O ator de teatro, de telenovelas e de cinema, Antônio Fagundes, prefere se declarar agnóstico ao não seguir nenhuma religião do que ateu convicto. Por crer no Deus pleno de boa vontade para com todos os seres humanos. O que acabou levando-o ao Espiritismo, uma doutrina tão generosa que, segundo ele, não o obriga a acreditar em todos os seus preceitos. Mesmo se for o seu carma não acreditar em Deus, pois Ele acredita em você e, portanto, continuará protegendo-o da mesma maneira. Acrescenta que você é livre inclusive da crença, da obrigatoriedade de ser espírita, de não se comportar de um determinado jeito, pois não será excluído e deixar de pertencer a essa tribo. Não, você faz parte dessa constelação de seres humanos protegida por um Deus absolutamente generoso. Não estão na pauta castigos que existem em outras religiões, ser encaminhado para o Inferno de Dante, queimando o resto da vida, nem expulso do meio espírita. Assegura que o Espiritismo só propõe coisas boas, quando olha para o Céu, para a Natureza, o sol e as estrelas. Se eu errei aqui e agora, tenho que voltar a essa vida para resgatar meus erros e escolher melhor o meu caminho. Ou, então, não, eu acertei e me dirijo ao meu caminho de luz.
Praticando este ensinamento, você poderá se elevar de tal forma acima da matéria e se sentir espiritualizado tão logo deixe o corpo terreno ao desencarnar. Elevando-se tão alto para não mais julgar com as limitações da matéria, quando, com rara facilidade, condenava seu próximo, senão Deus e o mundo.
Se procurardes ao redor de si o verdadeiro sentido de todas as dores que afligem a grande família humana precisando de alívio, encontrareis a mesma família em outra época, em planos mais avançados no Mundo Espiritual. Por isso, não podeis negar a nenhum de vossos irmãos o que Deus generosamente vos destes: o amor. Ou não seríeis felizes se os vossos irmãos vos dessem tudo do que necessitais?
A ducentésima sexagésima intervenção espiritual, em 20 de fevereiro, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura de “Vinha de Luz”, 168 (“Parecem, mas não são”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 11 (“Amar ao próximo como a si mesmo”), item 10 (“A Lei do Amor”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Há que mudar para melhor aceitar uma grande leva de novas ideias sobre liberdade, igualdade e fraternidade, que não faz muito tempo seriam rejeitadas. Por vezes vêm revestidas de manifestações reveladoras para não assustar os destituídos de qualquer inspiração ou mesmo sem malícia, ao preferirem se manter submersos no Mar da Ingenuidade a ter que lidar com espíritos que eles não conseguem ver e com a continuidade da vida pós-morte. Optando por se deter no pessimismo e na depressão ao reiterar em sua memória os momentos difíceis em que conseguiram superar problemas graves, ao invés de mergulhar na alegria de terem atravessado mais essa prova em sua encarnação.
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