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NÓS NÃO NASCEMOS PARA ODIAR

O Universo funciona como um grande pensamento divino, que paira, vagueia e atua muito acima de uma mente humana. É a mente de um Ser Superior. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, mas estamos conectados a uma mente divina que contém todo o nosso saber. A nossa perspectiva muda de acordo com o referencial, mas somos incapacitados de enxergar outros domínios da Terra acima e abaixo de nós. A nossa percepção não vai além do microcosmo que nos circunscreve, não se percebendo o imenso macrocosmo à nossa volta. Quando o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo, e vice-versa.
Todavia, se tudo tem duas faces, dois polos, e o seu oposto está sempre dentro de si, o mundo é ambíguo. Se os extremos se tocam. Se todas as verdades são meias-verdades. Se é cabível conciliar todos os paradoxos. Se os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Se os princípios de atração e repulsão não existem por si só, dependem um do outro. O claro e o escuro também são manifestações da luz. Se amor e ódio são simples manifestações da mesma origem emissora, apenas diferentes graus de um sentimento. Se tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros.
Se existe em tudo fluxo e refluxo, subindo e descendo, as marés em ação, o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. No ritmo da ascensão e da queda. Na expansão chegar ao ponto máximo, para depois reverter, recomeçando um novo ciclo.
Se nada acontece por acaso, pois ele não existe, já que acaso é simplesmente uma alusão a um fenômeno ocorrido que não conseguimos justificar ou sequer explicar. O que implica na responsabilidade de assumirmos todos os nossos atos, posto que decorrentes do carma.
Nosso verdadeiro inimigo é a ignorância. Não é o que você deixa sair do seu corpo que o torna doente, como chorar, por exemplo. Mas sim o que aprisiona dentro de seu espírito. Nós não nascemos para odiar. Nascemos com amor, com alegria. Basta observar as crianças. É o que deve predominar em nossa essência.

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