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ATÉ QUE PONTO DEUS INTERFERE EM NOSSO DESTINO?

O mundo espiritual é pacífico, mas não passivo. A grande questão é se Eles intervêm quando necessário. Ou se interferem no nosso destino para corrigir a órbita de nosso livre-arbítrio. Se quem sabe é Deus, que tem conhecimento de tudo o que acontecerá, mesmo para onde se inclinará o nosso livre-arbítrio.
Se a intuição, a clarividência, o conhecimento antecipado de fatos futuros não deduzíveis logicamente, a percepção extrassensorial, a telepatia, a mediunidade, a transcomunicação são ferramentas para nossos mentores e guias espirituais se comunicarem conosco, passarem seus recados e mensagens sempre que for preciso. Ainda que se defrontem com espíritos encarnados que demonstrem se comportar como crianças impossíveis de se lidar, dificultando a aproximação. Mesmo os fazendo incorrer em pequenos acidentes para obrigá-los a refletir e se sujeitar a operações corretivas, baixando a guarda diante de intervenções espirituais que pesam na balança, embora não as reconhecendo. O seu instinto de sobrevivência fala mais alto, fareja o que se avizinha e os faz recuar movidos pelo medo do desconhecido, por mais que não acreditem em Deus ou na fenomenologia em si.
O conjunto dessas situações é a prova irrefutável de que Eles se inserem no contexto e tomam parte com a intenção de influir no seu desenvolvimento e desfecho. Com que objetivo? É porque a grande obra só faz sentido se nós viermos a nos transformar e arregaçar as mangas, participando dessa grande empreitada. Mais conscientes de nossa passagem por aqui. O que não nos exime de levantar barreiras com barricadas de perseverança, fé e amor para não permitir que estragos aconteçam.
Por outro lado, são não intervencionistas até certo ponto, quando atitudes insanas e autoritárias de espíritos revoltos, sob a influência de obsessores, estão contribuindo para enterrá-los mais cedo, deixando-os à sua mercê e abalados com suas incontinências, para que naturalmente sobrevenha a razão e os aprume. Não é que seja crime e castigo. Também não é punir, mas sim sofrer as consequências do livre-arbítrio. Não dá para se fingir de morto e fugir à realidade, porque Deus irá tirá-lo da toca, mais cedo ou mais tarde.
E Deus é isso tudo. Melhor senti-Lo do que entendê-Lo, pois nunca conseguirá explicá-Lo. É prudente confiar no seu senso de justiça, se fica confuso quando ora Ele interfere, ora não. Se Deus jamais se perde em equilíbrio e moderação. Tanto que não se incomoda de ser chamado de interventor, se busca a paz de espírito e a harmonia entre irmãos que custam a se entender.

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