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TUDO É POSSÍVEL NO CARNAVAL DE 2011

A proliferação de blocos mudou a cara do Carnaval no Rio, dependente que era do desfile de escolas de samba. Deve superar o de Salvador quanto ao contingente de pessoas nas ruas, brincando em torno de temas que não passam de simples gozação.
Como o bloco do Feitiço do Villa, em homenagem ao compositor de música clássica Villa-Lobos, tocando “As Quatro Estações” de Vivaldi, ao som de oboés, clarinetes, violinos, surdos, repiques e tamborins.
Como na primeira década de 2000, a renda dos 10% mais pobres crescer cinco vezes mais do que a dos 10% mais ricos, fazendo a desigualdade retornar ao mesmo patamar dos anos de Getúlio e Juscelino que antecederam o golpe militar e suas consequências funestas nas décadas de 60, 70 e 80. Só pode ser piada!
Os países muçulmanos descobrirem que não dá mais certo a matança generalizada de opositores xiitas. Quem quiser chegar ao poder o fará somente através das urnas, senão virá o caos e a desordem. Quem irá acreditar? É uma chacota que passa dos limites e tira a gente do sério.
A turma dos que queriam um Carnaval de melhor nível fez o que pôde para bagunçar o coreto dos eleitores de Dilma por terem elegido um poste, na maior das irresponsabilidades, típica de carnavalesco. Os mesmos, agora, tentam transformá-la na rainha da governança, até para sacanear Lula e isso fazer parte do anedotário. Para provar que não se pode levar o Brasil a sério e tudo terminar em Copa do Mundo e Olimpíadas sediadas pelo país do Carnaval.
No fundo, o derrotista pede para levar trolha. O que, no Carnaval, abunda.

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