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CAPÍTULO CXXXII – CHUVA DE METEOROS

É difícil para muita gente, na Terra, a aceitação de tamanha verdade como a que devemos ter amor por nossos inimigos. Somos devedores de altos benefícios a quantos nos perseguem e caluniam, pois são eles que nos indicam nossas fraquezas, deficiências e necessidades a serem atendidas nas tarefas que nos propusemos executar, compelindo-nos a renovações de elevado alcance que raramente compreendemos nos instantes mais graves da nossa experiência em curso.
São inúmeros os sinais da espiritualidade para se crer em algo da dimensão em aceitar nossos desafetos, procurando decupá-los, esmiuçando-os para entendê-los melhor, vencer o receio, simpatizar com eles, até vir a amá-los. O que ainda não conhece e que reluta em ver. As consequências das provações, os ateus recebendo lições, fatos que aparentemente não compreendemos e que depois se convertem em benefícios ou guinadas importantes em nossas vidas. E muitos mais que não atinamos com os nossos sentidos.
Embora seja pura verdade que a grande maioria prefira se abrigar à sombra da acomodação mais por temer a Deus do que estudar e aumentar o seu saber sobre a matéria versus espírito. Defendem-se do que se lhes abate duramente ao longo da encarnação, pois nos encontramos num planeta voltado para a expiação. Não nos cabendo rejeitar essa chuva de meteoros que cai impiedosamente sobre nossas cabeças.
Prosseguindo a intervenção espiritual, sem ainda ser presencial na Fundação Marietta Gaio e realizada na residência de cada médium e de quem se encontra sob tratamento, segundo o calendário da Fundação, com todos obedecendo ao regime de confinamento em face da pandemia do coronavírus, a centésima trigésima segunda intervenção espiritual, em 29 de janeiro de 2021, efetivou-se sob a égide da leitura de “Vinha de Luz”, 41 (“Credores diferentes”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 21 (“Haverá falsos cristos e falsos profetas”), item 9 (“Características do verdadeiro profeta”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Nos momentos de transição, como os de agora, em que se elabora uma transformação da Humanidade, desconfiai dos falsos profetas que se apresentam como reformadores e messias. É dever de todo homem honesto desmascará-los.
Todos nós somos verdadeiros missionários de Deus em razão da missão que recebemos ao encarnar e da qual devemos nos desincumbir. Cabe a cada um de nós refletir e descobrir no que consiste. Através de um caráter determinado e inteligente, secundado por uma força interior que nos inspira e nos dirige, sem que detectemos como atua em nós. Enquanto os falsos profetas se apresentam como enviados de Deus, orgulhosos e cheios de si mesmos, sempre se expressando com arrogância, despidos de humildade e do cultivo da caridade, mas armados da ambição no afã de explorar a credulidade e achar cômodo viver às custas daqueles que os ouvem.
Uma terrível justiça aguarda os falsos profetas, infinitamente mais severa que a chuva de meteoros. Pior é que eles a conhecem, alguns, é verdade, de ouvir falar, mas relutam em crer que se apliquem leis draconianas justamente em quem se dedica a abrir os olhos de cegos que se revelam despreparados para lidar com a moralidade que deve prevalecer no mundo.

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