﻿{"id":5514,"date":"2014-06-09T00:00:02","date_gmt":"2014-06-09T03:00:02","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-12T21:12:06","modified_gmt":"2023-05-13T00:12:06","slug":"a-dor-encravada-na-alma-suscita-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/a-dor-encravada-na-alma-suscita-amor\/","title":{"rendered":"A DOR ENCRAVADA NA ALMA SUSCITA AMOR"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><div style=text-align: justify;>Por mais que saibamos que um grande n\u00famero de pessoas vive burocraticamente, sem quase arriscar, como se tivesse medo de atrair alguma coisa ruim ao p\u00f4r a cara pra fora, ningu\u00e9m passa pela vida como uma folha em branco, sem nada escrito, ou mesmo com garranchos. Tudo vai sendo registrado na alma, mesclando o que foi com o que deixou de ser, embolando grandes expectativas com enormes decep\u00e7\u00f5es. As p\u00e1ginas viradas trazem as cicatrizes do tempo que passou, o que nos obriga a mais prud\u00eancia nas rela\u00e7\u00f5es. Diferente de quando somos jovens, quando o amor que nos consome \u00e9 indicativo de eterna esperan\u00e7a. Mas as experi\u00eancias se acumulam com os anos e movem o p\u00e9 para tr\u00e1s em fun\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria de fatos que nos fizeram mal. Se na juventude desbravamos o desconhecido com a cara e a coragem, queimadas algumas etapas, aprendemos a caminhar lentamente, tentando identificar os riscos e buscar garantias.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>S\u00f3 que a vida n\u00e3o nos abandona e as oportunidades continuam a surgir. As feridas se reabrem por tornarmos a fechar os olhos e encurtar a nossa vis\u00e3o. Por querermos sonhar de novo e cairmos mais uma vez, parecendo tolos, ing\u00eanuos e despreparados aos olhos dos outros, optamos por fechar as portas do cora\u00e7\u00e3o, examinando pela fresta o que aconteceria se tiv\u00e9ssemos tentado em diversas chances que n\u00e3o findam.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>A culpa \u00e9 do ser humano, por n\u00e3o sermos iguais, embora t\u00e3o parecidos!\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>Queremos sempre o amor, mas nunca a dor que dele resulta. Queremos saborear o mel do amor, rejubilar com a alegria do amor e sentir at\u00e9 a saudade, que pode perturbar o cora\u00e7\u00e3o, mas a dor, n\u00e3o! Desconhecendo que o desfrute da alegria de amar pode depender de superar a dor encravada na alma.<\/div>\n<div style=text-align: justify;>Se amar \u00e9 tocar o c\u00e9u e ter a terra aos seus p\u00e9s, elevando-o a um ponto sublime e incompar\u00e1vel, n\u00e3o \u00e9 nenhum absurdo que um dia ventos trai\u00e7oeiros levem esse amor para bem longe. Por\u00e9m, deixou gravado em sua alma o n\u00e9ctar que soube extrair das flores, a poesia inspirada nesse amor e uma longa viagem marcada por lembran\u00e7as que carregamos e que sustentam nossa exist\u00eancia.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>N\u00e3o \u00e9 o fim, por mais que n\u00e3o aceitemos. Sen\u00e3o, a dor permanece encravada na alma.<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por mais que saibamos que um grande n\u00famero de pessoas vive burocraticamente, sem quase arriscar, como se tivesse medo de atrair alguma coisa ruim ao p\u00f4r a cara pra fora, ningu\u00e9m passa pela vida como uma folha em branco, sem nada escrito, ou mesmo com garranchos. 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