﻿{"id":3545,"date":"2009-08-03T00:00:01","date_gmt":"2009-08-03T03:00:01","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-13T22:43:40","modified_gmt":"2023-05-14T01:43:40","slug":"carencia-emocional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/carencia-emocional\/","title":{"rendered":"CAR&#202;NCIA EMOCIONAL"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><p>Diz-se de car\u00eancia emocional a crian\u00e7a que cresce sempre carecendo de amor, independendo se recebe muito ou pouco. J\u00e1 nasceu subnutrida de aten\u00e7\u00e3o. Provavelmente originada no profundo abandono de vida passada. O resultado \u00e9 que n\u00e3o consegue viver sozinha. Virou mulher, tem que arrumar um namorado, companheiro ou homem, se em constante estado pr\u00e9-falimentar afetivo. <br \/>H\u00e1 quem a acuse de necessitar, al\u00e9m da conta, do tradicional esporte que enlouquece as massas. O sexo. Igualmente disputado quanto o futebol, com uma pega\u00e7\u00e3o em todas as faixas do campo, marca\u00e7\u00e3o em cima, eventualmente podendo machucar, ora parecendo uma luta em que vale tudo, ora um bal\u00e9 acrob\u00e1tico, em que se procura a melhor posi\u00e7\u00e3o para suprir a car\u00eancia emocional com um orgasmo de se ouvir at\u00e9 nas antenas da m\u00e3e frustrada &#8211; quando a car\u00eancia \u00e9 emocional e n\u00e3o maternal.&nbsp; <br \/>H\u00e1 quem a acuse de n\u00e3o saber viver sozinha &#8211; os apologistas de antes s\u00f3 do que mal acompanhada. De n\u00e3o respeitar o resguardo regulamentar entre uma separa\u00e7\u00e3o e esse louco amor que arrebenta os anteriores. De n\u00e3o guardar um mediano luto por um casamento de v\u00e9u e grinalda que se foi &#8211; afinal de contas, n\u00e3o \u00e9 a toda hora que se casa. <br \/>A carente emocional \u00e9 acusada de banalizar o amor pela forma delet\u00e9ria com que se entrega a um outro homem. Pela facilidade com que se apaixona. Provoca inveja nas julietas &#8211; Romeu n\u00e3o \u00e9 o cara! Jamais ser vi\u00fava de um homem certinho que ainda nem morreu e que malbaratou a car\u00eancia afetiva lan\u00e7ada a seus p\u00e9s, para que ele a erguesse e juntos fossem felizes. <br \/>Por ser carente, a confundem com pobre ou menor abandonada. Despreparada para o futuro. Incapaz de dar continuidade \u00e0s suas escolhas. No ritmo da corrente do rio, empurrada para encontrar o oceano e ver fugir a personalidade. <br \/>Um monumental erro de avalia\u00e7\u00e3o. <br \/>Viver, somente amando, \u00e9 o seu lema de vida. Caso contr\u00e1rio, a vida perde o sentido. Tamanha devo\u00e7\u00e3o e f\u00e9 em mover montanhas em nome do amor irrita os desencorajados e indecisos. Temem os riscos que dilacerar\u00e3o o cora\u00e7\u00e3o e teimam em se precaver, apreciando o panorama de cima do muro, sem gozar da sensa\u00e7\u00e3o refrescante que torna sua boca apta a beijar mais e mais. <br \/>Em s\u00e3 consci\u00eancia, ser\u00e1 que algu\u00e9m tem moral, nesse mundo, para acusar quem quer que seja de car\u00eancia emocional? A insinuar falta de amadurecimento, portadora da s\u00edndrome de Peter Pan, carente de mimo, a ser o centro das aten\u00e7\u00f5es. Quando o que mais falta no mundo \u00e9 amor e, por isso, somos todos carentes.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diz-se de car\u00eancia emocional a crian\u00e7a que cresce sempre carecendo de amor, independendo se recebe muito ou pouco. J\u00e1 nasceu subnutrida de aten\u00e7\u00e3o. Provavelmente originada no profundo abandono de vida passada. O resultado \u00e9 que n\u00e3o consegue viver sozinha. 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