esp\u00edrita Caio Ramacciotti, que, em 2006 tornou p\u00fablicas em livro as revela\u00e7\u00f5es de In\u00eas de Castro, assinadas por ela.<br>O \u00e1pice dram\u00e1tico da hist\u00f3ria atinge o 7 de janeiro de 1355, a Idade M\u00e9dia de Portugal, com o amor que se tornou eterno de Pedro I e In\u00eas de Castro, com ela morrendo degolada pelo pai de Pedro e rei Afonso IV, na frente de seus filhos. Prossegue em outra encarna\u00e7\u00e3o como a Rainha Joana, injustamente classificada como a \u201cLouca\u201d, filha dos reis cat\u00f3licos, Fernando e Isabel, e mantida enclausurada numa torre de castelo por cerca de 50 anos. Posteriormente, tornou-se Caroline Baudin, que, aos 18 anos, junto com sua irm\u00e3, o Codificador Allan Kardec se valeu de sua excelente mediunidade para obter os ditados psicografados que constaram de \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d e de \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d.<br>De casamento arranjado com Constan\u00e7a Manoel, em 1340, Dom Pedro s\u00f3 teve olhos para In\u00eas de Castro, por quem se apaixonara perdidamente, fosse ela bastarda ou fidalga leg\u00edtima. Malgrado sua posi\u00e7\u00e3o de dama de companhia de Dona Constan\u00e7a poder vir a ferir a benfeitora que a convocou para integrar seu s\u00e9quito. Imprensada entre o reconhecimento pela Senhora que a colocara em servi\u00e7o e a paix\u00e3o que governaria seu cora\u00e7\u00e3o para sempre. Ambas somente conheceram Pedro na igreja. Constan\u00e7a calou-se diante da realidade. Embora a tenha convidado para madrinha de seu primeiro filho com o intuito de dificultar-lhe a aproxima\u00e7\u00e3o com Pedro. <br>Mas n\u00e3o resistiu ao desgosto com o duro destino que lhe foi imposto. Morreu em decorr\u00eancia logo de um parto, em 1345. Pedro vai buscar In\u00eas em seu ex\u00edlio para viver com ela, sem se casar, pelos dez anos seguintes, contrariando os apelos do pai, que a havia exilado para afastar o mal inevit\u00e1vel. \u00c9poca da peste negra, In\u00eas foi brutalmente decapitada a machado, por ordens do rei amparadas por raz\u00f5es frias e convenientes de Estado, devidas \u00e0s suas origens de l\u00edngua castelhana do povo vizinho, um complicador na pol\u00edtica da Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. E na aus\u00eancia de Pedro, que sa\u00edra para ca\u00e7ar, apesar dos maus pressentimentos de In\u00eas, aos quais n\u00e3o deu cr\u00e9dito.<br>In\u00eas de Castro fora arrancada covardemente de seu leito, antes do amanhecer, afastando-a de seus tr\u00eas filhos em sua vida terrena. A perturba\u00e7\u00e3o alucinou sua mente desencarnada, a m\u00e1goa j\u00e1 havia se apoderado de seu cora\u00e7\u00e3o, somando-se a Dom Pedro em dias de revolta e de vingan\u00e7a at\u00e9 que, vencida pelo desalento e inutilidade de sua atitude, afastou-se espiritualmente para que ele seguisse sua vida. Solu\u00e7ando ao se conscientizar de sua pr\u00f3pria desencarna\u00e7\u00e3o, atenuou o \u00f3dio e resolveu se desapegar de Dom Pedro, pondo-se ao abrigo da humildade, saindo de cena da corte portuguesa. Amparada pelo esp\u00edrito de Isabel de Arag\u00e3o, a Rainha Santa, a av\u00f3 de Pedro, que acolhera In\u00eas no Plano Espiritual e buscou assistir o neto nas trevas em que se encontrava, acalmando o seu esp\u00edrito.<br>Mais que direito, a vingan\u00e7a era um dever, a tradi\u00e7\u00e3o consuetudin\u00e1ria \u00e0 \u00e9poca permitia num grau muito maior, como compensa\u00e7\u00e3o da dor sofrida. No entanto, pazes foram feitas, at\u00e9 se assinando um pacto e salvando Portugal de um conflito de imensas propor\u00e7\u00f5es. Pesou na balan\u00e7a o fim pr\u00f3ximo de Afonso IV, coberto de remorso.<br>Muito tempo antes de conhecer Pedro, In\u00eas de Castro sonhou que o encontrava e ele a reconhecia. Quis fugir pois o via casado, embora n\u00e3o tivesse a m\u00ednima ideia de quem era. Sonhou que a fizera sua mulher, mesmo sabendo que ambos n\u00e3o estavam agindo de acordo com as leis e com a Igreja. Flagrava-se dentre seus filhos com Pedro. No per\u00edodo mais feliz da vida de ambos. N\u00e3o tendo outra vida que n\u00e3o seja a pr\u00f3pria vida dele sempre nela presente. Eis que o sonho se transforma em pesadelo, arrastada para o cepo e ficar de joelhos ante o cutelo que se elevava para abater-se sobre seu pesco\u00e7o\u2026 e despert\u00e1-la com um grito horr\u00edvel! Uma aut\u00eantica vis\u00e3o.<br>Ambos n\u00e3o estariam sonhando acordados? Voc\u00ea n\u00e3o pertencer\u00e1 a outro homem que n\u00e3o seja eu, voc\u00ea ser\u00e1 minha para sempre. N\u00e3o mais obedecerei \u00e0s raz\u00f5es de Estado, e sim \u00e0s do cora\u00e7\u00e3o. Dissipando seu perfil de solit\u00e1rio e cada vez mais sozinho no meio da multid\u00e3o. Voc\u00ea ser\u00e1 a minha esposa, a futura rainha de Portugal, m\u00e3e de meus filhos, quando me verei livre das cadeias que sempre privaram de liberdade o meu cora\u00e7\u00e3o. Temo que seus compatriotas n\u00e3o me compreendam e o pesadelo se converta em realidade. Se eu tiver que morrer, n\u00e3o ser\u00e1 propriamente uma morte, e simplesmente uma forma de lhe demonstrar a grandeza do meu amor. Se isso porventura acontecesse, ele a faria soberana de Portugal, mesmo depois de morta. Beijaram-se e se ligaram para todo o sempre. Mas a eles n\u00e3o estava destinada a felicidade em nosso plano aqui na Terra.<br>Casaram-se em segredo, quase sem testemunhas, mais tarde revelado quando Pedro mandou construir um mausol\u00e9u para ambos, moldando a est\u00e1tua de In\u00eas ostentando a coroa de rainha. Num empenho quase compulsivo a fim de prestar a In\u00eas de Castro as honras de soberana. Extenuado de como\u00e7\u00e3o, n\u00e3o acompanhou o resto das ex\u00e9quias, nem a coroa\u00e7\u00e3o p\u00f3stuma, nem o beija-m\u00e3o, nem o longo desfile perante o maravilhoso t\u00famulo, esculpido pelos mestres da escola coimbr\u00e3. Os sinos dobravam sem cessar. A celebrar uma uni\u00e3o feliz e simples, como s\u00e3o os enlaces de almas que se interpenetram.<br>Cessada a tumultuada exist\u00eancia em tempos medievais, Dom Pedro I e In\u00eas de Castro retornaram \u00e0 Terra, no continente europeu, para os necess\u00e1rios ajustes exigidos pelos processos reencarnat\u00f3rios \u00e0s viv\u00eancias do passado de que foram v\u00edtimas. Mas n\u00e3o foram muitas as novas roupagens f\u00edsicas de que se investiram num per\u00edodo de quinhentos anos, at\u00e9 o s\u00e9culo XIX.<br>In\u00eas de Castro como Joana, filha de Fernando Arag\u00e3o e Isabel de Castela, que reuniriam suas coroas lan\u00e7ando as bases da unifica\u00e7\u00e3o dos reinos ib\u00e9ricos da Idade M\u00e9dia, da qual nasceria o reino da Espanha. Casando-se em 1496, mais uma vez com Dom Pedro I, como Felipe I, soberano da dinastia dos Habsburgos da \u00c1ustria, com ela herdando o trono castel\u00e3o por morte da m\u00e3e e de seus irm\u00e3os que lhe antecediam.<br>Joana, a Louca, cognome que n\u00e3o correspondia \u00e0 realidade, seja porque teria enlouquecido, em 1506, com a perda prematura do marido aos 28 anos devido ao seu amor acendrado, quase um s\u00e9culo e meio ap\u00f3s seu falecimento como Dom Pedro I. E por v\u00ea-lo, de novo, escorrer entre suas m\u00e3os, a despeito do desconhecimento do enredo espiritual por todos os atores em cena (desta vez, ele morreria antes de In\u00eas). Seja por conta da vida rica em mediunidade, em que ela se destacava pela vid\u00eancia, ou por ter permanecido reclusa por quase 50 anos at\u00e9 a desencarna\u00e7\u00e3o, em 1555, duzentos anos depois de sua morte como In\u00eas de Castro.<br>O que serviu de prepara\u00e7\u00e3o para suas atividades medi\u00fanicas na Fran\u00e7a do s\u00e9culo XIX, envolvida com a nascente doutrina esp\u00edrita e codificada por Allan Kardec. No corpo f\u00edsico de Caroline Baudin, recebia mensagens do Alto para alimentar \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d. Em 1857, concluiu a tarefa que lhe reservara o Plano Espiritual com rara evolu\u00e7\u00e3o e maturidade precoce em sua alegre e angelical postura, casando-se com um oficial do Ex\u00e9rcito (Pedro reencarnado).        <br>O esp\u00edrito de In\u00eas de Castro \u00e9 quem se manifesta.<br><em>A intelig\u00eancia imortal n\u00e3o perde os v\u00ednculos com o Plano F\u00edsico e nem os la\u00e7os com os entes queridos, com facilidade. Uma tarefa come\u00e7ada, ou adiantada, n\u00e3o se interrompe de todo com a morte f\u00edsica. Tarefa essa reexaminada na Vida Maior, \u00e0s vezes, durante muito tempo e, quando surge a oportunidade, \u00e9 retomada pelo esp\u00edrito que a iniciou ou que a deixou inacabada &#8211; a viagem do esp\u00edrito ao longo das encarna\u00e7\u00f5es.<br>A Hist\u00f3ria n\u00e3o registra os fatos como realmente s\u00e3o ou ocorreram. As rela\u00e7\u00f5es terrenas se baseiam no que parece, mas os apontamentos espirituais repousam naquilo que \u00e9. Ambos os planos se intercambiam, os amigos da Terra materializada solicitam certas medidas, relativamente a provid\u00eancias que sup\u00f5em necess\u00e1rias, e n\u00f3s do Plano Espiritual pedimos aux\u00edlio em apoio dos que mais amamos e que l\u00e1 se encontram.<\/em><br>Em 1927, Chico Xavier viu iluminar de um lil\u00e1s prateado o seu humilde quarto. De admir\u00e1vel presen\u00e7a, o esp\u00edrito de Isabel de Arag\u00e3o, a Rainha Santa, falando em castelhano. N\u00e3o conhecia senhora alguma com seu nome. A solicitar seu aux\u00edlio em favor dos pobres. Mas se sou pobre e nada tenho a dar! Est\u00e1 sendo requisitado a repartir os p\u00e3es com os necessitados. Mas se quase sempre n\u00e3o tenho para mim, como repartir com os outros? Chegar\u00e1 o tempo em que dispor\u00e1 de mais recursos. S\u00f3 que n\u00e3o poder\u00e1 receber vantagem material alguma pelas p\u00e1ginas que ir\u00e1 produzir. Chico chorou de emo\u00e7\u00e3o at\u00e9 o amanhecer do dia seguinte. 15 dias depois, apareceu-lhe um sacerdote vestido de branco, identificando-se como um dos confessores da Rainha Santa e lhe informando quem ela era: protetora de todas as obras de caridade e de instru\u00e7\u00e3o na Espanha e Portugal. Quando encarnada, j\u00e1 desenvolvia elevadas iniciativas de benefic\u00eancia e educa\u00e7\u00e3o na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, at\u00e9 que voltou ao mundo espiritual em 1336.<br>O que bastou para Chico Xavier manter a distribui\u00e7\u00e3o semanal de p\u00e3es a crian\u00e7as, fam\u00edlias e idosos carentes de Pedro Leopoldo e Uberaba at\u00e9 nos deixar em 30 de junho de 2002.  <br>Por meio de Chico Xavier, seja sob a forma de poemas ou cartas, as mensagens de In\u00eas de Castro foram transcritas ao longo de 1977, descrevendo di\u00e1logos profundos com Pedro &#8211; arquivados h\u00e1 mais de seis s\u00e9culos em sua mem\u00f3ria -, que retratam a m\u00e1gica hist\u00f3ria do amor medieval com repercuss\u00f5es no futuro, somente explicadas pela reencarna\u00e7\u00e3o.<br>Numa de suas \u00faltimas cartas, se dirige a um Pedro, enclausurado no isolamento de uma forte coura\u00e7a, muito aqu\u00e9m das responsabilidades que In\u00eas assumira junto \u00e0 Rainha Santa, sem conseguir desatar os la\u00e7os humanos de carinho e suprema compreens\u00e3o que o unia a ela, incitando-o a sair desse ref\u00fagio de afeto para trabalhar por nossos irm\u00e3os em Humanidade, a verdadeira miss\u00e3o.<br><em>Divulgareis a f\u00e9 em Deus e na imortalidade da alma, ensinando e curando, aliviando e auxiliando. Pe\u00e7o-vos, com toda a venera\u00e7\u00e3o com que vos amo, n\u00e3o sofrais por palavras minhas. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o nos iludamos quanto a seis s\u00e9culos que passaram, um mil\u00eanio na vida do Esp\u00edrito \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0 dura\u00e7\u00e3o de um dia. Homens buscam ganhar as guerras, e n\u00f3s, em nome do Cristo e Senhor, aspiramos ao ganho da paz. Os homens criam titula\u00e7\u00f5es que eles mesmos destroem, quando o tempo lhes acentua a maturidade. Saibais servir-se da dor e da ren\u00fancia para ascender a invej\u00e1vel condi\u00e7\u00e3o espiritual, com as quais o Senhor permitir\u00e1 que vos fa\u00e7ais servidores de outros reinos, o reino da verdade e do amor, cujos dom\u00ednios est\u00e3o vivos nos cora\u00e7\u00f5es humanos, na conquista dos quais \u00e9 preciso sofrer para compreender e, muitas vezes, perder para ganhar.  <\/em> <\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: XAVIER, Francisco C\u00e2ndido e RAMACCIOTTI, Caio. Mensagens de In\u00eas Castro &#8211; Uma vis\u00e3o hist\u00f3rica e espiritual. S\u00e3o Bernardo do Campo &#8211; SP: Grupo Esp\u00edrita Emmanuel, 2006.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cMensagens de In\u00eas de Castro\u201d materializou-se em 1977, psicografadas por Chico Xavier, atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o reveladora do esp\u00edrito liberto de In\u00eas de Castro, a rainha morta de Portugal no s\u00e9culo XIV. 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