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ELEIÇÕES 2018 – O PERFIL DO ELEITOR DO BOLSONARO

Traçar o perfil do eleitor do Bolsonaro é muita pretensão, apesar de ser uma massa uniforme de permanente expressão de ódio a desafiar seus adversários políticos a decidir tudo na base da porrada – conhecidos como pitbull. Por força de defender que se arme a população para ela se proteger dos bandidos em suas casas e nas ruas e, todos juntos, erradicarmos a roubalheira no país, numa visão simplória que nos aproximaria de um confronto civil. E se o país caminhar para a anarquia, que se convoquem as Forças Armadas para pôr ordem na casa. É uma candidatura de partido incipiente, mas pouco se dão para a organização da sociedade baseada no equilíbrio entre os três poderes e na classe política representando o povo – forte indício para o empoderamento de milícias. O que pretendem é colocar sua casta no topo do poder. Chamá-los de nazistas ou fascistas seria ofender Hitler ou Mussolini, mesmo porque boa parte deles desconhece o que significam essas doutrinas. Bem como do que misoginia se trata, se diversidade sexual e feminismo confundem com desagregação das famílias. Muitos deles crentes, se julgam os verdadeiros defensores da tradição e da religiosidade da família brasileira. Colocam a segurança acima da educação e não se interessam em alargar seus horizontes ao alcançarem níveis superiores de ensino. Querem trucidar a campanha Ele Não (referência ao candidato capitão do Exército), que pode levá-los à derrocada, especialmente com as mulheres à frente – feminicídio à vista, vide a vereadora Marielle. Veem semelhanças se comparados à democracia de Trump, sustentada na população americana branca e racista, quando somos reflexos de uma colonização que aprofundou barbaramente a miscigenação. Mas todos têm um denominador comum que é o ódio ao PT e ao seu grande líder Lula que, se pudessem, eliminavam da face da Terra. Ainda mais agora conquistando deserções tucanas, que abandonaram o seu perfil considerado fino, educado e culto, depois que foram derrotados em cinco eleições presidenciais, só no século XXI (contando com 2018). Produto do golpe em 2016 que depôs a presidenta Dilma, os eleitores do Bolsonaro saíram do armário, embora prosseguindo nas trevas, se descobriram, num passe de mágica, como entes políticos, ganharam voz própria, mas não se dão conta de sua estupidez originada da cultura fascista, apesar de escolarizados.

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