﻿{"id":2133,"date":"2004-03-02T23:00:59","date_gmt":"2008-05-17T23:02:23","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-11-06T17:21:05","modified_gmt":"2017-11-06T20:21:05","slug":"matrix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/matrix\/","title":{"rendered":"MATRIX"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>O pragmatismo vencedor da tecnologia, individualismo e ego\u00edsmo sempre coloca em segundo plano os interesses da coletividade que envolvem solidariedade e doses maci\u00e7as de humanismo. O mundo cabe inteiro na tela de um notebook ou de um celular, o dinheiro fala mais alto, jogar a televis\u00e3o pela janela no filme \u201cPink Floyd &#8211; The Wall\u201d evoluiu para pichar muros. Maqui\u00e1-los, ao inv\u00e9s de derrub\u00e1-los. Jogar o celular na fogueira no filme \u201cAs Invas\u00f5es B\u00e1rbaras\u201d, uma met\u00e1fora da Inquisi\u00e7\u00e3o, queimando nas chamas da ignor\u00e2ncia aquilo que o est\u00fapido do rom\u00e2ntico n\u00e3o compreende. N\u00e3o h\u00e1 como reverter o tempo e voltar a um mundo que j\u00e1 n\u00e3o existe. Nosso cord\u00e3o umbilical est\u00e1 irremediavelmente ligado a sa\u00eddas USB e fontes de energia. \u00c9 a mesma coisa que plugar o p\u00eanis em qualquer parte do corpo e soltar uma descarga el\u00e9trica. O prazer ser\u00e1 igual. S\u00e3o homens que j\u00e1 perderam o contato, suprindo a necessidade com a ejacula\u00e7\u00e3o precoce ou com uma \u201crapidinha\u201d, justamente para evitar uma aproxima\u00e7\u00e3o mais estreita. Massagem, somente no ego. Car\u00edcias, \u00e9 bom desconfiar de quem parte, pode haver segundas inten\u00e7\u00f5es. Melhor se fiar em sess\u00f5es cont\u00ednuas de masturba\u00e7\u00e3o. Se mulheres aderiram, viraram homens, o rigor na assepsia e na dist\u00e2ncia, com frieza, retira-lhes o car\u00e1ter feminino e as torna guerreiras de uma era de informatiza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nUma era que ampliou a nossa compreens\u00e3o do mundo e nos capacitou a aumentar o grau de conhecimento sobre as intrincadas rela\u00e7\u00f5es que denominamos amor, seja racional ou irracional. Cada ponto numa rede, cada website, cada blog ou fotolog, corresponde, sem exce\u00e7\u00e3o, a pessoas de carne e osso, existindo como mat\u00e9ria e esp\u00edrito em outra freguesia, muitas vezes mais pr\u00f3ximas do que os nossos vizinhos de porta.<br \/>\nContudo, p\u00f4r a inform\u00e1tica como extensor de nosso afeto \u00e9 transferir uma responsabilidade que n\u00e3o cabe num ser humano, sen\u00e3o o regride a micr\u00f3bio. Uma mensagem na tela mostra, no m\u00e1ximo, a que viemos, sem que a entona\u00e7\u00e3o de voz denuncie o que sentimos. As empresas hoje incentivam os funcion\u00e1rios a se comunicarem por e-mail, evitando a perda de tempo em contatos sup\u00e9rfluos e reuni\u00f5es intermin\u00e1veis, aumentando o ganho por empregado, al\u00e9m de monitor\u00e1-los disponibilizando celulares. Nenhuma f\u00f3rmula pode ser descartada para encontrar sua cara-metade, mas da\u00ed a dizer que a internet \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o representa a fal\u00eancia da atra\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira vista.<br \/>\nNos encontramos num est\u00e1gio de deslumbramento com nossa pr\u00f3pria grandeza por termos criado a intelig\u00eancia artificial. Uma consci\u00eancia singular que gerou uma ra\u00e7a inteira de m\u00e1quinas. Cada vez mais dependemos de m\u00e1quinas para sobreviver &#8211; Matrix. Suscitando op\u00e7\u00f5es al\u00e9m do que poder\u00edamos dar conta. Desencadeando mais energia do que somos capazes de absorver. O rem\u00e9dio provoca efeitos colaterais se ingerido al\u00e9m do prescrito. A seguir nessa toada, seremos suplantados conforme previsto nos filmes \u201c2001: Uma Odiss\u00e9ia no Espa\u00e7o\u201d e \u201cBlade Runner\u201d. Para n\u00e3o virar ra\u00e7a em extin\u00e7\u00e3o, teremos que ser cultivados em viveiros. Um paradoxo, para um planeta que abusou da superpopula\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO computador ir\u00e1 gerar um mundo n\u00e3o-real, assemelhado a sonho, feito para nos controlar e transformar o ser humano numa abstra\u00e7\u00e3o. A mente se debate em vencer o que nos oprime. Somente com o fim da guerra \u00e9 que o ser humano se emancipar\u00e1 do medo, da d\u00favida e da descren\u00e7a &#8211; libertando-se. O corpo n\u00e3o vive sem a mente, e a mente tem problemas para esquecer. Quem n\u00e3o consegue se libertar se torna inimigo de quem j\u00e1 atravessou o portal. Posto que estar desperto, a maior parte dos olhos n\u00e3o est\u00e1 preparada para ver. Muitos est\u00e3o inertes e dependentes do sistema, ir\u00e3o lutar para assim mant\u00ea-lo. Eles s\u00e3o todos e n\u00e3o s\u00e3o ningu\u00e9m. Eles protegem todas as portas e t\u00eam todas as chaves. A for\u00e7a deles se baseia num mundo feito de regras. Negar os nossos impulsos \u00e9 negar aquilo que fez de n\u00f3s humanos.<br \/>\nExperimente p\u00f4r em pr\u00e1tica a sua verdade. Ter o dom mais parece que voc\u00ea est\u00e1 esperando algo. Ser o escolhido \u00e9 como estar apaixonado. Os homens definem a realidade atrav\u00e9s da desgra\u00e7a e do sofrimento. O mundo perfeito era um sonho do qual o c\u00e9rebro primitivo tentava acordar. At\u00e9 que a m\u00e1quina roubou a civiliza\u00e7\u00e3o que o ser humano acreditava ser obra sua. O auge da evolu\u00e7\u00e3o. Desperdi\u00e7aram sua vida \u00fatil ao n\u00e3o se harmonizarem com o meio ambiente. Uma vez consumidos os recursos naturais, a \u00fanica forma de sobreviver \u00e9 migrar para uma outra \u00e1rea. S\u00f3 h\u00e1 um outro organismo que segue o mesmo padr\u00e3o: o v\u00edrus. O homem como c\u00e2ncer do planeta.<br \/>\nH\u00e1 uma diferen\u00e7a entre conhecer o caminho e percorrer o caminho. Ter medo de n\u00f3s significa temer mudan\u00e7as por n\u00e3o conhecer o futuro. Ningu\u00e9m vir\u00e1 para te dizer como isso ir\u00e1 acabar. Mas algu\u00e9m vir\u00e1 para te soprar como ir\u00e1 come\u00e7ar, melhor n\u00e3o sentir medo. Um mundo sem regras nem controle, sem limites nem fronteiras. Um mundo onde tudo \u00e9 poss\u00edvel. Para onde vamos daqui \u00e9 uma escolha de cada um. Depende de quando voc\u00ea come\u00e7ar a crer.<br \/>\nN\u00e3o se trata de a fic\u00e7\u00e3o antecipar a realidade, est\u00e1 contido no nosso imagin\u00e1rio. Matrix, senhor absoluto, a encarna\u00e7\u00e3o de Deus como m\u00e1quina em que a mulher n\u00e3o se faz presente. Apenas guerreia. Ou se encaixa como a esposa do Mestre. Na periferia de sua busca por sinais de vitalidade em homens que fraquejam, exauridos por relacionamentos competitivos, ela \u00e9 capaz de compactuar com seu deus restaurado emergindo da tela de TV ou da placa-m\u00e3e do computador. Para recarregar suas baterias e restabelecer suas esperan\u00e7as no amor.<br \/>\nReprogramar o conceito de fam\u00edlia e da unidade do casal ainda \u00e9 um sonho distante, o condicionamento trava qualquer aspira\u00e7\u00e3o, o instinto cala mais fundo.<br \/>\nEsquece. Arquiva numa camada mais profunda da mente o que estava na superf\u00edcie. Sob o risco de transformar-se em fonte de ang\u00fastias. Prosseguindo o ciclo intermin\u00e1vel de reprimir as lembran\u00e7as traum\u00e1ticas e refrear os desejos inconfess\u00e1veis que tornariam a vida um sonho. Uma cidade de sonhos, dos quais n\u00e3o vale a pena despertar, por nos inserir numa realidade t\u00e3o pura que nem a poesia conseguiria descrever, caso pud\u00e9ssemos ceder sem receio do alheio tirar o que \u00e9 seu, abusar de sua boa vontade. Enquanto formos obrigados a discriminar doa\u00e7\u00e3o de saque, entrega de seq\u00fcestro de almas, disponibilidade de viola\u00e7\u00e3o, o cora\u00e7\u00e3o que tirita de frio em busca de calor humano do cora\u00e7\u00e3o que enregelou e n\u00e3o morreu.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pragmatismo vencedor da tecnologia, individualismo e ego\u00edsmo sempre coloca em segundo plano os interesses da coletividade que envolvem solidariedade e doses maci\u00e7as de humanismo. 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