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A MULHER DE LÓ E AS PRAGAS

Este é o episódio bíblico da “Mulher de Ló”, que se transformou em estátua de sal ao não obedecer à recomendação e virar para trás na fuga, não resistindo à curiosidade para observar Sodoma e Gomorra consumida pelas chamas.
A família de Ló resolveu fugir de Sodoma e Gomorra orientada por Deus. O vilarejo estava prestes a ser destruído com uma chuva de fogo e de enxofre devido ao alto nível de promiscuidade e imoralidade sexual que se salientava.
Tratava-se de uma patrulha homossexual masculina que caçava parceiros de casa em casa, ameaçando quem não aceitasse se agregar para formar um mundo à parte. Insatisfeitos com a única opção sexual adotada, já desde aquela época. Patriarcas chegavam a oferecer filhas virgens ou suas próprias mulheres como contraoferta, mas eles não se interessavam nem um pouco.
Sodoma e Gomorra, conhecidas como o antro da devassidão, castigada por Deus. A “Mulher de Ló”, cujo nome próprio não é citado, uma referência constante quando o tema era agir na desobediência aos padrões vigentes, no sentido contrário à correnteza. Ou olhar para trás significar ao cristão lembrar o passado em tempo de pecado.
Uma época em que não havia entendimento da palavra ou respeito pelos princípios do Senhor. Deus era obrigado a intervir para se fazer respeitado.
As dez pragas do Egito foram calamidades em sequência que Deus infligiu para convencer o faraó a libertar os hebreus, maltratados e humilhados pela escravidão. Somente após a décima praga, o faraó aceitou a interveniência de Deus nos negócios internos egípcios, o que permitiu o êxodo do povo hebreu através do deserto, rumo à Terra de Canaã. Fazendo do povo judeu uma grande coletividade espalhada pelo mundo afora.
O ciclo de destruição começou por tingir de sangue as águas do Rio Nilo, contaminando e matando todos os peixes; rãs surgiram em todos os cantos do Egito, seguidas por piolhos, depois moscas, até sobrevir uma epidemia que se abateu sobre a totalidade dos animais; eis que úlceras e pústulas passaram a cobrir o corpo dos homens; uma chuva de granizo destruiu plantações, seguida por uma nuvem de gafanhotos com o mesmo fim; uma escuridão encobriu o sol, imergindo o Egito em trevas, exceto onde os filhos de Israel residiam; condenados a morrer todos os primogênitos, desde animais até os servos, inclusive o filho do faraó.
As pragas serviram para demonstrar que havia um outro mundo por nascer, anunciado por Moisés, o guardião dos Dez Mandamentos, que sepultaria a genealogia dos deuses egípcios representados por peixes, rãs, insetos, vacas, água, fogo, céu, e os relacionados à abundante colheita e à magia ou artes secretas. Resultando no maior rebaixamento moral de que se tinha notícia na época, de deuses considerados os governantes do Egito. Abrindo caminho para, no futuro, Jesus Cristo ser elevado à condição de Governador da Terra, ao enfrentar o sacrifício de ser crucificado como exemplo dignificante à espécie humana, o retrato de um mundo repleto de provações e sacrifícios para ascendermos espiritualmente.
E assim caminha a Humanidade! Cerca de 3 mil anos depois, as pragas ainda são necessárias – a pandemia atual de coronavírus – como fator de correção para que se reveja conduta e comportamento que deságuam na ânsia por ganhos exorbitantes ou desejo exacerbado de ter mais do que os outros em contraste vergonhoso com a falta de solidariedade e o desapreço pela miséria. Para que se reexamine padrões éticos com o propósito de coibir desvios crescentes de caráter que valorizam a esperteza e o oportunismo, o “se dar bem”.

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