﻿{"id":110599,"date":"2026-01-09T09:17:36","date_gmt":"2026-01-09T12:17:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?p=110599"},"modified":"2026-01-12T09:18:37","modified_gmt":"2026-01-12T12:18:37","slug":"capitulo-257-dura-a-nossa-existencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/","title":{"rendered":"CAP\u00cdTULO 257 &#8211; DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\">\n<p>Em junho de 1943, aos 18 anos, Oona O\u2019Neill se casou com Charlie Chaplin de 54 anos, 36 anos mais velho. \u00c0 \u00e9poca, foi um esc\u00e2ndalo. Para o pai dela, uma trai\u00e7\u00e3o imperdo\u00e1vel, pois nela enxergava um futuro aberto e promissor diante de sua beleza e intelig\u00eancia. Oona era filha de Eugene O\u2019Neill, o dramaturgo vencedor do Nobel que redefiniu o teatro americano com hist\u00f3rias de fam\u00edlias despeda\u00e7adas.<br>Charlie Chaplin, o \u00edcone do cinema mudo como o eterno vagabundo, a lenda viva de Hollywood. J\u00e1 havia se casado tr\u00eas vezes, sempre com mulheres muito mais jovens. Tinha filhos adolescentes, uma carreira em decl\u00ednio e esc\u00e2ndalos que colocavam na sua conta.<br>Para o p\u00fablico, a narrativa parecia \u00f3bvia: um astro envelhecido se aproveitando da juventude casando-se com uma jovem em busca de uma figura paterna. O fato de Chaplin ser apenas seis meses mais velho que o pai dela tornou tudo ainda mais chocante.<br>Eugene O\u2019Neill reagiu com f\u00faria. J\u00e1 contrariado com o desejo da filha em querer seguir a carreira art\u00edstica, viu no casamento o golpe final. Ele a deserdou imediatamente &#8211; \u00e0 \u00e9poca, gesto comum de pais autorit\u00e1rios em retalia\u00e7\u00e3o a filhos que n\u00e3o os obedeciam. E nunca mais dirigiu a palavra \u00e0 Oona. At\u00e9 sua morte, em 1953, recusou qualquer tentativa de reconcilia\u00e7\u00e3o.<br>Oona, por\u00e9m, n\u00e3o recuou. Casou-se com Chaplin em uma cerim\u00f4nia civil discreta, na Calif\u00f3rnia. Apenas duas testemunhas estavam presentes. Ela abandonou completamente o sonho de atuar &#8211; n\u00e3o por falta de talento, mas por escolha. Preferiu construir algo \u00edntimo em um mundo que tudo transformava em espet\u00e1culo. Contrariando todas as previs\u00f5es, o casamento n\u00e3o ruiu. O amor durou 34 anos. Juntos, tiveram oito filhos.<br>Mas amar Chaplin significava compartilhar seu ex\u00edlio. Em 1952, durante o auge do macarthismo, o governo americano revogou o visto de retorno de Chaplin, quando ele se recusou a ser interrogado sobre suas posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e aspectos de sua vida pessoal. Oona fez sua escolha &#8211; mais uma vez. Voltou sozinha aos Estados Unidos, empacotou toda a vida que haviam constru\u00eddo em Beverly Hills, renunciou \u00e0 cidadania americana e seguiu o marido para se estabelecerem na Su\u00ed\u00e7a &#8211; no Manoir de Ban, em Corsier-sur-Vevey, numa mans\u00e3o do s\u00e9culo XVIII \u00e0s margens do Lago L\u00e9man. Ali criaram um mundo fechado, quase isolado. Raramente se separavam. Chaplin dependia de Oona, do ponto de vista pr\u00e1tico, emocional e art\u00edstico. Ela cuidava de tudo: da rotina, dos neg\u00f3cios, da mem\u00f3ria dele. Os \u00faltimos quatro filhos nasceram no lar su\u00ed\u00e7o, com Chaplin tornando-se pai novamente j\u00e1 na casa dos setenta anos.<br>Em 1972, os Estados Unidos finalmente o convidaram de volta para receber um Oscar honor\u00e1rio, em noite de reden\u00e7\u00e3o. Um acerto de contas com o passado, regado a fartos aplausos. Oona estava ao seu lado, como sempre. Ele viria a morrer no Natal de 1977, aos 88 anos, deixando-a vi\u00fava aos 52 anos. Uma conviv\u00eancia de 34 anos, na qual Oona construiu sua identidade em torno de um \u00fanico papel: ser a esposa de Charlie Chaplin. Quando ele morreu, o mundo que ela sustentara com tanta devo\u00e7\u00e3o desmoronou. Tentou dar sequ\u00eancia \u00e0 sua vida, dividindo-se entre a Su\u00ed\u00e7a e Nova York. Mas n\u00e3o conseguiu se reencontrar. Aos poucos, caiu no mesmo abismo que destru\u00edra o pai e o irm\u00e3o: o alcoolismo. Tornou-se reclusa, voltando definitivamente \u00e0 mans\u00e3o onde vivera os anos de ex\u00edlio. Embora tivesse escrito di\u00e1rios e cartas por toda a vida, deixou instru\u00e7\u00f5es claras em seu testamento: tudo deveria ser destru\u00eddo.<br>A ducent\u00e9sima quinquag\u00e9sima s\u00e9tima interven\u00e7\u00e3o espiritual, em 9 de janeiro, se iniciou com c\u00e2nticos no intuito de abrir caminho para os esp\u00edritos curadores, prosseguindo com a leitura de \u201cVinha de Luz\u201d, 165 (\u201cAssim como\u201d), de Chico Xavier pelo Esp\u00edrito Emmanuel, e estudo preliminar do cap\u00edtulo 11 (\u201cAmar ao pr\u00f3ximo como a si mesmo\u201d), itens 5, 6 e 7 (\u201cDai a C\u00e9sar o que \u00e9 de C\u00e9sar\u201d) do livro de Allan Kardec, \u201cO Evangelho segundo o Espiritismo\u201d.<br>Para que nos furtar o registro dos segredos de seu grande amor, ou mesmo suas d\u00favidas, dores ou sacrif\u00edcios, se decidiu ser enterrada ao lado de Charles Chaplin? N\u00e3o seria nenhum motivo de vergonha, ao contr\u00e1rio, e nos permitiria aprofundar no car\u00e1ter humano de um amor dessa propor\u00e7\u00e3o, que envolveu personagens de tamanha fama e import\u00e2ncia. Ter\u00edamos muito a aprender com Oona O\u2019Neill Chaplin, que morreu de c\u00e2ncer aos 66 anos, em 1991, quatorze anos depois de perder o homem que fora seu eixo.<br>Seu pai, Eugene O\u2019Neill, o homem que escreveu algumas das maiores trag\u00e9dias familiares do s\u00e9culo XX, mas que n\u00e3o conseguiu perdoar a pr\u00f3pria filha por ela manter-se fiel ao amor, desencarnando com ressentimento por ela ter criado sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Charles Chaplin desafiou Hitler ao satiriz\u00e1-lo no filme \u201cO grande ditador\u201d, em 1940, e a paranoia anticomunista que vigorava nos Estados Unidos no p\u00f3s-2\u00aa Guerra Mundial, que fechou as portas para o maior ator do mundo de todos os tempos, obrigando-o a se exilar na Su\u00ed\u00e7a. Apesar de todo o seu prest\u00edgio, foi duramente humilhado e desprezado, como se estivessem arrancando sua pele a sangue-frio.<br>Quantas provas tiveram de vencer, injusti\u00e7as sofridas e tentativas para se rebaixar quem pensasse em contr\u00e1rio! Quanta velhacaria com apar\u00eancia de honesto para se obter com trapa\u00e7as o que se deseja! E a que todos n\u00f3s estamos sujeitos em cada encarna\u00e7\u00e3o para resgatar o carma.<br>Dura a nossa exist\u00eancia, embora pautada pelo amor.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em junho de 1943, aos 18 anos, Oona O\u2019Neill se casou com Charlie Chaplin de 54 anos, 36 anos mais velho. \u00c0 \u00e9poca, foi um esc\u00e2ndalo. Para o pai dela, uma trai\u00e7\u00e3o imperdo\u00e1vel, pois nela enxergava um futuro aberto e promissor diante de sua beleza e intelig\u00eancia. Oona era filha de Eugene O\u2019Neill, o dramaturgo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[82],"tags":[],"class_list":["post-110599","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-como-tudo-comecou-depois-do-cancer"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>CAP\u00cdTULO 257 - DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA - Jornal DuGAIO<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"CAP\u00cdTULO 257 - DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA - Jornal DuGAIO\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Em junho de 1943, aos 18 anos, Oona O\u2019Neill se casou com Charlie Chaplin de 54 anos, 36 anos mais velho. \u00c0 \u00e9poca, foi um esc\u00e2ndalo. Para o pai dela, uma trai\u00e7\u00e3o imperdo\u00e1vel, pois nela enxergava um futuro aberto e promissor diante de sua beleza e intelig\u00eancia. Oona era filha de Eugene O\u2019Neill, o dramaturgo [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Jornal DuGAIO\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio\" \/>\n<meta property=\"article:author\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-01-09T12:17:36+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-01-12T12:18:37+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Antonio Carlos Gaio\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Antonio Carlos Gaio\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"CAP\u00cdTULO 257 - DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA - Jornal DuGAIO","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"CAP\u00cdTULO 257 - DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA - Jornal DuGAIO","og_description":"Em junho de 1943, aos 18 anos, Oona O\u2019Neill se casou com Charlie Chaplin de 54 anos, 36 anos mais velho. \u00c0 \u00e9poca, foi um esc\u00e2ndalo. Para o pai dela, uma trai\u00e7\u00e3o imperdo\u00e1vel, pois nela enxergava um futuro aberto e promissor diante de sua beleza e intelig\u00eancia. Oona era filha de Eugene O\u2019Neill, o dramaturgo [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/","og_site_name":"Jornal DuGAIO","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio","article_author":"https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio","article_published_time":"2026-01-09T12:17:36+00:00","article_modified_time":"2026-01-12T12:18:37+00:00","author":"Antonio Carlos Gaio","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Antonio Carlos Gaio","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/"},"author":{"name":"Antonio Carlos Gaio","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a"},"headline":"CAP\u00cdTULO 257 &#8211; DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA","datePublished":"2026-01-09T12:17:36+00:00","dateModified":"2026-01-12T12:18:37+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/"},"wordCount":971,"commentCount":0,"articleSection":["Um novo olhar sobre Kardec"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/","url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/","name":"CAP\u00cdTULO 257 - DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA - Jornal DuGAIO","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#website"},"datePublished":"2026-01-09T12:17:36+00:00","dateModified":"2026-01-12T12:18:37+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/capitulo-257-dura-a-nossa-existencia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"CAP\u00cdTULO 257 &#8211; DURA A NOSSA EXIST\u00caNCIA"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#website","url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/","name":"Jornal DuGAIO","description":"O que est\u00e1 por detr\u00e1s da not\u00edcia em r\u00e1pidas palavras","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/#\/schema\/person\/fd9f5473d82adc8c0b9c4dac6004e97a","name":"Antonio Carlos Gaio","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/907bef3ce6856ee9e843b72f479d32a07fa20b39117fb4bfb746882631b7780b?s=96&d=mm&r=g","caption":"Antonio Carlos Gaio"},"sameAs":["http:\/\/www.jornaldugaio.com.br","https:\/\/www.facebook.com\/antoniocarlos.gaio"],"url":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/author\/acgaio\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110599","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110599"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110599\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":110600,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110599\/revisions\/110600"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110599"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110599"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110599"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}