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VIVA – A VIDA É UMA FESTA

Viva - A Vida é Uma Festa

Viva – A Vida é Uma Festa

A CRÍTICA DA CRÍTICA

Uma produção americana (e não mexicana) dirigida por Lee Unkrich e Adrian Molina, que deve ganhar o Oscar 2018 na categoria animação e fantasia por satisfazer em cheio o público infantil e adulto de cabeça arejada. Concorre com o excelente “O Touro Ferdinando” do brasileiro Carlos Saldanha (“Era do gelo” e “Rio”) e o magnífico e surpreendente “Com amor, Van Gogh”, dirigido por Dorota Kobiela e Hugh Welchman. O adulto preferiria o Van Gogh, mas os três são imperdíveis. A maior surpresa de “Viva – A vida é uma festa” é que consiste em mais um filme espiritualizado, o que a crítica nunca observa, nem a plateia consumista repara que o garoto, para se tornar músico, tem de ingressar no Plano Espiritual (para o americano, no mundo dos mortos representados por caveiras) e pedir a bênção a seu tataravô, famoso cantor e baladista à sua época, já que sua família execra as aptidões musicais e o persegue por isso. Logo no Dia dos Mortos (Finados), que, no México, faz jus a uma comemoração especial com painéis emoldurados por fotos dos parentes falecidos, velas em profusão, flores, e ai de quem não se lembrar do dito cujo – caiu no esquecimento! “Viva – A vida é uma festa” e “Com amor, Van Gogh” bem que poderiam concorrer no rol dos filmes sérios pois sua fantasia excede.

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