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CAPÍTULO X – POR UM MINUTO QUE SEJA

Os fatores que contribuem para o câncer são tão numerosos e variados que ninguém deveria se culpar por ter desenvolvido a doença. Por outro lado, qualquer pessoa diagnosticada com câncer tem a oportunidade de aprender a viver de forma diferente, com o provável benefício de ajudar na recuperação, e até se converter numa pessoa de sorte por enxergar coisas que antes não via.
A importância de se prestar atenção em como as emoções podem afetar o rumo do câncer. Para a conexão mente e corpo, principalmente se resguardando quanto ao impacto negativo de sentimentos prolongados de impotência e de desesperança, se não souber onde colocar esse amor que existe, imenso, dentro de todos nós, e se consumir na frustração. Se, para alcançar os objetivos pelos quais gostaria de lutar, há sempre que enfrentar guerras intestinas e o apego ao poder. Quando não se cuida desses sentimentos – e não os estresses da vida em si -, acaba por contribuir para os processos inflamatórios que podem originar o retorno do câncer.
Não só é o amor, no seu sentido mais amplo, dedicado à causa humana, que permite que o estado de espírito permaneça forte e reduza a velocidade de progressão da doença, como também o simples amor e cuidado dos verdadeiros amigos que fortalece seu estado de ânimo.
A décima intervenção espiritual, em 11 de dezembro de 2015, se iniciou com cânticos para abrir caminho para os espíritos curadores e a leitura do item 28 (“É permitido abreviar a vida de um doente que sofre sem esperança de cura?”) do capítulo 5 (“Bem-aventurados os aflitos”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Ainda que se pense que haja chegado o momento final para um moribundo, ninguém pode dizer com certeza que essa hora tenha chegado, mesmo em alguns casos desesperadores. A Ciência nunca se enganou nessas previsões? Mas, se não há nenhuma esperança fundada de um retorno definitivo à vida e à saúde, não há também incontáveis exemplos de que, no momento de dar o último suspiro, o doente se reanima e recobra sua lucidez por alguns instantes? Pois bem! Não deves ignorar os pensamentos que seu espírito é capaz de gerar nos instantes finais da sua agonia e quantos tormentos irão lhe poupar, por um minuto que seja. Suavizai os últimos sofrimentos tanto quanto vos seja possível; mas guardai-vos de encurtar a vida, pois esse minuto pode poupar muitas lágrimas no futuro. Se no momento crucial sobrevir o arrependimento. Esse minuto de bendita graça que lhe é concedido pode ser da maior importância para sua evolução.

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Antonio Carlos Gaio
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