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CAPÍTULO CXLIX – PRISIONEIRO DO QUE NÃO CONSEGUE RESOLVER DENTRO DE SI

Vivi maus pedaços e corri sério risco de vida ao longo do mês de julho até a sexta-feira 13 de agosto, por negligência médica aos sinais de infarto, imprecisa leitura de cateterismo por má qualidade da filmagem, diagnóstico em dúvida entre angioplastia e ponte de safena, troca de cardiologista e novo cateterismo com decisão por colocar stent guiado por ultrassom intravascular. Uma tremenda provação para testar a autoconfiança.
Deixou um ar de trauma, mas o furacão passou. E a grande aprendizagem é que você se torna eternamente prisioneiro daquilo que não consegue resolver dentro de si. Tal como alguns recém espíritos que, nem bem descortinam alguns raios da luz espiritual, já afiam suas línguas como declarados inimigos da experiência da encarnação, furtando-se aos mais nobres e engrandecedores testemunhos para criticar a incorreção no modo de pensar e agir do homem, enxergando espinhos, onde só desponta flor desabrochando e risos inocentes. E condenando a paisagem a que foram conduzidos para o serviço metódico no bem, retraindo-se, de olhos baixos.
Se rogas a Deus para libertá-lo do mal, não te afastes dos lugares de luta, a fim de que aprendas no que consiste o espírito de serviço até o último dia de força utilizável no mecanismo fisiológico. Ninguém sabe sem aprender, até poder transformar o mal em bem, a treva em luz e a dor em bênção.
Prosseguindo a intervenção espiritual, sem ainda ser presencial na Fundação Marietta Gaio e realizada na residência de cada médium e de quem se encontra sob tratamento, segundo o calendário da Fundação, com todos obedecendo ao regime de confinamento em face da pandemia do coronavírus, a centésima quadragésima nona intervenção espiritual, em 10 de setembro de 2021, efetivou-se sob a égide da leitura de “Vinha de Luz”, 57 (“Não te afastes”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 24 (“Não coloqueis a candeia debaixo do alqueire”), itens 13, 14, 15 e 16 (“Coragem da fé”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
A coragem de manifestar opinião própria sempre foi estimada entre os homens, pois existe mérito em enfrentar os perigos nos adversários, as perseguições que daí decorrem, as contradições em ideias postas a descoberto e que não são de todos, e até mesmo se expor às simples ironias em face do ridículo que o pensamento possa transparecer. Recuar diante das dificuldades para defender sua opinião equivaleria a uma covardia tão grande quanto a de fugir no momento do embate. Covardia essa reforçada por Jesus Cristo a quem se envergonhar e renegar Suas palavras: aqueles que tiverem medo de se confessar discípulos da verdade não são dignos de ser admitidos no reino da verdade.
Em outras palavras, o que semeiam na Terra, colherão na vida espiritual; lá, recolherão os frutos de sua coragem ou de sua falsa altivez.

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