﻿{"id":5706,"date":"2015-03-30T00:00:02","date_gmt":"2015-03-30T03:00:02","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-05-12T20:55:32","modified_gmt":"2023-05-12T23:55:32","slug":"talvez-voce-nunca-tenha-conseguido-amar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornaldugaio.com.br\/index.php\/talvez-voce-nunca-tenha-conseguido-amar\/","title":{"rendered":"TALVEZ VOC&#202; NUNCA TENHA CONSEGUIDO AMAR"},"content":{"rendered":"<div class=\"fsc_text\"><div style=text-align: justify;>Com base no que professa a monja Jetsunma Tenzi Palmo, segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano, o problema \u00e9 que sempre confundimos a ideia de amor com apego. O apego que exibimos em nossas rela\u00e7\u00f5es seria visto como amor, quando, na verdade, \u00e9 s\u00f3 apego, e nos causa dor. Porque quanto mais nos agarramos, mais temos medo de perder, o que implica em mais sofrimento.<\/div>\n<div style=text-align: justify;>O apego diz \u201cEu te amo, por isso eu quero que voc\u00ea me fa\u00e7a feliz\u201d. O amor genu\u00edno diz \u201cEu te amo, por isso quero que voc\u00ea seja feliz. Se isso me incluir, \u00f3timo! Se n\u00e3o, eu s\u00f3 quero sua felicidade!\u201d\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>Apego \u00e9 como segurar com bastante for\u00e7a. Amor genu\u00edno \u00e9 segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando as coisas flu\u00edrem.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>Quanto mais agarrarmos o outro com for\u00e7a, mais n\u00f3s sofreremos. No entanto, \u00e9 muito dif\u00edcil as pessoas entenderem isso porque elas pensam que, quanto mais elas se agarram a algu\u00e9m, mais isso demonstra o quanto elas se importam com os outros, mais querem cuidar, tratar bem, enfim, amar. S\u00f3 que n\u00e3o \u00e9 bem por a\u00ed. Quem assim age, procura realmente prender algu\u00e9m por ter medo de que, se n\u00e3o for desse modo, vai acabar se machucando.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo nosso parceiro ser\u00e1 certamente muito complicado. Idealmente, as pessoas deveriam se unir j\u00e1 se sentindo preenchidas por si mesmas e ficarem juntas apenas por apreciar isso no outro, em vez de esperar que o companheiro supra essa sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar que elas n\u00e3o t\u00eam quando sozinhas. \u00a0 \u00a0 \u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>E essa demanda de suprir a necessidade do outro vem junto com o que \u00e9 pr\u00f3prio do romance em que projetamos nossas ideias, ideais, desejos e fantasias rom\u00e2nticas sobre o outro &#8211; algo que ele nunca ser\u00e1 capaz de corresponder. Assim que come\u00e7amos a conhec\u00ea-lo melhor, reconhecemos que n\u00e3o \u00e9 o Pr\u00edncipe Encantado ou a Cinderela. A menos que sejamos capazes de enxerg\u00e1-los, de gostar e de sentir desejo, mas tamb\u00e9m ter bondade amorosa e compaix\u00e3o, caso contr\u00e1rio, ser\u00e1 um relacionamento muito dif\u00edcil.\u00a0<\/div>\n<div style=text-align: justify;>A monja Jetsunma Tenzi Palmo n\u00e3o chegou a dizer que talvez voc\u00ea nunca tenha amado.<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com base no que professa a monja Jetsunma Tenzi Palmo, segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano, o problema \u00e9 que sempre confundimos a ideia de amor com apego. O apego que exibimos em nossas rela\u00e7\u00f5es seria visto como amor, quando, na verdade, \u00e9 s\u00f3 apego, e nos causa dor. 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