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QUEREM PEGAR O PAÍS DE VOLTA

O eleitor do Aécio, depois de votar no Collor, FHC, Serra e Alckmin, desceu ladeira abaixo e agora está indo pros lados de Dória e Bolsonaro, não estando nem um pouco incomodado se um é oportunista e traidor e o outro é nazista e misógino. Não foram às ruas esbravejar contra a corrupção e sim tirar o PT do poder. Querem pegar o país de volta livre dos programas sociais, de aumentos do salário-mínimo acima da inflação, de bolsas, de cotas e de outras vantagens aos mais carentes. Tal como os supremacistas brancos, KKK, neonazistas, alt-right (nacionalistas brancos com pretensões intelectuais), racistas americanos, que querem pegar o país de volta, livre dos EUA de Obama, evocação de não-brancos, não-cristãos e invadido por estrangeiros. A paixão e cegueira intencional é a mesma, bem como a obtusidade moral e o falso moralismo subjacente. O mesmo grande confronto se observa de um lado não sobrando empreiteiras para tocar as grandes obras de infraestrutura no país com a Operação Lava-Jato, reflexo da falta de cultura dos procuradores a respeito de macroeconomia, pois de sua visão limitada é que aumenta o desemprego e o fechamento de empresas, “jogando o bebê fora junto com a água do banho” (tirada de Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES). Do outro lado, o Estado jurídico-policial em marcha, tendo por objeto não a solução para a continuidade de empreendimentos vitais para o desenvolvimento do Brasil e sim a produção de provas para prender quem se envolveu em fatos criminais e imorais que, se não houver responsabilização, maiores fraudes virão adiante. O preço da corrupção não pode ser pago pela população e essas grandes empresas devem responder e purgar pelas fraudes a que se habituaram. Ambos os confrontos prejudicam a maioria constituída pela população mais pobre ou mais necessitada, aqui ou acolá, pois os tempos atuais são de ratificar – até quando? – a discriminação e a elite branca não abrir mão de seus privilégios para dividir o bolo, além do que o desemprego sangra mais e aumenta a miséria de imediato, mais do que se esperar o efeito saneador do desvio dos recursos públicos em saúde e educação na ineficiente máquina pública.

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