Às vezes as palavras quicam no céu da boca e escorregam até a ponta da língua, mas os dentes, bancando os prudentes, trancam as letras e as transformam em sapos a serem engolidos num eterno vaivém em refluxo de verbos oprimidos.
Às vezes as palavras quicam no céu da boca e escorregam até a ponta da língua, mas os dentes, bancando os prudentes, trancam as letras e as transformam em sapos a serem engolidos num eterno vaivém em refluxo de verbos oprimidos.
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