﻿{"id":106688,"date":"2022-01-31T00:34:00","date_gmt":"2022-01-31T02:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=106688"},"modified":"2022-01-30T19:36:02","modified_gmt":"2022-01-30T21:36:02","slug":"o-homem-nao-pode-mais-viver-a-merce-dos-seus-instintos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/o-homem-nao-pode-mais-viver-a-merce-dos-seus-instintos\/","title":{"rendered":"O HOMEM N\u00c3O PODE MAIS VIVER \u00c0 MERC\u00ca DOS SEUS INSTINTOS"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\">\n<p>Ao atingir o entorno da idade de 65 anos, eis que a ere\u00e7\u00e3o do homem perde a outrora vitalidade, vulgarmente chamada de pensar com a cabe\u00e7a do pau, a caminho da cientificamente batizada disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til. A despeito de a regress\u00e3o causar mais estrago ao estado psicol\u00f3gico identificado como o orgulho da ra\u00e7a. A amea\u00e7a da disfun\u00e7\u00e3o surge mais como resultado da busca por um amar de forma sadia no qual o homem acredita: travar um s\u00e9rio embate para o prazer n\u00e3o se escafeder e permanecer em suas incurs\u00f5es guiadas pela pura efervesc\u00eancia criativa, o que o fazia embrenhar por plagas nunca dantes percorridas e que permitiam maior autoconhecimento.<br>Embora n\u00e3o queira revelar se a raz\u00e3o maior da disfun\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi o acabrunhamento paulatino com a rea\u00e7\u00e3o das mulheres, ao introverter decep\u00e7\u00f5es amorosas pari passu com a perda progressiva de poder e privil\u00e9gios nos relacionamentos \u00e0 medida que a mulher foi se assenhoreando de seu espa\u00e7o. Desavergonhadamente, bem que gostaria de declarar em alto e bom som: sou v\u00edtima de um verdadeiro cerco psicol\u00f3gico contra minha vitalidade em busca do prazer.    <br>A virilidade j\u00e1 n\u00e3o se fazer presente salvo se for por amor, para o qual ele deveria abrir os olhos. Quando anteriormente era por qualquer mulher que ele desejasse, ou mesmo se ela viesse a nele despertar alguma atra\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o havia sido detectada em seu radar. Antes era muito mais f\u00e1cil, hoje ficou estritamente limitado, sob protestos de seu inconformismo.<br>Acabou a festa e a pretens\u00e3o de abra\u00e7ar o mundo com as pernas. Soa como uma li\u00e7\u00e3o para quem n\u00e3o soube abra\u00e7ar o amor e fixar ra\u00edzes, optando por pular de galho em galho e deleitar-se no prazer de voar, visualizar o panorama de cima e somente descer \u00e0 terra se funcionando como ave de rapina.<br>Todavia, n\u00e3o h\u00e1 que desanimar. O desejo continua l\u00e1, apenas tornou-se mais amadurecido e menos indiscriminado, prescindindo do sexo anabolizado, mas necessitado de envolvimento, tarefa dif\u00edcil nessa idade. Fantasias aparentemente imposs\u00edveis de realizar n\u00e3o deixaram de ocorrer. O que mudou foi a conviv\u00eancia estreita com o fantasma da disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til passar a exigir fantasias que refletissem amor verdadeiro ou relacionado a amar para valer, de tal maneira que viesse bancar a ere\u00e7\u00e3o e sustentar a ejacula\u00e7\u00e3o. Procurando aceitar o que a vida nos disponibiliza, nos oferece ou nos prop\u00f5e para destrinchar e desenvolver uma rela\u00e7\u00e3o.<br>A disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, portanto, \u00e9 o pren\u00fancio da perda de sinais de vitalidade. N\u00e3o de sinais da vida propriamente dita. A vitalidade n\u00e3o \u00e9 pouca coisa por se desapegar, em raz\u00e3o de ser uma energia com o esplendor do Sol que, na sua ess\u00eancia, nos vincula \u00e0 vida e a torna necess\u00e1ria para nos mantermos ativos e bem despertos.<br>Significa, pura e simplesmente, aceitar os reflexos da queda no pr\u00f3prio corpo, que decai com o avan\u00e7o da idade, mas que pode embutir mudan\u00e7as e sinalizar a aquisi\u00e7\u00e3o de novos elementos para ingressar em outro ser. A quest\u00e3o se prende a se libertar do apego ao arcabou\u00e7o que depende da vitalidade e do condicionamento a que o homem est\u00e1 sujeito, iniciado pela m\u00e3e que estimula sua masculinidade desde cedo. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil transpor a diferen\u00e7a abissal entre o homem que sempre foi e o homem, apesar da idade, que est\u00e1 por nascer, fruto dessa vitalidade de toda uma exist\u00eancia que amea\u00e7a se esvair, para dar lugar a um outro homem que deseja continuar criativo, l\u00facido, de mentalidade jovem a ponto de n\u00e3o mais se entender com os seus contempor\u00e2neos, e n\u00e3o perder as esperan\u00e7as. Tornando-se um s\u00e1bio. <br>A esperan\u00e7a de acordar cedo sempre disposto para o que est\u00e1 por vir e n\u00e3o perder a gana de viver, produzindo cada vez mais, ajudando a quem pode e trazendo alento a quem precisa. Portanto, tudo passa espiritualmente pelo desapego a essa intensa vitalidade f\u00edsica para dar lugar aos cuidados extremos, quando outrora n\u00e3o havia tempo. Tudo passa espiritualmente pelo descondicionamento do arcabou\u00e7o de que se vale a sexualidade e vincula o amor, tornando o homem dependente de seus instintos como um beb\u00ea, obediente a um atavismo, notadamente na \u00e1rea comportamental, o que o faz escravo e n\u00e3o contribui para sua evolu\u00e7\u00e3o. O arcabou\u00e7o \u00e9 f\u00edsico, mental, intelectual, abarcando todos os n\u00edveis de fantasias, com nem mesmo os sonhos vislumbrando alguma alternativa exequ\u00edvel nesta humanidade.<br>Vencer o cativeiro que a infraestrutura do ser humano nos imp\u00f5e \u00e9 a miss\u00e3o. Sentir que existe futuro nessa nova etapa e transcender. O bom funcionamento s\u00f3 vem com muito amor.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao atingir o entorno da idade de 65 anos, eis que a ere\u00e7\u00e3o do homem perde a outrora vitalidade, vulgarmente chamada de pensar com a cabe\u00e7a do pau, a caminho da cientificamente batizada disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til. A despeito de a regress\u00e3o causar mais estrago ao estado psicol\u00f3gico identificado como o orgulho da ra\u00e7a. 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