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HOLANDA FOI EMBORA MAIS CEDO DA EUROCOPA

-EUROCOPA, COPA AMÉRICA E PANDEMIA-

Na rodada final da fase de classificação por grupos, a Dinamarca chamou a atenção por ter passado para as oitavas, ao golear a Rússia por 4×1 e suplantar o trauma da quase morte em campo de Eriksen, seu melhor jogador, contra a Finlândia, seguida pela derrota por 1×0, e mais outra por 2x1contra a Bélgica.
Mas o grupo F (da morte) é que foi a grande atração da Eurocopa, não só por seus contendores (Alemanha, França e Portugal), como também pelas surpresas que o futebol costuma proporcionar. Por ser a mais fraca, pensava-se que a Hungria já estava eliminada antes de entrar em campo e, durante os quase 90 minutos, na frente do placar contra a Alemanha, por duas vezes, a Hungria se classificava e ora eliminava os germânicos, ora os portugueses. Mas acabou por permitir à Alemanha chegar às oitavas, quando ela empatou no final em 2×2. No mesmo horário, o mesmo empate ocorreu entre França e Portugal, com os franceses um pouco melhor, destacando-se Benzema e Pogba contra os 109 gols assinalados por Cristiano Ronaldo em sua carreira no selecionado português, ao converter dois pênaltis como se estivesse jogando uma pelada.
Ao iniciar as oitavas, Dinamarca ressurge da infelicidade ocorrida com seu jogador Eriksen (quase saiu de campo pro cemitério) e goleia de novo, desta vez o insípido País de Gales, por 4×0. Vão para as quartas junto com a Itália, que suplantou os austríacos por 2×1, placar construído somente na prorrogação, praticando um futebol eficiente, sério, ofensivo e bem concatenado – costuma fazer muitos gols.
O grande insucesso. A República Tcheca desde o início se impôs aos holandeses sem se intimidar com o melhor e envolvente padrão de jogo da Holanda, que vai ao ataque com grande mobilidade. Mas percebia-se na Holanda um dia de menos criatividade, e nos tchecos, mais personalidade. Até que, no 2º tempo, o zagueiro holandês De Ligt escorregou e meteu a mão na bola próximo à grande área para não permitir um gol iminente dos tchecos, sendo expulso (somente pelo VAR). Com dez homens, o time sentiu “os imprevistos do futebol” num mau dia, colaborando para que o destino cruel eliminasse uma seleção tão respeitada pelos expert em futebol. Enquanto a equipe da República Tcheca passou a gostar da partida, construindo o placar de 2×0 e a classificação irretocável para as quartas.
No desafio mais esperado das oitavas, Bélgica eliminou Portugal pela contagem mínima, com gol de Thorgan Hazard, numa disputa que não deixará saudades. Mal jogada, feia, sem o menor talento e apenas dramática ao final. Embora seja temerário fazer previsões em competições mata-mata, a Bélgica não deve ir muito longe conforme se esperava. Depois de eliminar o Brasil nas quartas da última Copa do Mundo, a Bélgica precisa subir alguns degraus para se equivaler aos bambambãs.
O Brasil conseguiu a terceira vitória na desenxavida Copa América, frente à Colômbia, depois de virar o jogo por 2×1 com gol de Casemiro no último minuto. E na rodada seguinte, já classificado para as quartas, com Neymar no banco, para poupá-lo de mais um cartão amarelo e ficar suspenso, o Brasil empatou com o Equador por 1×1, com gol de Militão. Conclusão quanto ao estágio a que chegamos no nosso futebol: somos dependentes de Neymar. Sem maiores inovações como outrora.

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