﻿{"id":2321,"date":"2005-06-20T20:03:02","date_gmt":"2008-05-22T20:04:46","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-17T21:38:28","modified_gmt":"2023-05-18T00:38:28","slug":"jung","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/jung\/","title":{"rendered":"JUNG"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p align=justify>O que a psican\u00e1lise mais revela \u00e9 a sua preocupa\u00e7\u00e3o com a inquietude da experi\u00eancia do sujeito com o inconsciente e a sexualidade infantil no ser futuro homem e mulher, pai e m\u00e3e. Antes que seja tarde e ele se torne esquizofr\u00eanico, dissociando a\u00e7\u00e3o do pensamento perseguido por uma interpreta\u00e7\u00e3o delirante da realidade. Enquanto a leitura freudiana estava centrada na neurose obsessiva, na histeria e na fobia, Jung avan\u00e7ou a psican\u00e1lise \u00e0 psiquiatria no campo da psicose, analisando os efeitos do disfuncionamento cerebral na desintegra\u00e7\u00e3o da personalidade.<br \/>Dedicou-se a experimentos de associa\u00e7\u00e3o de palavras para chegar a uma associa\u00e7\u00e3o de pensamentos, buscando um acesso aos fen\u00f4menos irracionais da psique que provaram objetivamente a exist\u00eancia do inconsciente reprimido com forte carga afetiva para interferir na sintomatologia das doen\u00e7as mentais. Derivando para tudo aquilo at\u00e9 ent\u00e3o considerado incompreens\u00edvel e sem sentido, como fonte de criatividade e potencialidade, e n\u00e3o como deposit\u00e1rio de viv\u00eancias dolorosas recalcadas. Para simplesmente imaginar, sonhar e criar a partir de imagens e fantasias que est\u00e3o a\u00ed no ar, cujo s\u00edmbolo representa a conex\u00e3o de opostos, encurtando a dist\u00e2ncia entre o consciente e o inconsciente que sempre desperta emo\u00e7\u00e3o.<br \/>A partir da\u00ed, criou o conceito de complexo, n\u00e3o necessariamente vinculado ao trauma sexual infantil como Freud afirmara, e respons\u00e1vel em grande parte pelo comportamento destitu\u00eddo do bom senso e desadaptado \u00e0 realidade. Os complexos resultam de uma colis\u00e3o entre realidade externa e interna, como se pud\u00e9ssemos representar: os instintos em luta engalfinhada com a experi\u00eancia emocional traum\u00e1tica a interferir na performance do comportamento.<br \/>No entanto, foi no estudo dos fen\u00f4menos ocultos que Jung encontrou o fil\u00e3o da criatividade inesgot\u00e1vel nas formas que as imperfei\u00e7\u00f5es adquirem no filme que o mundo sens\u00edvel roda nas nossas cabe\u00e7as, a senha para conhecer a fonte psicol\u00f3gica e neurol\u00f3gica da civiliza\u00e7\u00e3o &#8211; o reconhecimento \u00e0 alquimia da Idade M\u00e9dia como fonte de significados psicol\u00f3gicos, alvo de persegui\u00e7\u00e3o inquisit\u00f3ria.<br \/>Distanciou-se de seu pai, pastor protestante, trabalhador e dedicado \u00e0 fam\u00edlia, mas incapaz de corresponder ao que seu filho mais queria dele: a transcend\u00eancia do cotidiano e do formal na rela\u00e7\u00e3o, reduzido aos textos b\u00edblicos e \u00e0s explica\u00e7\u00f5es tradicionais da Igreja &#8211; as coisas misteriosas que n\u00e3o temos capacidade de saber. O dogmatismo do pai sufocava o filho, o que aumentou sua voca\u00e7\u00e3o para a viv\u00eancia da transcend\u00eancia e de intensas experi\u00eancias emocionais de fatos, imagens e sonhos que inclu\u00edam alta dose de mediunidade. Um reflexo de seu rep\u00fadio existencial contra tudo que era reducionista e sem criatividade.<br \/>A transcend\u00eancia elucida a genialidade de Jung e, ao mesmo tempo, vincula sua obra ao esoterismo. A m\u00e1-vontade para com suas id\u00e9ias \u00e9 resultante de uma forma\u00e7\u00e3o racional cient\u00edfica de peso que extrapolou para o misticismo, decifrando o car\u00e1ter universal dos padr\u00f5es de comportamento e como o indiv\u00edduo se desenvolve em intera\u00e7\u00e3o com o universo &#8211; a alma do Todo.<br \/>O pensamento materialista dos freudianos n\u00e3o perdoou o disc\u00edpulo que buscou os fundamentos do comportamento religioso no inconsciente. J\u00e1 os te\u00f3logos consideraram blasf\u00eamia um m\u00e9dico psiquiatra misturar f\u00e9 com raz\u00e3o. Cientistas o desclassificam como ocultista e religiosos, como herege. Seus estudos abarcavam o simbolismo da sant\u00edssima trindade e o car\u00e1ter sincr\u00e9tico da religi\u00e3o combinando misticismo e teologia, que reflete a condi\u00e7\u00e3o espiritual do ser humano.<br \/>Ao perceber no aparelho ps\u00edquico que o indiv\u00edduo tem uma tend\u00eancia a vencer o seu umbigo e ser dois em um, Jung descobriu a natureza bipolar da consci\u00eancia que lhe permitiu abordar psicologicamente os grandes paradoxos do conhecimento, como energia e mat\u00e9ria. Expandiu a libido da procura instintiva do prazer sexual para a energia ps\u00edquica, express\u00e3o de todo e qualquer fen\u00f4meno humano na busca da totalidade &#8211; a ruptura entre Freud e Jung. Remetidos \u00e0 sexualidade, o homem e a raz\u00e3o deixam de ser o centro, cedendo \u00e0 primazia ao Todo em que a psique humana vive numa uni\u00e3o indissol\u00favel com o corpo, o gene pode sofrer muta\u00e7\u00f5es por causa do estresse psicol\u00f3gico e o cora\u00e7\u00e3o pifar diante de uma desilus\u00e3o amorosa.<br \/>O encontro com Richard Wilhelm, sin\u00f3logo e mission\u00e1rio protestante alem\u00e3o que traduziu o I Ching, teve um efeito extraordin\u00e1rio na descoberta da sincronicidade: coincid\u00eancia no tempo de dois ou mais eventos sem uma causa comum que os correlacione e explique por que, ao final, possuem o mesmo significado. A sincronicidade \u00e9 um princ\u00edpio sem rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito. Convida a se manifestar o todo-poderoso Inconsciente, uma percep\u00e7\u00e3o desenhada atrav\u00e9s de imagens desprovidas de pensamento e que gera seres ou objetos confusos, cuja natureza n\u00e3o pode precisar. Parecem caprichos de sonhos fantasmag\u00f3ricos que esvoa\u00e7am e o visitam sem a menor cerim\u00f4nia, atraindo imagens de nossos prim\u00f3rdios que correspondem a temas mitol\u00f3gicos presentes em contos de fada e lendas populares de \u00e9pocas e culturas diferentes. Jung denominou-os de arqu\u00e9tipos. Fermentam o inconsciente, no prop\u00f3sito de formar nosso arsenal psicol\u00f3gico, povoado tanto de fantasias individuais quanto de personagens lend\u00e1rios de um povo. S\u00e3o conte\u00fados de experi\u00eancia ps\u00edquica humana transmitidos hereditariamente com a estrutura cerebral. Sedimentos de experi\u00eancia constantemente revividos pela humanidade que comp\u00f5em o inconsciente coletivo de Jung, heran\u00e7a humana universal cujo centro nervoso funciona em sintonia fina, do mesmo modo que o corpo humano apresenta uma anatomia comum. \u00c9 o inconsciente que abre as portas para a sincronicidade, em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa consci\u00eancia, que se acomoda dentro de certos limites condicionados ao papel que desejamos representar.<br \/>Ao se desprenderem, os arqu\u00e9tipos refletem o processo atrav\u00e9s do qual o indiv\u00edduo vai descobrindo quem ele realmente \u00e9, se capaz de tomar consci\u00eancia desse desenvolvimento e influenci\u00e1-lo. Um processo de cura pela transforma\u00e7\u00e3o da alma e do mundo \u00e0 sua volta.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que a psican\u00e1lise mais revela \u00e9 a sua preocupa\u00e7\u00e3o com a inquietude da experi\u00eancia do sujeito com o inconsciente e a sexualidade infantil no ser futuro homem e mulher, pai e m\u00e3e. Antes que seja tarde e ele se torne esquizofr\u00eanico, dissociando a\u00e7\u00e3o do pensamento perseguido por uma interpreta\u00e7\u00e3o delirante da realidade. 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