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MONSTROS À SOLTA

Você já pensou em ser seqüestrado na porta do seu prédio na Barra da Tijuca, às 13 h, e o local do cativeiro ser no edifício vizinho? E a quadrilha ser de porteiros residentes na área? E o mentor ser o porteiro do universitário raptado, faz 10 anos? Selando seu destino por conhecer a todos, ao passar 13 dias com um capuz amarrado com fita adesiva. Foi salvo pelo próprio porteiro ao bancar o esperto e querer acompanhar o pai do jovem nas investigações policiais. Pretendeu exibir mais instrução e preparo para lidar com o filho único, adotado e negro.

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MONSTROS À SOLTA

Um malsofrido casal que rejeita a gravidez enterrou um recém-nascido para evitar de sujar as mãos com sangue. Depois de passar 3 horas debaixo da terra, almas na missão de resgate começaram a cavar num matagal e acharam um pezinho. Tiraram o bebê, estava gelado, mas ele desatou a chorar com o cordão umbilical enrolado no pescoço e coração fraco. Quando ele crescer, como os pais irão encará-lo à medida que tiverem outros filhos?

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MONSTROS À SOLTA

Como sua prisão era inevitável, resolveu matar as reféns. Uma de 11, outra de 17 anos. Com tiros na cabeça, agonizando até a morte por 4 horas. Não disse para a polícia que havia pessoas baleadas na farmácia que roubou em Sergipe. Fingindo que estava tudo bem para ganhar tempo. Foi preso, mas é menor de idade com 17 aninhos.

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MONSTROS À SOLTA

Um bandido que costuma se esconder da polícia em cavernas não pode se beneficiar da progressão de regime e desfrutar da liberdade durante o dia para somente à noite voltar à cela. O bom comportamento de um monstro no presídio não apaga o crime hediondo. A preocupação é a mesma dos hospitais, abrir vaga para outros doentes, não existe mal que não se cure. Aí matam francês, pastor, senhoras, até que surge um policial à paisana e faça justiça pelas próprias mãos.

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MONSTROS À SOLTA

Evangélica, a mãe de um dos monstros que impôs uma morte hedionda ao menino João, preferia ver seu filho enterrado e bem morto para livrá-la do pesadelo de ser responsável por ter posto no mundo uma desgraça que sangra a sociedade, que se debate em firulas jurídicas, quando o mal já está feito: ou bem se afasta essa podridão do nosso convívio enjaulando para sempre como feras perigosas, ou se paga o preço alto da ressocialização, aí incluído presídio, trabalho, assistência, instrução, o necessário para resgatá-lo ainda nessa existência. Quem se habilita?

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