﻿{"id":2395,"date":"2004-11-22T19:00:11","date_gmt":"2008-05-23T19:00:23","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-17T21:45:32","modified_gmt":"2023-05-18T00:45:32","slug":"oceano-de-criatividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/oceano-de-criatividade\/","title":{"rendered":"OCEANO DE CRIATIVIDADE"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p><P>Para quem acredita que o esp\u00edrito n\u00e3o morre. Tutelando, protegendo, guiando e assistindo essa imensa popula\u00e7\u00e3o que, quando acorda, carece de orienta\u00e7\u00e3o, perdida no emaranhado de sonhos que se tornam pesadelos. Parecemos uma grande estufa, constitu\u00edda de plantas fr\u00e1geis necessitadas de serem regadas, podadas, adubadas e de levar um papo ao p\u00e9 do ouvido. A fragilidade \u00e9 tamanha que exige uma operosa jardinagem, mal contendo segredos, recados passados e impress\u00f5es que exigem um despojamento de todas as conven\u00e7\u00f5es para capt\u00e1-los na exata extens\u00e3o do conte\u00fado. Mais n\u00e3o conseguimos por sermos cora\u00e7\u00f5es alados embrulhados nos velhos mantos da ilus\u00e3o. Por isso, giramos \u00e0 merc\u00ea de meias-verdades, subestimando as conseq\u00fc\u00eancias dos terr\u00edveis enganos a que submetemos o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o. A cada passo dado, se respira para recuperar o f\u00f4lego.<BR>Como se bastasse nascer em ber\u00e7o espl\u00eandido para conquistar t\u00edtulos sem maiores dificuldades. E nunca avaliar a generosidade e sacrif\u00edcios feitos em seu favor, retendo esposa e filhos nas malhas do ego\u00edsmo, e assim organizar o lar infenso a qualquer intruso que traga inquieta\u00e7\u00e3o. Aferrado a uma situa\u00e7\u00e3o est\u00e1vel que garanta a tranq\u00fcilidade econ\u00f4mica de sua fam\u00edlia, colhe as b\u00ean\u00e7\u00e3os da vida e goza-lhe os bens. Mas eis que o castelo do exclusivismo balan\u00e7a, balan\u00e7a, mas n\u00e3o cai. Come\u00e7a a sentir um vazio, arranhado por espinhos de t\u00e9dio, ao abandono de suas cria\u00e7\u00f5es caprichosas, em nada retribuindo nem contribuindo. Uma sensa\u00e7\u00e3o de tempo perdido lhe invade e obscurece sua trajet\u00f3ria. Imaginemos se, nesse exato momento, a exist\u00eancia se dissipa e voc\u00ea se despede com a silenciosa acusa\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia, despreparado para ouvir verdades que n\u00e3o toleraria em vida, num rio cuja correnteza \u00e9 movida por m\u00e1goas improcedentes. O aprendiz \u00e0 procura da m\u00e3e para queixar-se, choroso, de suas dores.<BR>Eis que ent\u00e3o portas cerradas se abrem, revelando vida e trabalho, continuidade e justi\u00e7a onde imperavam d\u00favidas e suposi\u00e7\u00f5es. Como na cabe\u00e7a do marido que n\u00e3o aceita que sua mulher o abandonou e se completou com outro. Como na cabe\u00e7a dos pais que n\u00e3o aceitam o desaparecimento precoce do filho. Como na cabe\u00e7a do filho macerando as saudades dos pais cuja lembran\u00e7a restou nas fotos. \u00c9 nesse cen\u00e1rio que temos tudo para vencer o orgulho e ego\u00edsmo. Quando pensamos em n\u00e3o ter mais nada, n\u00e3o vislumbramos futuro, a\u00ed encontramos o melhor presente.<BR>A realidade \u00e9 captada pela percep\u00e7\u00e3o dividida em dois hemisf\u00e9rios cerebrais. O esquerdo nos permite ter a vis\u00e3o do mundo f\u00edsico, imposto pelas leis da mat\u00e9ria, atrav\u00e9s da ci\u00eancia e a nos conduzir pela raz\u00e3o. O direito, o mundo imaterial, invis\u00edvel, fora do tempo e do espa\u00e7o, por entre tudo e a tudo interligando.<BR>Portanto, n\u00e3o se concebe os mist\u00e9rios da vida passando como um filme, apenas a exigir que se quebre a cabe\u00e7a para decifr\u00e1-los, e simplific\u00e1-los com um \u201cn\u00e3o acredito\u201d ou \u201cn\u00e3o faz sentido\u201d. Francamente, espera-se mais de cabe\u00e7as privilegiadas e mentes brilhantes, opini\u00f3logos de estirpe, que se manifestem agora ou que se calem para todo o sempre, pois se trata de familiarizar mais com as coisas do esp\u00edrito. N\u00e3o s\u00e3o coisas do outro mundo, s\u00e3o daqui tamb\u00e9m. Pois se amor e \u00f3dio guardam um v\u00ednculo estreito, o que n\u00e3o dizer de vida e morte? Como a espiritualidade, que por si s\u00f3 se explica.<BR>J\u00e1 era o papo de a morte mandar aviso, com tanta bala perdida zunindo e homens e mulheres-bomba se encarregando de diminuir a popula\u00e7\u00e3o. Minorias, que s\u00e3o maioria, descobriram como transformar em inferno a exist\u00eancia da maioria, que \u00e9 minoria de fato. Essa \u00e9 a senha para o s\u00e9culo XXI.<BR>Pra\u00e7as de guerra surgem todos os dias, pois dia chegar\u00e1 em que senhores da guerra, eleitos pelo povo clamando seguran\u00e7a, se sentar\u00e3o \u00e0 mesa de negocia\u00e7\u00f5es com os terroristas em nome da salva\u00e7\u00e3o do planeta. Sen\u00e3o, aumentar-se-\u00e1 o risco em exponencial de nos despedirmos dessa para uma melhor. E o que \u00e9 pior, sem entender nada do que aconteceu quando atravessarmos o portal.<BR>Por que eu? Por que t\u00e3o cedo? Que fiz para merecer t\u00e3o pronto regresso? Racioc\u00ednio linear e finito de quem ama tanto a vida e n\u00e3o quer se mandar desse espet\u00e1culo. Sem abrir m\u00e3o de nada, sem dar a m\u00e3o \u00e0 palmat\u00f3ria, sempre achando que seu g\u00eanio tem de prevalecer, desperdi\u00e7ando chance em cima de chance para descobrir tardiamente que deixou escorrer por entre os dedos amizades e amores que consumiram seu tempo \u00fatil e nada tinham a ver com seu esp\u00edrito.<BR>Esp\u00edrito esse que nos habita, louco para que acreditem nele, e almeja trazer luz ao \u201cconhece-te a ti mesmo\u201d, conforme previra S\u00f3crates. Mas a raz\u00e3o, burra, obsta enquanto ainda n\u00e3o o entende, o configura e desenha sua imagem. Patinando, escorregando, perdendo a espinha dorsal e desorganizando as fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas, que se deterioram n\u00e3o somente pelo excesso de uso, mas pelo desgaste mental no ac\u00famulo de descaminhos e desilus\u00f5es.<BR>Por vezes, o esp\u00edrito n\u00e3o suporta tamanho desvario com sua potencialidade que esgota seu tempo f\u00edsico, apesar de infinitas suas possibilidades para construir uma obra maior. Morrendo na praia, o que se traduz numa p\u00edfia superficialidade, quando podemos nadar num oceano de criatividade.<BR>Somente recorrendo a vidas passadas, como Lao Ts\u00e9, para interpretar o presente: \u201cComo os grandes rios e as mar\u00e9s dominaram as centenas de rios menores? Sendo mais baixos que eles&#8221;.<\/P><\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para quem acredita que o esp\u00edrito n\u00e3o morre. 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