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A DISCRIMINAÇÃO AOS BRIZOLÕES CUSTOU A NECESSIDADE DE IMPLANTAR UPP’S NAS FAVELAS DO RIO

Certamente será uma lei que irá pegar a implantação e permanência por 25 anos de Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas do Rio de Janeiro, além de tornar obrigatória no curso das UPP’s a instalação de creches, escolas dos ensino fundamental e médio, do acesso gratuito à internet, bem como a construção de áreas de lazer e espaços culturais e esportivos. Consagrar em lei a iniciativa de abrir caminho para livrar a população carioca do crime organizado, seja o narcotráfico ou as milícias, visa a impedir que, no futuro, venha um Cesar Maia sequioso de inveja ou um garotinho qualquer e comece, como quem não quer nada, a sabotar um projeto que não saiu de suas cabeças privilegiadas. Por exemplo, reduzindo o efetivo em cada comunidade a pretexto de que a criminalidade baixou ou transferindo policiais para reforçar outras UPP’s mais carentes. Se tal preocupação e zelo tivessem sido os mesmos na continuidade da expansão da rede dos escolões do Brizola em horário integral (CIEP’s) por parte de governadores que o sucederam, talvez não estivéssemos invertendo um considerável volume de recursos para evitar a guerra. Teríamos apostado na paz e na educação. Mas o eleitorado caiu na conversa do partido da mídia, à época formadora da opinião pública, comprando a malévola ideia, ainda não sepultada até hoje, de que Brizola foi o responsável pela expansão da rede de tráfico de drogas em defesa de sua política de direitos humanos, ao não permitir que a polícia subisse o morro para achacar os traficantes ou abrisse fogo, matando com balas perdidas trabalhadores e crianças. Política essa que viria a ser adotada nas décadas seguintes, de eficiência zero, até as UPP’s caírem de paraquedas no seio das favelas. Como se o criador dos 500 brizolões pudesse ser confundido e maculado com os traficantes que queimaram vivo o jornalista Tim Lopes. Custou caro à população do Rio de Janeiro espezinhar Brizola; trouxe má sorte mexer com seu espírito indômito. Caberia somente a Lula dar resposta à altura à rede da discriminação, cujo acesso é fácil, rápido e farto, e que não tem outro objetivo senão derrubar a ideia de um Brasil para todos.

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