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A SORDIDEZ EM DAR PODER À PM EM SÃO PAULO PARA MATAR SUSPEITOS

O absurdo do Brasil. O governador Tarcísio quer colocar nas mãos da PM de São Paulo a decisão de filmar ou não quando pretende pôr em risco a vida da população, a cada batida policial, bem explorando o reacionarismo majoritário do cidadão paulista que vem desde o tempo do Brasil Colônia quando os bandeirantes dizimavam os índios “para integrar o Brasil”, e que hoje advoga executar os suspeitos de praticar delitos a título de combater a criminalidade. O que ainda não se tem certeza é se essa monstruosidade no caráter já existia com a ignorância e o nazismo que lhe é inerente, e aflorou com o seu mito. Fica claro, nesse particular, que os direitos humanos continuam a ocupar um lugar na nossa democracia a que se lhes dão o maior desprezo, bem como a exploração eleitoreira dos piores momentos do caráter brasileiro, que lembra o personagem sem nenhum caráter de Macunaíma, título do livro de Mário de Andrade, publicado em 1928. Quando igualmente se cultiva a malandragem como vício tipicamente brasileiro. Sempre muito voltada para se eleger. A propagar hoje um fascismo tupiniquim. Baseado em mentiras sórdidas visando desenhar um panorama distante da realidade para se ter certeza de que nada funciona. E nos fazer crer que a nossa democracia é regulada por um Judiciário prepotente e um Legislativo corrupto que só um Executivo com mão forte para colocar o país nos eixos. Apostando na dificuldade dos brasileiros em interpretar a realidade truncada por tanta mentira veiculada. Portanto, o ideal, para eles, seria sabotar a educação no Brasil e diminuir o nível de percepção do cidadão para facilitar a manutenção de gente desse calibre no poder. Em suma, quanto mais houver do gênero humano Macunaíma, mais estaremos sujeitos à manipulação da informação e do conhecimento, irremediavelmente condenados à ignorância e às trevas.

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Antonio Carlos Gaio
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