﻿{"id":3490,"date":"2009-07-06T00:00:01","date_gmt":"2009-07-06T03:00:01","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-13T22:44:31","modified_gmt":"2023-05-14T01:44:31","slug":"socrates-e-a-imortalidade-da-alma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/socrates-e-a-imortalidade-da-alma\/","title":{"rendered":"S&#211;CRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>S\u00f3crates sempre dizia que sua sabedoria era limitada \u00e0 sua pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia &#8211; \u201cs\u00f3 sei que nada sei\u201d. Nunca proclamou ser s\u00e1bio. Duvidava de que a virtude pudesse ser ensinada, pois n\u00e3o obrigatoriamente os filhos saem de acordo com pais moralmente perfeitos. Enquanto perambulava pelas ruas de Atenas, sem ter organizado nada que lembrasse uma escola, no seu caso, uma universidade. Ou haver deixado algo por escrito \u00e0 posteridade. Seu m\u00e9todo consistia em induzir as pessoas a usarem a cabe\u00e7a ao levantar quest\u00f5es, especialmente a respeito de moral, assumindo humildemente a atitude de quem quer aprender. Ao mesmo tempo em que ia multiplicando as perguntas e problematizando conceitos que o cidad\u00e3o tinha como verdades absolutas. Sua inten\u00e7\u00e3o era de que a presun\u00e7\u00e3o do debatedor se transformasse numa armadilha e o levasse a cair em contradi\u00e7\u00e3o, acabando por expor sem subterf\u00fagios os seus equ\u00edvocos, consequ\u00eancia da pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia, mal de que todos padecemos.<br \/>Contra o espalhafato da ignor\u00e2ncia, S\u00f3crates s\u00f3 dispunha de uma arma: a ironia. Foi assim que ele deixou a descoberto muitas das fraquezas do pensamento ateniense. Um confronto com S\u00f3crates representava um risco enorme diante de sua capacidade de verbalizar. Como superar o choque do orgulho ferido? Procurando compreender o processo cat\u00e1rtico que S\u00f3crates desenvolveu, culminando por extrair de si a resposta em tudo l\u00f3gica e compat\u00edvel aos problemas expostos. Pois S\u00f3crates dirigia as perguntas com o fim de obter, por indu\u00e7\u00e3o de casos particulares e concretos, um conceito, uma defini\u00e7\u00e3o geral do objeto em quest\u00e3o.<br \/>Como disse Plat\u00e3o: &#8220;quem quer que esteja em contato com S\u00f3crates e p\u00f5e-se a raciocinar, qualquer que seja o assunto tratado, \u00e9 arrastado pelas espirais do di\u00e1logo e inevitavelmente \u00e9 for\u00e7ado a seguir adiante, at\u00e9 que, surpreendentemente, v\u00ea-se a prestar contas de si mesmo e do modo como pensa, vive e outrora viveu&#8221;.<br \/>O perfeito conhecimento do homem foi e \u00e9 o objetivo de todas as suas especula\u00e7\u00f5es, e a moral, fonte de sua preocupa\u00e7\u00e3o. <br \/>O resultado \u00e9 que o indiv\u00edduo sentia uma verdadeira sensa\u00e7\u00e3o de ilumina\u00e7\u00e3o, quando descobria algo de valioso e que nem desconfiava que havia dentro de si. Foi assim que S\u00f3crates conquistou fervorosos disc\u00edpulos, despertando sua consci\u00eancia para si mesmos.&nbsp; <br \/>No entanto, a democracia avan\u00e7ava em Atenas e S\u00f3crates colocava em discuss\u00e3o qual seria o melhor Estado para consolid\u00e1-la. Os homens mais s\u00e1bios deviam govern\u00e1-la, pois eles podem controlar melhor seus impulsos violentos e antissociais. Assim, se afastariam do comportamento de um animal. Ideologia considerada aristocr\u00e1tica, o Estado n\u00e3o reverenciava o conhecimento a tal ponto. <br \/>\u201cQuem melhor conhece a verdade \u00e9 mais capaz de mentir.\u201d De tanto questionar os que se arvoravam falar em nome do saber, da \u00e9tica e da moral, S\u00f3crates come\u00e7ou a colecionar desafetos. O que \u00e9 o bem? O que \u00e9 a virtude? O que \u00e9 a justi\u00e7a? O que \u00e9 a coragem? Incomodava sobremaneira os que ocupavam postos-chave na sociedade, apontando sem piedade os falsos fundamentos em que se apoiavam para decidir sobre o destino dos atenienses. <br \/>Aos 70 anos, S\u00f3crates \u00e9 acusado de perverter a juventude de Atenas &#8211; o dia mais desgra\u00e7ado da hist\u00f3ria de Atenas. Seus jovens seguidores negavam os deuses de seus pais e do Estado. Foi considerado o l\u00edder espiritual de um partido cuja semente era a rebeldia. Assentou-se com ind\u00f4mita presen\u00e7a de esp\u00edrito no seio do tribunal, irrritando o j\u00fari ao v\u00ea-lo defender-se com desd\u00e9m perante a justi\u00e7a humana, por n\u00e3o ter o que explicar e muito menos desculpar-se. Podia ter se evadido de Atenas, mas n\u00e3o o quis. Preferiu cumprir as leis atenienses, que o declararam culpado por uma pequena margem e o condenaram \u00e0 pena capital. <br \/>S\u00f3crates foi personagem de um per\u00edodo longo da Hist\u00f3ria em que o carrasco n\u00e3o se fazia necess\u00e1rio. A execu\u00e7\u00e3o da pena ficava a cargo dos condenados, que se suicidavam ou pediam para os amigos ou escravos cometerem a eutan\u00e1sia. S\u00f3crates n\u00e3o quis escapar da condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte; de forma volunt\u00e1ria, envenenou-se com cicuta. Sua verdadeira causa mortis foi pol\u00edtica; S\u00f3crates amea\u00e7ou o sistema democr\u00e1tico dominante. <br \/>Entrou para a Hist\u00f3ria como o primeiro livre-pensador que se converteu em m\u00e1rtir na defesa de suas ideias e filosofia. Imortalizando sua alma.&nbsp; <br \/>Quando argumentava, passava muita autoconfian\u00e7a e podia tanto arrebatar quanto irritar seus ouvintes. Acreditava falar em nome de uma filosofia muito maior do que ele mesmo. P\u00f4s em xeque, perigosamente, os que se achavam mais inteligentes do que a m\u00e9dia das pessoas. Os pseudoss\u00e1bios que tentam marcar presen\u00e7a e influenciar em todas as \u00e9pocas. Foi isto que, no fim, lhe custou a vida. Afinal, os que polemizam s\u00e3o sempre malvistos por tirarem a m\u00e1scara dos hip\u00f3critas e acomodados da in\u00e9rcia.<br \/>S\u00f3crates dizia ser o mosquito que mordia os flancos de Atenas, uma \u00e9gua pregui\u00e7osa, para provar que ela estava viva. Comparava-se a uma parteira &#8211; como sua m\u00e3e &#8211; que, embora n\u00e3o desse \u00e0 luz um beb\u00ea, trazia-o ao mundo para nascer. Estimulava as pessoas a parirem suas pr\u00f3prias ideias.&nbsp; <br \/>O professor n\u00e3o deve ensinar. Apenas procurar fazer com que os alunos tirem suas pr\u00f3prias conclus\u00f5es, a partir de pontos de vista isentos de falsos valores, pois o verdadeiro conhecimento tem que vir de dentro, de acordo com a consci\u00eancia, paulatinamente, sem haver necessidade de espremer o c\u00e9rebro contra a parede. <br \/>A educa\u00e7\u00e3o para o autoconhecimento.<br \/>Sabedor de que a principal miss\u00e3o da exist\u00eancia humana \u00e9 aperfei\u00e7oar seu esp\u00edrito, S\u00f3crates ouvia uma voz interior, de natureza divina, que lhe apontava o caminho e como agir. S\u00f3 o que vem de sua anima, em contato com seu inconsciente, \u00e9 capaz de revelar o crucial discernimento. Quando traz \u00e0 consci\u00eancia um bols\u00e3o de conhecimentos que j\u00e1 se encontravam maduros para florescer. <br \/>Dialogar com S\u00f3crates era lavar a pr\u00f3pria alma, proporcionando al\u00edvio com a purga\u00e7\u00e3o do que \u00e9 estranho \u00e0 sua ess\u00eancia, liberando seu caminho para ter acesso a uma realidade superior. <br \/>S\u00f3crates queria que as pessoas se desenvolvessem atrav\u00e9s da virtude. A virtude n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 alcan\u00e7ada por meio do intelecto ou da raz\u00e3o. A virtude da alma \u00e9 a sabedoria, que a aproxima de Deus. A sabedoria ganha maior nitidez e profundidade na humildade e n\u00e3o com o ac\u00famulo de saber. <br \/>Era seu mister interrogar seus interlocutores a respeito de assuntos que deveriam saber. Devo\u00e7\u00e3o, entre outros. Ao constatar que n\u00e3o sabiam do que estavam falando, fazendo uso exagerado de exemplos ou generaliza\u00e7\u00f5es, descobriu que n\u00e3o sabiam o que julgavam saber e, o que \u00e9 mais grave, n\u00e3o sabiam que n\u00e3o sabiam. Eureca! O ignorante \u00e9 arrogante porque pensa que sabe. S\u00f3crates, pelo menos, sabia que nada sabia. <br \/>&nbsp;\u201cConhece-te a ti mesmo\u201d valeu como um pux\u00e3o de orelha no homem para que melhor conhecesse a natureza humana e respeitasse os seus limites, n\u00e3o tentando ser mais do que \u00e9, nem muito menos Deus. De forma a evitar a presun\u00e7\u00e3o de que tudo \u00e9 f\u00e1cil saber e assentar os p\u00e9s em ch\u00e3o firme, como passo inicial para se conscientizar de sua pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia. <br \/>S\u00f3crates foi um esp\u00edrito superior que veio em miss\u00e3o destinada a abrir as fronteiras do conhecimento e provar a imortalidade da alma. Tanto que n\u00e3o pensou em si ao abandonar essa exist\u00eancia, nem temeu a morte por amar demais a vida, tamanho o esp\u00edrito de confraterniza\u00e7\u00e3o, sempre presente em seu cora\u00e7\u00e3o, com que retornou ao Plano Espiritual.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00f3crates sempre dizia que sua sabedoria era limitada \u00e0 sua pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia &#8211; \u201cs\u00f3 sei que nada sei\u201d. Nunca proclamou ser s\u00e1bio. Duvidava de que a virtude pudesse ser ensinada, pois n\u00e3o obrigatoriamente os filhos saem de acordo com pais moralmente perfeitos. 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