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CAPÍTULO XLI – TOCAR O CÉU COM AS MÃOS

Ao se dirigir do Rio de Janeiro para visitar seu primo e sua família em Mato Grosso, que não deram a menor importância para sua presença, sem trocarem uma palavra sequer, logo o primo que a adorava, uma amiga sonhou, em seguida, que abriu a janela do seu quarto e pôde tocar a abóbada celeste. O Céu desceu às suas mãos para enxotar qualquer baixo-astral de uma rejeição sem precedentes, quando lhe fora cortado o acesso a uma encantadora menina de 3 anos, cuja mãe rompera as relações de 40 anos com minha amiga que a criara como se filha sua fosse, desde que sua mãe ficou completamente incapacitada até hoje em consequência de um parto desastroso. Por razões que somente um espírito muito habilitado, investido de extensos conhecimentos psíquicos, saberia extrair da memória profunda de martirizados pelos sofrimentos o pretérito de suas existências, retrocedendo com eles pelas vias do passado a rever sua trajetória vivida na Terra, de modo a recuperar sua biografia e estudar a causa que impeliu a mãe da menina a agir assim.
A quadragésima primeira intervenção espiritual, em 21 de julho de 2017, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura e comentários sobre os itens 5, 6 e 7 (“Dai a César o que é de César”) do capítulo 11 (“Amar ao próximo como a si mesmo”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Fariseus decidiram prensar Jesus contra a parede, não sem antes ressaltar que Ele incansavelmente pugna pela verdade, não discriminando quem quer que seja, mas indagando-o: “Devemos ou não pagar o tributo a César?”. Os judeus tinham horror aos impostos que os romanos os obrigavam a pagar e isso se transformou numa questão religiosa. Reconhecendo a cilada na pergunta e a costumeira hipocrisia dos farisaicos com a intenção de queimá-Lo perante a autoridade romana, Jesus exigiu que mostrassem a moeda para pagar o tributo com a inscrição e a efígie de César, atalhando: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Ou seja, que se dê a cada um o que se lhe deve. Condena-se todo prejuízo material e moral que se possa causar ao próximo e toda violação dos seus interesses, determinando-se que se respeitem os direitos de cada um, como cada um deseja que se respeitem os seus. Isso vale para a família, sociedade, a autoridade constituída, bem como a todos os cidadãos. Não devendo ser entendido de maneira ilimitada ou desmesurada, como pagar com ingratidão a quem sempre lhe deu a mão.

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