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CAPÍTULO XLV – NÃO EVOLUI QUEM PERMANECE ESCRAVIZADO AOS INSTINTOS

Aquele em que os instintos quase sempre predominam na sua conduta e na forma de ser está mais próximo do ponto de partida do que da chegada. Para alcançar a meta a que o homem se destina, é preciso vencer os instintos aperfeiçoando os sentimentos, se conseguir sufocar os gérmens latentes da matéria. Os instintos são os embriões e por onde se germinam os sentimentos, tal como a semente contém em si a árvore, trazendo no seu bojo o progresso. Os seres menos avançados são aqueles que, ao se libertarem pouco a pouco de sua crisálida, tendem a permanecer escravizados aos seus instintos. Toda riqueza futura que vos levará à gloriosa elevação depende do trabalho atual no cultivo do espírito como se fosse um campo, que vos valerá muito mais do que os bens terrenos.
A quadragésima segunda intervenção espiritual, em 4 de agosto de 2017, se iniciou com cânticos no intuito de abrir caminho para os espíritos curadores, prosseguindo com a leitura e comentários sobre o item 8 (“A Lei de Amor”) do capítulo 11 (“Amar ao próximo como a si mesmo”) do livro de Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
Na sua origem, o homem é portador dos instintos. Mais avançado em sua caminhada, mas já um tanto corrompido, adquire sensações. Mais instruído e purificado, encontra-se fornido de sentimentos. No ponto mais delicado e evoluído dos seus sentimentos, surge o amor. Não o amor no sentido vulgar na acepção da palavra, mas sim o amor que une todos os seres, onde encontrareis os suaves prazeres da alma, o porvir das alegrias celestiais, que substitui o individualismo pela integração das criaturas e acaba com as misérias sociais. Feliz daquele que ama, no decorrer de sua vida, sem fazer da angústia da alma sua companheira, nem ser invadido pelos lamentos e queixumes do corpo. Vivendo como se fosse transportado para fora de si mesmo, encarnando o sol interior que condensa em seu foco ardente todos os anseios e as sublimes revelações. À Lei do Amor, segue a segunda palavra do alfabeto divino, a reencarnação, na qual o Espírito resgata o homem da matéria quando triunfa sobre a morte ao erguer a laje de sepulturas vazias para revelar o seu patrimônio intelectual. Agora livre dos suplícios terrenos e desimpedido para se investir de seu ser que se elevou ao se transformar nesta encarnação.

 

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