Lula se elegeu presidente para o quarto mandato e se torna o mais importante homem público da História do Brasil e, em consequência, a lenda! A lenda que derrubou o falso mito, que agora não sairá da cadeia, se é que seu filho Flávio não lhe fará companhia na prisão domiciliar – ou, então, fugirá do país.
Lula derrota o bolsonarismo, o maior eixo fascista que se incrustou na sociedade brasileira desde a ditadura militar. Lula derrota o juiz Nunes Marques, que tentou conturbar o dia das eleições, ao se omitir no combate à sabotagem que Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, empreendeu no transporte de ônibus, dificultando o ato de votar por parte do eleitor paulista mais pobre.
Lula derrota Trump, que transformou Bolsonaro em seu capacho para entregar as riquezas brasileiras em sua residência. Lula derrota as mentiras da família Bolsonaro e o negacionismo dessa canalha que matou mais de 700 mil brasileiros na Covid.
Lula derrota os inimigos da Natureza e os que ambicionam queimar a Floresta Amazônica para implantar um regime colonialista cujos frutos cairiam no bolso de Bolsonaro.
Lula soube explorar a fixação em sua imagem, difamada pelos adversários, o que acabou por lhe dar a vitória. Flávio Bolsonaro, como uma matraca, repetia: “O ajuste de 250 bilhões se fará tirando Lula do poder”. O corrupto Deltan Dallagnol da Lava-Jato se exibia numa camisa com os dizeres “Eu prendi Lula”. A obsessão de Moro com Lula demonstrou como conduziu a Lava-Jato no papel de acusador, não de juiz. Mas eles não têm compromisso com credibilidade e honestidade.
Lula se elegeu em 2002, 2006, 2022 e 2026, agora derrotando um candidato despreparado, mais fraco do que o pai, se é que é possível. Sem caráter e corrupto até a raiz da alma. Zero de cultura e analfabeto político. Exalta a família e se acaba em bacanais. Tão sem noção que, mesmo se declarando crente, tentaria enganar a Deus como sendo o candidato da mudança.



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