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CAPÍTULO CXL – INTUIÇÃO COMO LEGADO DE OUTRAS ENCARNAÇÕES

As ideias inatas são o resultado dos conhecimentos adquiridos em outras vidas e sedimentaram-se de tal forma no terreno das intuições que serviram de base à aquisição de novas ideias que se incorporaram à cadeia evolutiva do ser encarnado, e pô-lo à prova para gerar mais lucidez, sensibilidade e amor ao próximo.
Continua Kardec: Semeai no campo dos incrédulos, pois é lá que tendes muito a colher. Contudo, os homens são todos livres em suas apreciações, não cabendo a pretensão de se arrogar à missão de convertê-los ou abalar suas convicções ateístas; e aos que nos repelem, deixemo-los em paz.
Almas fechadas em si mesmas em breve evidenciarão progressivo empobrecimento, como se devedores e ignorantes não necessitassem trabalhar na própria melhoria. Ajudemos a atenuar a ignorância com esclarecimentos fraternos para evitar que desinformados dispendam preciosas energias nas difíceis retificações a que estarão sujeitos.
Prosseguindo a intervenção espiritual, sem ainda ser presencial na Fundação Marietta Gaio e realizada na residência de cada médium e de quem se encontra sob tratamento, segundo o calendário da Fundação, com todos obedecendo ao regime de confinamento em face da pandemia do coronavírus, a centésima quadragésima intervenção espiritual, em 7 de maio de 2021, efetivou-se sob a égide da leitura de “Vinha de Luz”, 48 (“Cooperemos fielmente”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 23 (“Moral estranha”), itens 7 e 8 (“Deixai os mortos enterrar seus mortos”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Deixai por conta dos mortos enterrar seus mortos. Censura àqueles que priorizam enterrar os corpos de seus entes queridos? Não! Se procura o impacto na recomendação para chocar os que insistem em se manter vinculados ao mundo das aparências, à beleza das formas, ao superficial que se regula com o efeito passageiro do nosso tempo de vida material.
Quando “deixai os mortos enterrar seus mortos” é dar a justa ênfase à vida do Espírito. Se a existência terrena é demarcada pelo transitório e efêmero, relógio, tempo ou calendário não subsistem, abatidos pelo rodízio das encarnações em busca de maior consciência e evolução. O corpo é apenas uma vestimenta grosseira que reveste temporariamente o Espírito, uma verdadeira prisão que retém o Espírito, tal como a força da gravidade nos mantém atados à Terra, só nos permitindo voar na imaginação. Se vista sob esse ângulo, até parece a Morte, se o encarceramento nos impõe passar por duros testes a cada dia que rapidamente se esvai. Outro não é o motivo quando desejam ao defunto velado que “Descanse em paz” ou “Já não era hora para ele descansar”. Do tanto que escalamos a montanha e nada de chegar ao cume.
O respeito que se tem pelos mortos é semelhante àquele que se tem pelos objetos que lhes pertenceram. Os que lhes queriam bem, os guardam com a mesma estima e zelo devotados pelo falecido. A lembrança não se refere à matéria e sim ao Espírito ausente.

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