﻿{"id":2026,"date":"2002-10-15T19:34:02","date_gmt":"2008-05-12T20:26:40","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-17T22:21:54","modified_gmt":"2023-05-18T01:21:54","slug":"ivan-o-terrivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/ivan-o-terrivel\/","title":{"rendered":"IVAN, O TERR&#205;VEL"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>De 1462 a 1505, Ivan III p\u00f5e fim \u00e0 suserania t\u00e1rtara, funda o Estado Russo independente, cuja autocracia imperial seguiu as concep\u00e7\u00f5es do primado romano ao anexar a maior parte dos principados vizinhos. A id\u00e9ia era transformar Moscou numa terceira Roma, sucessora do poder do imp\u00e9rio romano e bizantino, este rec\u00e9m-extinto pelos turcos otomanos.<br \/>Seu neto Ivan, o Terr\u00edvel, foi considerado o maior tirano da hist\u00f3ria da R\u00fassia, que reinou por 53 anos e acabou morrendo louco. Sua inf\u00e2ncia explica. Aos 3 anos, seu pai morreu e aos 8, perdeu a m\u00e3e que, sob a a\u00e7\u00e3o do veneno, ainda teve tempo de alert\u00e1-lo quanto ao futuro que lhe esperava. Cresceu observando as fam\u00edlias l\u00edderes de sua terra &#8211; boiardos &#8211; lutarem por parcelas do poder ao assumirem a reg\u00eancia. Assassinando uns aos outros. Em p\u00fablico, os regentes lhe reverenciavam, no particular tratavam-no avaramente, tanto na alimenta\u00e7\u00e3o como nas vestimentas, e pilhavam o tesouro imperial. Instilando medo na crian\u00e7a Ivan que, aos 5 anos, participava de cerim\u00f4nias oficiais e presidia as reuni\u00f5es do conselho de reg\u00eancia.<br \/>Durante uma dessas reuni\u00f5es, aproveitou o desentendimento reinante para criticar a m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o e o esbanjamento de recursos. Sem que ningu\u00e9m esperasse, ordenou a pris\u00e3o do regente, que, ao tentar fugir, foi morto por futuros aliados do futuro soberano. Pouco a pouco, Ivan foi assumindo o poder, demonstrando que aprendeu a matar ao liquidar com todos os parentes que restaram das fam\u00edlias regentes, antes que fosse tarde demais.<br \/>Coroado aos 16 anos, os sinos tocaram em todo o pa\u00eds para celebrar o casamento com Anastasia Romanovna, que exerceu um papel importante no per\u00edodo feliz do reinado. Vieram do estrangeiro manuscritos raros e impressoras para publicar livros, traduziram-se obras russas para mostrar ao mundo que a R\u00fassia n\u00e3o era um pa\u00eds atrasado, a despeito de o poder de ler e escrever abalar a seguran\u00e7a do monarca.<br \/>Ivan IV, o Terr\u00edvel, foi o primeiro soberano russo a ostentar o t\u00edtulo de czar (C\u00e9sar), ao expulsar os t\u00e1rtaros da rota comercial do Mar C\u00e1spio, em 1555. Para comemorar a vit\u00f3ria, construiu a Bas\u00edlica de S\u00e3o Bas\u00edlio na Pra\u00e7a Vermelha, not\u00f3ria pelos bulbos de alturas e cores diferentes em torno da capela central. Ao ver conclu\u00eddo aquele mimo tirado de um conto de fadas, ordenou que cegassem o arquiteto respons\u00e1vel e amea\u00e7ou outros que tentassem reproduzir seja qual for o rinc\u00e3o.<br \/>O gosto de Ivan pela grandiosidade o tornou colecionador de tronos &#8211; todos queriam agrad\u00e1-lo -, e se estendeu aos prazeres da mesa. N\u00e3o hesitava em presidir banquetes que podiam durar de seis horas at\u00e9 um m\u00eas, onde centenas de convivas eram recebidos e anunciados na chegada. As iguarias eram servidas em baixela de ouro ou prata incrustada de pedras preciosas, bebiam em copos de chifre de rena e conchas de ovos de avestruz. Entre fatias de cor\u00e7a e peito de fais\u00e3o, os criados mudavam de libr\u00e9 (roupa) e o czar, de in\u00fameras coroas.<br \/>Sua meta era alcan\u00e7ar uma sa\u00edda para o mar e a uni\u00e3o da terra russa contra o invasor estrangeiro. Os rios nasciam e percorriam a R\u00fassia, mas a foz estava nas m\u00e3os de n\u00f3rdicos, polacos e liv\u00f4nios (Let\u00f4nia e Est\u00f4nia). Para negociar com a Inglaterra havia que evitar o B\u00e1ltico, contornar a Noruega e oferecer uma via de com\u00e9rcio para o Oriente atrav\u00e9s do Mar Branco. Os boiardos e a Igreja Ortodoxa teriam de cortar o excesso de suas gorduras e financiar soldados e ex\u00e9rcitos.<br \/>Ao subtrair poderes da aristocracia heredit\u00e1ria e dos patriarcas, enfeixando em si, atrai o olho maligno da coliga\u00e7\u00e3o, colhe derrotas na semente da guerra e a czarina Anastasia morre envenenada. Come\u00e7a o per\u00edodo nefasto do reinado de Ivan, o Terr\u00edvel. Seu esp\u00edrito vagueia, mergulha na paran\u00f3ia, afunda na dispers\u00e3o e, em 1564, abdica repentinamente. Os pequenos propriet\u00e1rios rurais o ap\u00f3iam no confronto com os boiardos, arregimentam o povo, que exige seu retorno. Ivan p\u00f4de assim ditar os termos de sua reintegra\u00e7\u00e3o e obter o poder quase absoluto. A ren\u00fancia como estrat\u00e9gia, um exemplo para os ditadores.<br \/>Envereda pelo caminho da repress\u00e3o mais cruel, tortura, arrasa e mata, quem for considerado suspeito de conspirar contra ele, pr\u00f3ximo ou distante, ser\u00e1 executado. Em 1570, explodiram dist\u00farbios em Novgorod, Ivan massacra o povo, acusado de rebeli\u00e3o, e retira o poder remanescente das m\u00e3os dos boiardos. Deita abaixo cidades inteiras e n\u00e3o alivia nem parentes seus, assassinando por extens\u00e3o suas fam\u00edlias.<br \/>Para se proteger de trai\u00e7\u00f5es, criou sua guarda pessoal, a Opritchina, a primeira de uma s\u00e9rie de c\u00e9lebres e mal afamadas pol\u00edcias secretas da R\u00fassia. Vestidos de negro e em cavalos da mesma cor, os opritchiniks sa\u00edam \u00e0 procura de suspeitos que ousavam desafiar seu reinado ou que de alguma forma mostrassem desrespeito. Quando n\u00e3o se virava contra poderosas figuras da sociedade e as humilhava para evitar seu retorno \u00e0 dignidade de seus cargos.<br \/>Eram tempos de inquisi\u00e7\u00e3o, em que se promovia ca\u00e7a \u00e0s bruxas, se incentivava o genoc\u00eddio dos \u00edndios nas Am\u00e9ricas, a pretexto de que eram canibais selvagens, segundo os jesu\u00edtas, at\u00e9 se discutir sua inser\u00e7\u00e3o no nosso meio, se estariam \u00e0 altura da nossa civiliza\u00e7\u00e3o.<br \/>Na conquista da Sib\u00e9ria pelas tropas cossacas o imp\u00e9rio se expande. No sentido inverso, avan\u00e7ou sobre o mesmo territ\u00f3rio, de propor\u00e7\u00f5es continentais, anteriormente ocupado pelos mong\u00f3is, demonstrando que aprenderam a li\u00e7\u00e3o no erro dos t\u00e1rtaros, assentando-se nas estepes da R\u00fassia Branca. Se a Am\u00e9rica era um continente por ocupar, a despertar cobi\u00e7as e provocar a semeadura do imperialismo, por que n\u00e3o a Sib\u00e9ria? Um pr\u00eamio justo, na verdade, os russos contiveram a investida dos mong\u00f3is por sobre a Europa, fato esse n\u00e3o reconhecido nos comp\u00eandios oficiais da Hist\u00f3ria.<br \/>No fim de seu devastador imp\u00e9rio, Ivan, o Terr\u00edvel, inaugurou o ex\u00edlio na Sib\u00e9ria como f\u00f3rmula de isolar os oponentes da ideologia predominante e mant\u00ea-los em c\u00e1rcere coletivo nos campos de concentra\u00e7\u00e3o sob o regime de trabalhos for\u00e7ados, em nome de uma causa justa. Apesar do frio poder ser seu coveiro, o ex\u00edlio era melhor que o castigo atrav\u00e9s de torturas s\u00e1dicas e execu\u00e7\u00f5es, objeto de sua ira tresloucada contra seus inimigos em Moscou, quando n\u00e3o assistia pessoalmente. Chegou a espancar e matar seu filho primog\u00eanito que dizia amar. Foi neste momento que ele perdeu a raz\u00e3o.<br \/>Conhecer a data de sua pr\u00f3pria morte tornou-se uma obsess\u00e3o. Convocou 60 feiticeiros da Lap\u00f4nia, que lhe precisaram o dia em 18 de mar\u00e7o de 1584. Na v\u00e9spera, n\u00e3o suportou e morreu de um ataque card\u00edaco.<br \/>Seu filho Fedor, d\u00e9bil e incompetente, herdou o trono, por\u00e9m, de fato, o poder estava nas m\u00e3os de seu cunhado, Boris Godunov, que n\u00e3o titubeou em assassinar o pequeno Dimitri, irm\u00e3o e herdeiro de Fedor. Com a morte de Fedor, Godunov se autoproclama czar, inspirando Mussorgsky na c\u00e9lebre \u00f3pera que leva seu nome. Eis que surgem dois pretendentes ao trono jurando serem Dimitri, a crian\u00e7a assassinada que teria milagrosamente escapado dos seus algozes. Os impostores foram amparados pela Pol\u00f4nia que os usou como trunfo na disputa de fronteiras com a R\u00fassia, ao invadi-la em 1610.<br \/>Diante desta amea\u00e7a, a assembl\u00e9ia dos senhores feudais procurou um czar capaz de agregar todas as fac\u00e7\u00f5es em nome da soberania do pa\u00eds e entregou a coroa a Michael Romanov, um pr\u00edncipe muito respeitado, aparentado de Anastasia. Arcaram 70 anos para expulsarem os poloneses de seus dom\u00ednios, arrancando a Ucr\u00e2nia Oriental das m\u00e3os da Pol\u00f4nia e consolidando as fronteiras do pa\u00eds at\u00e9 o Pac\u00edfico, fundava-se uma dinastia que iria encerrar o ciclo dos czares tr\u00eas s\u00e9culos depois, na Revolu\u00e7\u00e3o Comunista de 1917. Sua marca registrada, a servid\u00e3o &#8211; depend\u00eancia da plebe para a aristocracia.<br \/>Onde pisou, a grama n\u00e3o cresceu mais. 53 anos de Ivan, o Terr\u00edvel, geraram 100 anos de convuls\u00f5es originadas em disputas din\u00e1sticas, subleva\u00e7\u00f5es e invas\u00f5es estrangeiras, que redundaram no inc\u00eandio de Moscou assinado pelos poloneses. Desforra somente concedida na 2\u00aa Guerra Mundial, no cumprimento do pacto Ribbentrop-Molotov, em que dividiu irm\u00e3mente os despojos da Pol\u00f4nia com a Alemanha &#8211; ningu\u00e9m melhor que o russo para saber que vingan\u00e7a \u00e9 um prato que se serve frio.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 1462 a 1505, Ivan III p\u00f5e fim \u00e0 suserania t\u00e1rtara, funda o Estado Russo independente, cuja autocracia imperial seguiu as concep\u00e7\u00f5es do primado romano ao anexar a maior parte dos principados vizinhos. 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