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CAPÍTULO LXXXVII – APERFEIÇOAMENTO MORAL

27 de setembro de 2019

Cada dia fica mais nítido e compreensível que ninguém deixa de existir com a morte. A energia transmissora de vida ao corpo humano apenas se transfere para outros planos vibratórios de existência que, aliás, se constituiria no seu habitat natural, e não no veículo carnal. Sua andança perseverará à eternidade, em busca de, a cada encarnação, adquirir mais conhecimentos e poderes – estamos aqui só de passagem.
Enquanto encarnados, nos defrontamos com muitas perguntas que disparamos o tempo todo, para não encontrar respostas à altura. É preciso persistência, coragem e iniciativa para conversar com o espírito que nos permeia e ser pacificado pelo esclarecimento. Dialogando com o pensamento e comungando com as emoções daí extraídas.
A octogésima sétima intervenção espiritual, em 27 de setembro de 2019, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura e comentários sobre o item 12 (“Emprego da riqueza”) do capítulo 16 (“Não se pode servir a Deus e a Mamon”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Em razão da brevidade da vida, é espantoso o fato de terdes como objetivo incessante a conquista do bem-estar material e a sua acumulação incansável em descompasso com a pouca importância que consagrais ao vosso aperfeiçoamento moral, que é o que justamente será levado em conta ao correr das encarnações. Mas não, a atividade mor que desenvolveis é aquela que se presta a atender a vossos exageros, gosto manifesto pelos excessos e pela necessidade de se exibir, quase nunca de elevado interesse para a Humanidade. Quantos cuidados e tormentos, quantas noites em claro para aumentar uma fortuna muitas das vezes mais do que suficiente! Quando não se sujeitam a um trabalho árduo para se vangloriar de uma existência dita de sacrifício e mérito, como se trabalhassem para os outros, e não para si mesmos.
Insensatos! Queres crer, então, que serão esquecidos vossos deveres para com a solidariedade fraterna, obrigatórios a todos os que desfrutam das vantagens da vida em sociedade, e não da vida como ermitão? Pensando tão somente em vosso corpo e seus prazeres, objetivo único de vossa preocupação egoísta? Logo o corpo que morre em detrimento do Espírito que vive eternamente, esse senhor tão estimado e acariciado que se torna vosso tirano e faz do Espírito seu escravo?
Seria essa a finalidade da existência que Deus vos concedeu? Imagina que aqui nasceu para somente dar vazão à luxúria, à vaidade, ao orgulho, e não tomar consciência de sua realidade espiritual e de suas graves consequências? Quantas vezes precisará reencarnar para crescer e evoluir? Por mais que o aperfeiçoamento moral da Humanidade possa parecer uma utopia para você, descrente de Deus. Certamente em muitas encarnações, se não adotar a iniciativa de melhorar sua conduta ou se restringir ao discurso político, costumeiramente falso e vazio, dizendo-se a favor da honestidade e da ética. Mesmo sabendo que quem o invoca é um fariseu, que sempre consegue iludir o dócil e cordato ouvinte.

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