﻿{"id":2164,"date":"2007-07-30T20:16:55","date_gmt":"2007-07-30T23:16:55","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-14T19:40:17","modified_gmt":"2023-05-14T22:40:17","slug":"a-cronica-de-nossa-propria-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/a-cronica-de-nossa-propria-historia\/","title":{"rendered":"A CR&#212;NICA DE NOSSA PR&#211;PRIA HIST&#211;RIA"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p><P>Ningu\u00e9m pode alcan\u00e7ar o \u00e2mago de seu esp\u00edrito. N\u00e3o espere por isso, volte-se para si e investigue se as ra\u00edzes se emaranham ou se estendem at\u00e9 o ponto mais profundo do seu cora\u00e7\u00e3o. Pergunte a si mesmo, na hora mais silenciosa da madrugada, se morreria ao ser proibido de escrever cr\u00f4nicas. Apenas a t\u00edtulo de exemplo. <BR>Desenterre uma resposta que valha a pena, mesmo que esteja numa pris\u00e3o. Para o Criador, n\u00e3o existe nenhum ambiente a ser desconsiderado, ou que, isolada sua voz, sua alma emude\u00e7a. H\u00e1 um tesouro de recorda\u00e7\u00f5es, considerandos e mumunhas por explorar. Posto a caminho, sua solid\u00e3o tornar-se-\u00e1 um ref\u00fagio \u00e0 meia-luz e sua personalidade encorpar\u00e1, como um vinho que desce redondo, feliz por estar sendo apreciado. <BR>E se, dessa viagem para dentro de si, resultarem cr\u00f4nicas de sua vida que espelhem o estado cr\u00f4nico do homem que sofre com a evolu\u00e7\u00e3o da mulher, justamente porque n\u00e3o consegue acompanh\u00e1-la, a\u00ed voc\u00ea se det\u00e9m. Na cr\u00f4nica expectativa em despertar o interesse de paquidermes movidos \u00e0 lux\u00faria do poder de comunica\u00e7\u00e3o e dos atos corruptos que a sociedade perpetra. <BR>Quando n\u00e3o deve parar, por surgir de uma necessidade, como um m\u00e9dico que nasce para verter a cura em otimismo. \u00c9 a voz de sua vida, exigindo que os estertores cr\u00f4nicos parem de impedir que o sonho se torne realidade, justamente por n\u00e3o aceit\u00e1-la tal como \u00e9, sem interpret\u00e1-la. Sem necessidade de explic\u00e1-la, pois o criador tem um mundo para si mesmo, l\u00e1 encontrando a natureza das coisas, tamanha a aproxima\u00e7\u00e3o que o exame da consci\u00eancia possibilita. <BR>N\u00e3o h\u00e1 nada pior do que atrapalhar esse desenvolvimento ao debru\u00e7ar seu olhar em algo al\u00e9m do horizonte e esperar que venha de fora uma orienta\u00e7\u00e3o, qui\u00e7\u00e1 o caminho das pedras para satisfazer seu foro \u00edntimo. Sem se dar conta de que o esp\u00edrito livre arbitra na mais completa solid\u00e3o das conseq\u00fc\u00eancias de seus atos.<BR>A sa\u00edda para esses cr\u00f4nicos momentos \u00e9 a ironia. Se usada com criatividade, alivia a culpa no emprego abusivo da mal\u00edcia. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 preciso se envergonhar, basta saber que a ironia disfar\u00e7a a pureza d\u2019alma para n\u00e3o chegar em \u00e1guas mais profundas. Mas se perceber um brilho incomum no alto do morro, a ponto de desvi\u00e1-lo de sua rota, \u00e9 porque corresponde a uma necessidade de seu ser. A ironia a\u00ed ganhar\u00e1 seu cr\u00e9dito, por lhe pertencer, ser algo inato. Munido de arco e flecha, ir\u00e1 lan\u00e7ar cr\u00f4nicas versando a arte da vida que, de t\u00e3o cruel, a prosa se tornar\u00e1 cr\u00f4nica.<BR>Tudo reside em deixar amadurecer, para dar \u00e0 luz ao que existe de mais sagrado em voc\u00ea, resguardando seu amor-pr\u00f3prio de v\u00edboras que arquitetam seu destino cr\u00f4nico. Atrav\u00e9s de impress\u00f5es cr\u00f4nicas, semeie um campo f\u00e9rtil na escurid\u00e3o do inconsciente e atinja a raz\u00e3o por acreditar sempre no que tem a dizer, pois \u00e9 fruto da evolu\u00e7\u00e3o natural de seu esp\u00edrito que o levar\u00e1 a outros conhecimentos. At\u00e9 para corrigir erros cr\u00f4nicos, como o do jornalista que se escuda no desabafo pessoal e choroso que s\u00f3 interessa \u00e0s galinhas do vizinho. Como o de dar muita import\u00e2ncia a reparos inconvenientes, observa\u00e7\u00f5es descabidas, cr\u00edticas extempor\u00e2neas, an\u00e1lises em g\u00eanero, n\u00famero e grau com o intuito de anular esse seu criado. Parcialidades que revelam nos destitu\u00eddos de car\u00e1ter a rigidez precocemente cadav\u00e9rica, quando n\u00e3o burilam as palavras para escamotear sua vis\u00e3o camale\u00f4nica a respeito da v\u00edtima, mal se apercebendo do c\u00e2ncer cr\u00f4nico que corr\u00f3i a sua mente.<BR>A busca se torna cr\u00f4nica, pois sempre nos deparamos com um ponto inalcan\u00e7\u00e1vel, at\u00e9 para o nosso pr\u00f3prio entendimento. O que desanima. Contudo, n\u00e3o calcule o tempo por esgotar-se. Basta esperar com humildade e paci\u00eancia, como se estivesse diante da eternidade, com a serenidade aplacando os \u00e2nimos da ansiedade. A inspira\u00e7\u00e3o vir\u00e1, apesar de tudo. <BR>Dif\u00edcil, j\u00e1 que impulsos primitivos obrigam-no a jorrar sua energia, sem p\u00e9 nem cabe\u00e7a, em ritmo desproporcional ao padr\u00e3o zen de qualidade. Pode transparecer brincar com a verdade ou com veleidades de bruxo, quando necessita ficar imerso na cr\u00f4nica da inconsci\u00eancia que desabilita o que tem de melhor em suas reservas morais, at\u00e9 para afastar a inoc\u00eancia e integridade, a fim de combater o que o homem deformou e sobrecarregou o amor. Abrindo a possibilidade de tamb\u00e9m tornar-se selvagem e enraivecido, porque vem das entranhas a cr\u00f4nica paix\u00e3o a que se entrega ao lutar pelo que acredita. N\u00e3o pode ser uma mera febre e deve ecoar como em Paris, onde a inspira\u00e7\u00e3o reverbera no c\u00e9u habitualmente cinzento.<BR>Uma frustra\u00e7\u00e3o. Jamais o homem ter\u00e1 satisfeito a saraivada de d\u00favidas que invade seu c\u00e9u como uma chuva de meteoros. Trope\u00e7amos nas palavras, ao n\u00e3o conseguirmos express\u00e1-las com leveza, despidas da dramaticidade que usualmente acompanha as interroga\u00e7\u00f5es. Se ao menos nutr\u00edssemos amor pelas pr\u00f3prias perguntas, uma bela maneira de se provar que se ama a quem se duvida. Quanta galanteria, a invocar milhares de noites de amor esquecidas que se entrela\u00e7am e revivem numa cr\u00f4nica poesia, com ar de vol\u00fapia que lhe \u00e1gua a boca e desponta como uma lan\u00e7a \u00e0 procura do \u00f3vulo, receptivo, que o aguarda. Nas profundezas, o deleite, o segredo da cont\u00ednua e grandiosa confirma\u00e7\u00e3o, mil vezes repetido o gozo indescritivelmente belo que renova o mundo. <BR>Ajuda a suportar a dor visceralmente cr\u00f4nica dos que se distanciaram de ti. Ao menos aumentou o espa\u00e7o \u00e0 sua volta, para que houvesse seu crescimento, reconhe\u00e7a isso. Bem como n\u00e3o perturbe quem ficou para tr\u00e1s, poderiam n\u00e3o entender sua autoconfian\u00e7a e alegria, se lembran\u00e7a da inf\u00e2ncia ou suculento futuro. N\u00e3o perca tempo em explicar qual \u00e9 o seu posicionamento diante da cr\u00f4nica dos fatos e das contradi\u00e7\u00f5es, o aprendizado \u00e9 um longo per\u00edodo de exclus\u00e3o cuja entrega a todo tipo de comunh\u00e3o implica em n\u00e3o mais se atirar e derramar por sobre outros \u00e0 guisa de amar.<BR>Considere uma doen\u00e7a cr\u00f4nica o desgoverno e a confus\u00e3o postos a servi\u00e7o de faz\u00ea-lo perder o eixo na vida, como um mal necess\u00e1rio para libertar o esp\u00edrito de entidades nocivas ao seu crescimento. Sendo essencial, portanto, ficar doente e assumir a doen\u00e7a, e o problema aparecer como uma chance de ouro para fazermos o que de melhor. Por sermos her\u00f3is da nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria, urge descobrir alguma coisa no vazio, arrega\u00e7ando as mangas para realizar o que nos foi destinado e n\u00e3o passar pela vida em branco. A imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 mais importante que o conhecimento e, um dia, tudo que est\u00e1 oculto ser\u00e1 descoberto, no tempo necess\u00e1rio de se preparar a aceita\u00e7\u00e3o. <BR>O curso natural para aflorar a quietude, se pacientes e receptivos formos, quanto mais firmes deixarmos uma nova realidade entrar em n\u00f3s e se converter em nosso destino. Como a Lua, que nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, e nunca morre. <BR>Como n\u00e3o morreu Nelson Rodrigues e a \u201cVida como ela \u00e9\u201d, cr\u00f4nica que marcou \u00e9poca no jornalismo, projetando o Brasil no sub\u00farbio carioca, e virou teatro, literatura, antropologia e psicologia de botequim. Cujo esp\u00edrito sobreviveu, com maior for\u00e7a do que quando ainda estava encarnado, enquanto opositores faleceram no anonimato com formiga na boca ou, como quinta-coluna, reformulando seu esp\u00edrito cr\u00edtico para se adequar \u00e0 nova realidade. Eis o destino que se nos reservam.<\/P><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m pode alcan\u00e7ar o \u00e2mago de seu esp\u00edrito. N\u00e3o espere por isso, volte-se para si e investigue se as ra\u00edzes se emaranham ou se estendem at\u00e9 o ponto mais profundo do seu cora\u00e7\u00e3o. Pergunte a si mesmo, na hora mais silenciosa da madrugada, se morreria ao ser proibido de escrever cr\u00f4nicas. 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