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O FUTEBOL-ARTE DA SELEÇÃO DE DUNGA

Kaká ou Luís Fabiano, o nome do jogo na vitória contra Costa do Marfim por 3 a 1?
Luís Fabiano fez dois golaços exibindo alta malandragem diante de um time com a sensibilidade de um elefante – seu símbolo – que pretendia pisar nos nossos calcanhares e calos. Foram dois banhos de cuia no segundo gol, ajudado pela mão de raspão no primeiro lençol e pelo braço no segundo chapéu, o que torna o gol ilegal, mas não impede de ser o mais bonito da Copa até agora.
Ficou elas por elas perante a cafajestice dos marfinenses, que quiseram quebrar a perna do Elano e forçar a expulsão do Kaká, principalmente depois que o Brasil iniciou a surrá-los com três gols. De que adianta empregar tanta violência? Se os africanos são nossos fregueses, ainda têm muito a aprender com os brasileiros e, a julgar pelo péssimo desempenho na primeira Copa realizada em solo africano, não classificarão nenhum representante da África nas finais.
Se a FIFA tiver juízo, o juiz francês Stephane Lannoy deve ir embora mais cedo, de preferência no mesmo avião de Anelka, Domenech, Thierry Henry, Ribéry e outros desconhecidos da seleção francesa. É muita incompetência numa Copa carente de grandes jogadores um árbitro se dar ao luxo de expulsar logo o Kaká, um dos melhores do mundo e que não faz mal ninguém. Se tivesse mandado pro chuveiro o marginal que tentou acabar com a carreira de Michel Bastos, teria evitado a expulsão de Kaká. Muito embora não tenha desperdiçado a oportunidade de demonstrar sua completa imbecilidade ao perguntar a Luís Fabiano se colocou a mão de Deus depois do segundo gol – e se Luís Fabiano fosse sincero, Monsieur Lannoy teria anulado?       
 No entanto, o grande nome da contenda foi Kaká, menos pela expulsão ao entrar de forma ingênua na pilha armada pela Costa do Marfim, e mais por contrariar quem afirmou que ele não iria jogar nada na África do Sul, com belíssimas participações em dois gols brasileiros.
Dunga falhou feio em não ter acabado com o prazer dos marfinenses em se servir de Kaká. Em compensação,  vangloria-se de que, quando sua seleção dá show, como seus críticos exigem, o adversário joga igualzinho ao velho Dunga. Faltando concluir que não há mais espaço para time que joga bonito.

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