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A DEMÊNCIA DE TRUMP

Isso é sério. Os Estados Unidos só descobriram que Biden sofria de falta de cognição em debate pré-presidencial com Trump. Ou seja, ele podia ter sido eleito com a redução de funções mentais como memória, atenção, raciocínio e linguagem, afetando sua autonomia. Em compensação, os Estados Unidos elegeram um demente, em todos os sentidos do termo. Trump garantiu que mandaria a Pérsia (Irã) de volta à Idade da Pedra de onde foram manufaturados, para assinar em cruz um acordo de paz com o país dos aiatolás. Em outras palavras, o americano megalomaníaco que se imagina estadista foi derrotado pelos herdeiros da civilização persa.
Assustam o envelhecimento ou doenças neurodegenerativas como fatores de desconexão ou demência na condução da maior potência do planeta, e nos fazem lembrar do etarismo. O preconceito, a estereotipação e a discriminação baseados na idade de uma pessoa, afetando principalmente os idosos. Esta forma de preconceito gera exclusão social e impacta negativamente a saúde física e mental.
Esse será o meio sujo que Flávio irá explorar contra Lula na disputa pela presidência. Como se tivesse moral o autor da rachadinha, o amigo dileto dos milicianos que tenta costurar uma aliança com os mafiosos da Faria Lima, vender o país aos interesses dos dementes americanos que elegeram Trump e não falhar no novo golpe que a família Bolsonaro perpetrará.
A demência encontra um campo fértil na política por se casar em comunhão de bens com seu eleitorado, ávido por ocupar o lugar de quem pretende explorá-lo, e perpetuar a raça.
A demência também ajuda a iludir com relação ao fim do ser humano. Seja a morte, a prisão ou até na própria demência na qual imergiu, perder a noção e pensar que foi um grande homem, quando o presidente Trump só será lembrado pela pedofilia que abraçou com entusiasmo em meio às meninas inocentes que arrebanhava.
A demência de Trump é tamanha que o fez priorizar a guerra contra o Irã ao invés de virar os olhos para a face oculta da Lua, façanha da Nasa, observada e estudada por uma equipe de astronautas americanos e mais um canadense em meio a uma chuva de mísseis e drones no estreito de Ormuz.

Categories: Crônicas
Antonio Carlos Gaio:
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