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CAPÍTULO LXXII – A INGRATIDÃO

Meus amigos, se fosse possível conhecer todos os laços que na vida presente se interligam com as existências anteriores e se pudéssemos entender a grande multiplicidade das relações que unem os seres uns aos outros almejando o progresso de todos, admiraríeis a sabedoria com que foi criado o Mundo Espiritual. Seja como ente físico ou espírito, se mora dentro de você a força capaz de transformar sua vida tornando-a mais saudável além de vigorosa, encarnando e desencarnando até chegar a Ele.
Infelizmente, vedes apenas o presente e, mesmo assim, até a linha do horizonte. Trabalhais para vós e não para os outros.
A sexagésima oitava intervenção espiritual, em 7 de dezembro de 2018, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura e comentários sobre o item 19 (“Benefícios pagos com a ingratidão”) do capítulo 13 (“Que vossa mão esquerda não saiba o que faz vossa mão direita”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
O medo de fazer o bem, de novo sob o temor de mais uma vez ser pago com ingratidão. Ora, o benefício há que ser desinteressado sem criar expectativa ou esperar reconhecimento do beneficiado. Senão é orgulho puro ao se envaidecer com a humildade de quem deseja beijar seus pés ou de quem o bajule.
A Terra é menos recompensa pelo bem que se pratica e mais acerto de contas de vidas passadas, de que pouco sabemos justamente para avivar nossas mentes quanto aos nossos parcos poderes e intrínsecas limitações a exigir respeito e acatamento ao que nos é destinado e desbastar a floresta humana.
Qual é a sabedoria que se extrai? Deus permite que, às vezes, sejais pagos com a ingratidão para que vós proveis a quantas anda vossa perseverança e firmeza de espírito para se manter no caminho de quem tanto precisa de você.
À ingratidão reservam-se frutos amargos. Os favores acabam por abrandar os corações mais endurecidos, podendo até serem esquecidos aqui na Terra, no entanto, quando o Espírito se livrar de seu envoltório carnal, o ingrato se lembrará e estará sujeito a se redimir. Lamentará sua ingratidão e desejará reparar sua falta, até mesmo pagar sua dívida em outra existência, senão se dedicando ao seu benfeitor.
Donde se chega à conclusão que jamais se perdem fazer o bem ou prestar benefícios. Para o bem passar, a porta se estreita; e se alarga diante do mal perdulário e do vício, que não reconhece barreiras.

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