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CAPÍTULO CLXX – NÃO HÁ ESPAÇO PARA ILUSÕES NO PLANO ESPIRITUAL

Exatamente 6 anos depois que meu pai desencarnou e se dirigiu ao chamado Nosso Lar, ele retorna em mensagem espírita de 17 de julho de 1986 para nos confessar que, por muitas vezes, supôs na vida terrestre que o espírito liberado das experiências físicas se recolheria, decerto, muito longe do teatro de lutas e provas por aí chamado de cotidiano. Numa espécie de refúgio, à maneira do peixe quando se desvia da corrente forte e se resguarda no chamado remanso para se refazer. Mas a ilusão termina sem delongas quando somos despertados para o serviço a fazer. E esse serviço se subdivide em tantas faixas de ação que, efetivamente, não se dispõe de hora alguma para o lazer espiritual entressonhado. Justamente quando recebemos a palma da concessão de mais trabalho junto aos nossos é que temos a impressão de haver regressado aos Céus. Quase todos os companheiros em contato conosco sustentam a mesma opinião, tão imediatos e urgentes se fazem os problemas a resolver. Às vezes, pequeninas questões geram grandes conflitos ou enormes receios que necessitamos podar para que o serviço se mantenha nas finalidades que lhe dizem respeito.
Caindo em si, a olhar para o futuro que se descortinava, sublinhou que “estamos entre tantos corações queridos que, para mim, é sempre melhor não pensar em elevações espirituais prematuras”.
A centésima septuagésima intervenção espiritual, em 15 de julho de 2022, que passou a ser presencial na Fundação Marietta Gaio, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura de “Vinha de Luz”, 78 (“Purifiquemo-nos”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 1 (“Não vim destruir a lei”), itens 3 e 4 (“Cristo”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Anunciada sua vinda por meio de profecias, Jesus Cristo veio para desenvolver e dar sentido verdadeiro às Leis de Deus, tornando-as apropriadas ao grau de adiantamento alcançado pelos homens, sintetizadas em “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Era preciso praticá-las aqui na Terra, em toda sua amplitude e pureza, com todas as suas consequências, e extensivas a todos, sem distinção. A autoridade de Cristo vinha da natureza excepcional de seu Espírito e de sua missão divina a ensinar que a verdadeira vida não está na Terra e sim no reino dos Céus, bem como o caminho que nos conduz até lá e os meios de se reconciliar com Deus. Mas ainda era necessário dar à Ciência o tempo para progredir e os gérmens das verdades lançadas florescerem.
Portanto, purifiquemo-nos na Terra! Onde a maioria das almas encarnadas dorme ainda o sono da indiferença. Guardemo-nos da língua encharcada de calúnias e leviandade, dos falsos julgamentos, do ódio que prostitui nosso caráter e nos torna passivos de paixões baixas.

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