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CUIDADO COM QUEM ANDA, MARINA!

O discurso dos economistas tucanos, que Serra não subscreve antes de ganhar as eleições, é de que o Brasil de Lula está dando um passo maior do que a perna. Quando, ao mesmo tempo, aumentou o consumo das famílias pobres, investiu em projetos sociais como a transformação de favelas em bairros pacificados e expandiu o crédito via bancos oficiais, Caixa, Banco do Brasil e especialmente o BNDES, financiado com o endividamento do Tesouro Nacional no afã de liberar empréstimos para o setor privado manter a economia aquecida e o nível de emprego em alta, atraído por juros que não se encontram no mercado.
Não dá para fazer tudo isso junto. É o canto das sereias para iludir a população com a prosperidade brasileira atual. O Estado brasileiro está onde não devia.  Lula tutela os cidadãos com um governo que dá Bolsa Família para os pobres e Bolsa BNDES para os grandes grupos empresariais, ficando com boa parte da sociedade em suas mãos. Há que diminuir o tamanho do Estado, de novo.
A fórmula é a mesma dos anos FHC: conter os gastos públicos e a imprevidência do déficit da Previdência, que supera todo o gasto com o ensino fundamental de 37 milhões de crianças. Aonde cortar? Nas aposentadorias e estendendo o tempo de se aposentar. Ou freando os programas sociais para libertar as famílias da situação humilhante de dependência. Priorizar a redução das desigualdades entre pobres e ricos não é o melhor caminho para fazer crescer a economia. Um governo que gasta mal, sim, é o mal a ser evitado.
Formulações que provêm do economista e filósofo Eduardo Giannetti que, de longa data, conjuga em gênero, número e grau com o ideário tucano, embora atualmente infiltrado nas hostes verdes, como espião e consultor econômico da campanha de Marina.
Falta uma árvore nas elucubrações de Giannetti. Falta um economista de peso, não rendido aos interesses econômicos, que deixe de lado as questões maiores do PIB, dívida externa, balança de pagamentos, juros, impostos, gastos públicos, e peite a sustentabilidade da economia voltada para o meio ambiente. Marina é Avatar nessas eleições e não há como encaixar os conceitos econômicos e alienígenas de tucanos e petistas nas propostas verdes – almejam o progresso a qualquer custo.

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