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ELEIÇÕES 2018 – EM QUEM VOTAR EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS?

Em quem votar partindo do ponto de vista contrário a qualquer aliança com Bolsonaro. Mas se todos se dizem amigos do capitão e que ele não tem nada de violento, não é de hoje, só resta descartar esse critério. No Rio de Janeiro, o inexperiente e desconhecido Witzel só saiu bem à frente de Eduardo Paes porque mostrou ser oportunista e pilantra, se agregando à quadrilha que está se formando em torno de Bolsonaro, quando nunca o viu mais gordo. Witzel também procurou grudar sua imagem nos juízes Moro e Bretas, quando foi um magistrado medíocre e hoje se associou a um escritório de advocacia para faturar mais – por não possuir espírito público que todo juiz deve ter. Paes, apesar das ligações com o clã de Sergio Cabral, foi um eficiente gestor como prefeito das Olimpíadas, o idealizador do projeto Porto Maravilha e tornou a mobilidade do transporte coletivo do Rio em seu principal trunfo. Em São Paulo, Dória se divertiu às nossas custas sendo prefeito paulistano, como se não fosse político e viajando o tempo todo, para depois abandonar o cargo e pleitear o governo do Estado – o compromisso do turista incidental é com a alta sociedade. O concorrente Márcio França é a pedida, por ser do PSB (visão mais social) e conhecer bem o seu estado, apesar de ter sido vice de Alckmin – melhor que representante legal da Fiesp ou da elite. Em Minas Gerais, a grande decepção provocada pelo eleitor mineiro, que já assegurou a vitória no 2º turno ao Zema, do partido Novo. Dono de uma rede de lojas de eletrodomésticos, completamente por fora da estrutura de um estado e ilustre desconhecido da patuleia, de ideias escravagistas, querendo privatizar até escolas, demitir funcionários públicos concursados, em suma, um capiau deslumbrado. Enfrenta o tucano Anastasia, o relator do impeachment de Dilma que aceitou o trabalho sujo de ratificar invenções e argumentação chinfrim colocadas por outros neófitos golpistas no processo. Voto nulo, pois tanto um quanto o outro farão o eleitor mineiro sofrer as consequências de suas escolhas, embora o panorama regional fosse desanimador. Saliente-se no panorama nacional que havia opções, mas igualmente sinalizam inúmeros problemas graves suscitados na campanha que irão soterrar o eleito, seja ele quem for.

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