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CAPÍTULO CXLIII – VAI FAZER FALTA SE NÃO GANHAR MAIS CONSCIÊNCIA

Por que o pensamento de Sócrates, como precursor da ideologia cristã e do Espiritismo, não prevaleceu justamente em meio ao povo mais inteligente surgido na face da Terra? Seu tempo ainda não havia chegado. Semeou numa terra ainda não preparada. O politeísmo não estava suficientemente desgastado.
O interesse pessoal sustentava a infinidade de deuses, era persistente, nunca cedia à evidência, irritando-se mais ainda quanto mais clara e objetiva fosse a linha de raciocínio que se lhe opunha e que melhor demonstrava seu erro. Congregavam-se em grandes discussões, tentando convencer gregos e troianos, e, se interpelados sobre quão irascíveis se compraziam na imposição de seus pontos de vista, costumavam replicar com um trovão de voz e posição meramente verbal, filhotes da vaidade, perante ouvintes complacentes.
É o fim de todo fundamento, conceito, filosofia, todo e qualquer casamento, a fé em estado bruto, quando se pratica por pura formalidade.
Prosseguindo a intervenção espiritual, sem ainda ser presencial na Fundação Marietta Gaio e realizada na residência de cada médium e de quem se encontra sob tratamento, segundo o calendário da Fundação, com todos obedecendo ao regime de confinamento em face da pandemia do coronavírus, a centésima quadragésima terceira intervenção espiritual, em 18 de junho de 2021, efetivou-se sob a égide da leitura de “Vinha de Luz”, 51 (“Não se envergonhar”), de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, e estudo preliminar do capítulo 23 (“Moral estranha”), itens 14 e 15 (“Não vim trazer a paz, mas a divisão”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Em busca do monopólio da verdade e em torno de Cristo, foram surgindo diversos desdobramentos em outras religiões que se amaldiçoavam mutuamente e se arremetiam umas contra as outras, afogando-se no sangue, nas torturas e na chama das fogueiras. Os cristãos, de perseguidos, passaram a perseguidores. É fato comprovado que as guerras religiosas foram as mais cruéis e fizeram maior número de vítimas do que as guerras políticas, nelas cometendo-se mais atrocidades e crueldades para quem se dizia em defesa do mundo civilizado e transformava os índios em seus escravos, quando gozavam de liberdade no continente americano recém-descoberto.
Jesus previu que interpretariam sua palavra falsamente, induzidos pelas alegorias e figuras de linguagem abundantes na doutrina, necessárias para não chocarem os fiéis com o fragor da verdade dos novos tempos, que, ao longo dos séculos, foram atendendo ao seu chamamento. Inevitável isso acontecer, pois decorriam da inferioridade da natureza humana, que não podia se transformar instantaneamente.
A evidenciar que o imortal epíteto “Meu reino não é deste mundo” se refere, no mínimo, ao mundo dos encarnados, ao nosso planeta, como efetivo território de testagem, provações e de expiação, além de resgate de carmas – as mortes por Covid-19 constituem a prova irrefutável. E, por oposição, ao Plano Espiritual, não propriamente como reino, que lembra privilégios, status e discriminação, e sim como domínios onde se adquire uma consciência superior ao que não é possível durante a vida corporal, cabendo a você se adiantar e começar a amealhar já o que estiver ao seu alcance. Caso contrário, irá atrasar seu passo se pouco avançar ou simplesmente não se interessar e ignorar por completo – vai fazer falta.

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