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CAPÍTULO 14 – POBRE PSICOLOGIA DE FELIPÃO EM ATRIBUIR AOS JOGADORES A OBRIGAÇÃO DE GANHAR A COPA DO MUNDO

O abalo emocional sofrido pela Seleção Brasileira diante da iminência de ser eliminado pelo Chile nas oitavas de final, numa Copa do Mundo realizada no Brasil, o que equivaleria a uma catástrofe mil vezes pior do que o Maracanazo de 1950, deveu-se exclusivamente à pobre psicologia de Felipão em atribuir aos jogadores a obrigação de ganhar a Copa do Mundo em nossa própria casa – a torcida não iria aceitar outro resultado. Teria que combinar com Deus ou com as outras Seleções. Resultado: quando os nossos jogadores se viram diante dos pênaltis para decidir se continua ou não, alguns só anteviram o fracasso e choraram. Não apareceu um psicanalista para pôr o dedo na cara de Felipão e mostrar o primarismo de sua tese, anteriormente. E nós, torcida brasileira, nos calamos por costumarmos entregar nossos destinos ao Grande Pai, essa alta figura xamânica, em assuntos que fogem à nossa alçada mas que são do nosso enorme interesse. Só porque Felipão havia conquistado a Copa das Confederações com absoluta autoridade e categoria. Consequência desse destempero emocional é que a Seleção Brasileira entrou em crise e vai para o divã. Se isso vai servir de uma injeção moral para reabilitar o equilíbrio, conforme alguns psicólogos otimistas apregoam, somente constataremos com uma boa atuação diante da Colômbia nas quartas de final. Livre, leve e solta, independente de vitória ou derrota.

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