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“MINHA LUTA” SÓ MERECE UM CANTO ESCURO NA ESTANTE, NUNCA SER QUEIMADO

A versão crítica francesa de “Minha Luta” num volume de 896 páginas, intitulada “Historicizar o mal – uma edição crítica de “Minha Luta’”, com 27 textos analíticos e quase 3 mil notas explicativas, nasceu com a ambição de apontar as fake news do Führer na controversa obra. A partir de 1925, foram impressos mais de 12 milhões de exemplares de “Minha Luta” durante o regime nazista. Entre 2003 e 2020, “Minha Luta” vendeu em torno de 70 mil exemplares, circulando de forma massiva em diferentes países, enquanto nas bibliotecas a procura aumenta a cada vez que há uma crise internacional. A ultradireita e suas ramificações populistas e supremacistas estariam em evidência nos Estados Unidos, na Índia, no Leste Europeu e até no Brasil (felizmente não se estuda o nazismo por faltar nível de instrução). As críticas da esquerda asseveram que editar é transmitir e que a simples menção do projeto já garantiu publicidade incomparável a este livro criminoso. Somou Hitler ao crescimento da extrema-direita, embora o espírito maligno de Hitler ainda esteja presente entre nós. Quando o que se pretende é conter as mentiras que, se repetidas mil vezes, viram verdade. Como a que o Exército alemão estaria em condições de vencer a 1ª Guerra Mundial em 1918, se não fosse traído e apunhalado nas costas pelos comunistas, judeus e parte da população civil. No livro, Hitler abusa de raciocínios bisonhos, inventa mitos, como fatos biográficos e mentiras sobre seu percurso político. Embutindo obscurantismo, teorias da conspiração e rejeição da ciência e do conhecimento em plena ascensão do populismo vulgar, tacanho, abjeto, desequilibrado e psicopata. Parece hoje. Se fosse o contrário, Hitler faria uma grande fogueira de “Minha Luta”. Mas isso não adianta. Nunca adiantou. Os livros de Allan Kardec e o espiritismo também já foram alvo da sanha inquisitorial, mãe de todas as artes do nazismo. Para enfrentar essa gente que sempre encarnou o Mal ao longo da evolução da Humanidade, só com razão, juízo e bom senso, senão você se iguala e desperdiça a sabedoria acumulada.

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